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MUSICA CIDADE DE RITA RAMEH BAIXAR


Lyrics to 'Feira' by Rita Rameh e Luiz Waack. Segunda-feira tem feira na esquina / Se apressa Music Video. Feira - Rita Rameh e Luiz Waack. Top Songs By. Feira by Rita Rameh, Other music from São Paulo, SP, BR on ReverbNation. Rita Rameh e Luiz Waack. Ver no Apple Music Por que? · Cidade. Por que? · Claro e Escuro. Por que? · Por que? Por que?.

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DE RITA BAIXAR RAMEH MUSICA CIDADE

LODY, Raul. As gaivotas vo fazendo suas rondas o sol levanta o vento leste me incendeia no cho da praia vou guardar a minha raia e construir o seu castelo de areia. E a lua cheia que vivia escondida surgiu. Isso porque se relacionam diretamente com as experiências e os saberes de todas essas pessoas e daquelas com quem convivem em suas comunidades. Moleque to levado azeda o leite e o feijo troca tudo de lugar mistura vaca com leito. Eu digo oi hello eu digo oi ol eu canto grito pulo dano e no me canso de falar.

Feira by Rita Rameh, Other music from São Paulo, SP, BR on ReverbNation. Rita Rameh e Luiz Waack. Ver no Apple Music Por que? · Cidade. Por que? · Claro e Escuro. Por que? · Por que? Por que?. Disponível com uma assinatura do Apple Music. Experimente Rita Rameh e Luiz Waack. 2. Carro Praia, Campo Ou Cidade? Rita. Por Quê?? é o CD infantil de estréia da compositora Rita Rameh, produzido em parceria Os temas das músicas abordam o cotidiano do aprendizado de crianças através de 3. Cidade. Autor: Rita Rameh. Editora: Direto-. Rita Rameh e Luiz Waack | Duração: Compositor: Rita Rameh. Esta música está presente nos 2 álbuns a seguir: Por que? Rita Rameh e Luiz Waack.

Alice — Bastante complexa e diversificada. Pessoas e organizações que destacam-se na defesa e empoderamento dos povos indígenas. Poema a poema, o poeta aspira ao amor perfeito, no sentido mais lato, ainda que as incertezas de tudo o levem, ao fim, apenas a desencontros.

Revela-se assim o sentido existencial do poeta, na reconquista da unidade primordial perdida. É como se o poeta estivesse em busca de sua alma gêmea, e nunca a encontre.

Formado em direito e jornalismo, optou pela poesia. Faleceu em , na cidade que tanto amou, percorreu e cantou. A seguir, uma amostra de seu inspirado trabalho. Ela voltava a Sampa, após apresentar-se, na noite anterior, no Circo Voador. Guardo seu sorriso até hoje. Aos domingos meu tio animava os almoços em família tocando tarantelas no acordeom. Me identifiquei e continuo de alguma forma seguindo este caminho. Nos discos solo costumo alternar trabalhos de intérprete em projetos com temas específicos, e discos autorais e de composições inéditas de outros compositores também.

Precisam ser melhor valorizados, como sempre.

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E também pelo facebook, instagram…. Enquanto isso, continuo me apresentando em diferentes formações. Ela, atenta e silenciosa, estava sempre por perto, seja em baixo da mesa, ora na porta do quarto, ou nos espiando no quintal. Simone cresceu, descobriu o mundo, casou-se e teve filhos.

E agora envereda pelas sendas misteriosas da fotografia, lançando seu olhar crítico, por vezes neutro, noutras lírico, sempre aprendiz, sobre a metrópole que a cerca. Mas deixemos que ela mesma se apresente:. Nunca achei, porém, que precisaria deixar de ter para que o outro também tivesse. Abaixo, sob a ótica de suas lentes, migrantes, excluídos, moradores de rua, pessoas anônimas sem voz nem vez: seres humanos.

Pessoa extremamente engajada e culta, ele hipnotizava multidões na batida sincopada de reggaes, maracatus e demais ritmos afro-brasileiros. Eu gostei muito. Ívano — Eu tenho três discos solo. Ívano — Você sabe que Pernambuco é um celeiro cultural muito grande. Só encontramos tiradores de nota. Ele só quer ganhar porque passou a nota. Cria um contato comigo, fica meu amigo e a gente vê como é que faz, se eu envio o material pelo correio… Pode me contratar para apresentações por este Brasil… Isso é tranquilo, normal.

Ívano — Meu plano para o futuro é o seguinte. Eu queria agora, se Papai do Céu me desse este conforto, era ter um terreninho, um sitiozinho pequeno, pra eu plantar, criar galinhas, que eu gosto muito, e ter o meu cachorro, minhas coisas. Tocar de vez em quando, selecionar mais as tocadas que eu quero ir. Aí saía do sítio, tocava e voltava.

Queria um jipe velho desses, feito jipe do exército, pra eu vir à cidade de vez em quando… Axé! Legal ter voc aqui um amigo em que eu posso acreditar, queria tanto te abraar Pra alcanar as estrelas no vai ser fcil mas eu te pedi, voc me ensina como descobrir qual o melhor caminho Foi com voc que eu aprendi a repartir tesouros. Foi com voc que eu aprendi a respeitar os outros Legal ter voc aqui um amigo em que eu posso acreditar, queria tanto te abraar Pra mostrar pra voc que eu no esqueo mais essa lio amigo eu ofereo essa cano.

Vem lavar p de menino Eu vi as ondas brincando de pega pega levar as guas do riacho cristalino eu vi menino vir brincar ao mar, o mar!! Vem lavar p de menino. As gaivotas vo fazendo suas rondas o sol levanta o vento leste me incendeia no cho da praia vou guardar a minha raia e construir o seu castelo de areia. Toda comediante contando piadas sem parar. Cuidado com ela, que a vida no igual novela, no no, no igual novela Refro Conheci uma garotinha que virou uma videotinha sua cara foi tomando, o formato da telinha Quase j no conversava com os amigos e nem brincava porque s lhe interessava o que a tev dizia.

Desliga a tev! Desliga no! Quero falar com voc!? No falo no! Venha ler No leio no! Eu s quero a televiso. Conheci um garotinho que virou um videotinha, sua cara foi tomando o formato da telinha. Quase j no conversava e muito menos estudava. Porque o videogame era tudo o que ele queria. Para de jogar! No paro no! Voc vai endoidar! No endoido no!

Vem conversar No quero no Estou vidrado na televiso Refro A leitura uma aventura que voc faz sem sair do lugar. No tem videogame, no. Nem computador Pra inventar histrias. S o escritor! Tudo que embola, desembola. Se a bola enrola, desenrolar. Se a bola embola, desembolar.

Lara, lar, lar, lara, lara Lua Cheia! Quando a lua vai diminuindo e perde um pedao brilhante. Diga l que lua essa? Lua Minguante! E quando ela some de vez, vamos tirar uma prova, adivinha que lua essa? Lua Nova! Quando a lua de novo aparece e vai crescendo lentamente, quem me diz que lua essa?

Lua Crescente! Todas as flores tem nome, rosa, camlia e jasmim, flores no tem sobrenome, mas a gente sim. O J Soares, Caetano Veloso. Tem sempre um nome e depois do nome tem sobrenome tambm. Todo brinquedo tem nome, Bola, boneca e patins, brinquedos no tem sobrenomes, mas a gente sim. Coisas gostosas tem nome, bolo, mingau e pudim, doces no tem sobrenomes, mas a gente sim.

A minha gente sofrida despediu-se da dor, pra ver a banda passar cantando coisas de amor. O faroleiro que contava vantagens parou. A namorada que contava as estrelas parou.

Pra ver, ouvir e dar passagem A moa triste que vivia calada sorriu, a rosa, triste que vivia fechada se abriu. E a meninada toda se assanhou pra ver a banda passar cantando coisas de amor REFRO O velho fraco se esqueceu do cansao e pensou, que ainda era moo pra sair do terrao e danou.

A moa feia debruou na janela pensando que a banda tocava pra ela. A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu. E a lua cheia que vivia escondida surgiu. Minha cidade toda se enfeitou pra ver a banda passar cantando coisas de amor Mas para meu desencanto o que era doce acabou tudo tomou seu lugar depois que a banda passou.

E cada qual no seu canto em cada canto uma dor depois da banda passar cantando coisas de amor. Faa-se, faa-se, Alface, afinal, faa-se o Nosso almoo, face a face, Alface!

Mariana conta um. Viva Mariana! Mariana conta dois. Mariana conta trs. Mariana conta quatro. Mariana conta cinco. Mariana conta seis. Agora com vocs! Vai vocs! Quando Fernando, o stimo, usava palet.

Usava palet Quand Farnanda, a stama, asava palat. Asava palat Quend Fernende, steme, eseve pelet. Eseve pelet Quindi Firnindi, stimi, isivi piliti. Isivi piliti Quondo Fornondo, stomo, osovo poloto. Osovo poloto Qundu Furnundu, stumu, usuvu pulutu Qundu Furnundu, stumu, usuvu pulutu. Usuvu pulutu Sou eu assim sem voc. Futebol sem bola. Piu-Piu sem frajola, Sou eu assim sem voc. Por que que tem que ser assim? Se o meu desejo no tem fim.

Eu te quero a todo instante Nem mil alto- falantes, Vo poder falar por mim Amor sem beijinho, Buchecha sem Claudinho Sou eu assim sem voc Circo sem palhao, namoro sem amasso, Sou eu assim sem voc. To louca pra te ver chegar To louca pra te ter nas mos Deitar no teu abrao, retomar o pedao, Que falta no meu corao.

Rita Rameh e Luiz Waack

Eu no existo longe de voc E a solido o meu pior castigo. Eu conto as horas pra poder te ver, Mas o relgio t de mal comigo Porque? Nenm sem chupeta, Romeu sem Julieta, Sou eu assim sem voc, Carro sem estrada, queijo sem goiabada Sou eu assim sem voc Por que que tem que ser assim? Eu te quero a todo instante Nem mil alto- falantes, Vo poder falar por mim.

Corro o lpis em torno da mo e me dou uma luva e se fao chover,com dois riscos tenho um guarda-chuva. Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel, num instante imagino uma linda gaivota a voar no cu.

Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul Vou com ela viajando Hava, Pequim ou Istambul Pinto um barco a vela branco navegando, tanto cu e mar num beijo azul Entre as nuvens vem surgindo um lindo avio rosa e gren.

Tudo em volta colorindo, com suas luzes a Piscar. Basta imaginar e ele est partindo, sereno e lindo e se a gente quiser ele vai pousar. Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida De uma Amrica a outra consigo passar num segundo.

Giro um simples compasso e num crculo eu fao o mundo. Um menino caminha e caminhando chega no muro e ali logo em frente a esperar pela gente o futuro est. E o futuro uma astronave que tentamos pilotar.

No tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar. Sem pedir licena muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar. Nessa estrada no nos cabe conhecer ou ver o que vir. O fim dela ningum sabe bem ao certo onde vai dar. Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela que um dia enfim. Descolo - ri - r Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo que descolorir e com cinco ou seis retas fcil fazer um castelo que descolorir Giro um simples compasso e num crculo eu fao o mundo e descolorir.

O que ser desse planeta azul? O rio que desse as encostas j quase sem vida parece que chora um triste lamento das guas. Que que tem na sopa do nenm? Ser que tem espinafre Ser que tem tomate, Ser que tem feijo, Ser que tem agrio 1, 2, 3 Ser que tem farinha, Ser que tem balinha, Ser que tem macarro, Ser que tem caminho.

O que ser que tem naquela placa? O que ser que ele viu no mapa? O que ser que ta escrito aqui? Tem nome de rua. Alameda, avenida. Tem nome at a lua Tem de tudo nessa vida Na praa, na igreja, Farmcia e padaria, Um nome ou o que seja E mais fcil ler de dia. O nome da oficina Um tipo de feijo. O nome da menina, Importante ler Saber divertido, Pra no se esquecer, Pra no ficar perdido Letra que combina, Faz silaba brotar.

Palavra trs a rima A frase eu vou falar! Tem nome comprido, curto, engraado, Tem nome com outro dentro tambm Qual o nome de quem t do lado? Qual o nome parece o de algum? Tem nome simples, nome composto Tem nome que comea com H Qual o nome que eu mais gosto? Qual o nome que eu vou procurar?

Cada um, um jeito Uma casa, um lugar, O que se tem feito Bons amigos e jogar, Um ta mais sozinho Outro na multido Cada um tem seu caminho Sua opinio. Pode ser bonito, alto, Chato ou legal, Esperto, inteligente, Ou quem ri no final, Magra ou bondosa, Muito especial, Pode ter inveja, Ou ter um sinal Cada um uma voz junta com vira ns ningum nem no p afinal sua f cada um.

Um lugar o que faz e jogar um ta mais multido cada um opinio. Ser que vai preferir O beijo do pato, O queijo do rato O bocejo do gato?

Ser que ela vai querer A joaninha da roa, A pombinha na poa Ou a galinha que nossa? Ser que vai preferir O barulho que chato O mergulho do pato Ou o ms de julho no mato? O bicho livre feliz a foca vira atriz pombinha escreve com giz e o urubu pede bis. Dentro de um redemoinho, fazendo sempre arte. Com cara de bonzinho vem aqui perto de mim, que eu vou tirar o seu gorrinho. Moleque to levado azeda o leite e o feijo troca tudo de lugar mistura vaca com leito.

Troca os ovos da galinha por ovos de gavio, trana crina de cavalos tudo vira confuso. Um dia algum te pega quero ver o que vai dar, no adianta a desculpa no adianta espernear, mas enquanto no acontece continua a bagunar se esconde La na mata. A noiva do cowboy era voc alm das outras trs Eu enfrentava os batalhes, os alemes e seus canhes. Guardava o meu bodoque e ensaiava o rock para as matins Agora eu era o rei, era o bedel e era tambm juiz, E pela minha lei a gente era obrigado a ser feliz E vo E era to linda de se admirar que andava nua pelo meu pas No, no fuja no, Finja que agora eu era o seu brinquedo, Eu era o seu pio, o seu bicho preferido Vem, me d a mo, a gente agora j no tinha medo, No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido, Agora era fatal que o faz-de-conta terminasse assim Pra l desse quintal era uma noite que no tem mais fim Pois voc sumiu no mundo sem me avisar E agora eu era um louco a perguntar o que que a vida vai fazer de mim.

O jarro bem fino Bate no sino. O sino de ouro. Bate no touro. O touro valente. Bate na gente. A gente fraco. Cai no buraco. E logo afunda. Acaba o domingo Comea a segunda. Que barafunda! Lio, brincadeira E na tera feira que a gente aprenda E divida a merenda. Que la pela quarta j no to farta Na quinta, se pinta Na sexta, a gente reza um bocado Pra no cair uma chuva no sbado Nem uma gota, nem um s pingo E que o sol ilumine esse nosso Domingo p de cachimbo O cachimbo de Outro dia fui pescar na praia de Itacuru encontrei um caranguejo que tocava Realejo.

O siri todo pachola dedilhava na viola uma lagosta sapeca vinha tocando rabeca os peixinhos do mar vem na areia sambar. E depois um camarozinho que tocava cavaquinho fez um chorinho animado e o mar ficou agitado. Um tubaro de voz grossa cantava moda da roa convidava a baleia pra sambar l na areia os peixinhos do mar vem na areia sambar.

D,r,mi,sol,f,mi,r,d,d Canta lindo e assim seu olho fica lindo E o cabelo penteado. Em Roma, reinava um rei roncador. O rato, com raiva do rouco do ronco do rei, resolveu roer a roupa real. Roc-roc que roc, fez o roedor. A rainha arrumando a roupa nem reparou e No reparando, no remendou a roupa do rei que o rato roeu. E o rei, no reino de Roma de roupa Rasgada, recebeu na rua s riso e Risada, de quem reparou que a roupa se rompeu.

E o rato se ria do rombo redondo da roupa roda do rei repetir. Breque: ser que eu errei? Ai minha barriga, ai! Sinto mesmo que sou um gigante. Do tamanho de um elefante. E quando chega meu aniversrio. Eu me sinto bem maior, bem maior.

Bem maior, bem maior. Do que eu era antes. Esse menino cata pedrinhas no cho, aquela menina lava com gua e sabo, aquela menina j sabe que vai ser atriz esse menino desenha um caminho com giz. Esse menino faz a mandala girar, aquela menina faz um mosaico no ar, esse menino tem fome de lpis de cor, aquela menina deseja a ma do amor.

Violino, pandeiro, bandolim Clarinete, piano,flautim Msica do cu na terra O Sinh mandou pra c, h, ah! Como triste o seu lamentar! Vai voando,voando,voando Vai voando de encontro ao mar Vai voando,voando a andorinha Vai formando um arco-ris pelo ar Certo dia ouvir de novo A andorinha que cantava a voar Mas seu canto no era um lamento Era o vento que uivava sem parar Foi voando,voando a andorinha Foi voando pra encontrar o mar Foi ento que eu descobrir O mar era seu amor E o vento uivava ciumento E levava a andorinha em seu furor Foi voando, voando a andorinha Mas no mar ela nunca pousou.

Tudo bem! Acabei ficando cansado E fraquinho eu vou dizer Adeus Adeus adeus! O pssaro voando A chuva a cantar, fazer silncio bom Pra aprender a escutar!.

Tem som agudo, tem som grave, tem o som do meu corao, Tum,Tum, tem o som do avio, vrummmm, tem o som dos meus ps no cho, o beijo estala e o pum trovo pzzzzzzzzzzz, prrrrrrrrrr Tem o som, tem o som. Como eu e voc a msica tem corao. Si, si, si, si, canta a cigarra mas o vagalume no sabe cantar si, si,si, si, si, si, si, si, si, si, canta a cigarra Pisca, pisca vagalume pisca sem parar Ento os dois juntaram sua luz e seu cantar e fizeram dupla no p de jacarand.

Perto da casa tem uma arvore, onde os passarinhos gostam de voar. Perto da rvore tem uma ponte. E debaixo dela corre um rio assim, t trovejando, escurecendo. Fecha a janelinha, j est chovendo.. Se voc tem pra dividir no custa nada nada partilhar se ao pedir, diz por favor, ao receber, muito obrigado, o amigo nunca fica magoado. E nasci aqui, voc nasceu ali, todo mundo tem um Pai e uma Me, pode ser menina ou pode ser menino, todo mundo tem um Pai e um Av, vim da minha Me, minha Me da minha Av e atrs dela, minha Bisav, eu sei, eu sei, eu sei, esse meu nariz eu ja vi igual na foto do papai brincando no quintal, o dedo do pou da tua mo pode ser igual ao do teu irmo metade vem do pai, metade vem da me, ai eu fico inteira e nessa brincadeira comea o nascimento e bem nesse momento a gente comea a viver, eu sei, eu sei, um milagre, eu sei, eu sei, sou um milagre.

Tomava sol de canudinho, vivia apostando com a gua do rio. Vem me molhar, voc no me molha. Um dia o rio se encheu, e o jacar perdeu. Dez toes, vinte pratos, Banana e caf! Lig lig lig - lig lig lig l Chines, Come somente uma vez por mes! No vai Mais a Shangai buscar a Baterflay!

E aqui Com a morena fez a sua f! Tudo Bem! Acabei ficando cansado E fraquinho eu vou dizer Adeus Adeus, Adeus T NA HORA DE ACORDAR Tatiana Rocha Se o corpo t dormindo t na hora de acordar, vamos abrir o olho e tratar de espreguiar, espichando assim, bem gostoso, mexendo a cabea e tambem o seu pescoo, de um lado para o outro de frente para trs, no balano desta dana que se faz, se ainda t parado t na hora de mexer, dobrando o joelho pra melhor se remexer, e rebolando assim que gracinha, mexendo o bumbum e tambem a barriguinha, de um lado para o outro de frente para trs, pe no balano desta dana que se faz.

Qual a origem da gente? Era uma vez uma galinha ela morava numa fazenda ela tinha trs filinhos eram trs pintinhos ela dava muitos ovos ela se chamava Maricota. Era uma vez uma ovelhinha ela morava numa fazenda ela tinha trs filinhos eram trs carneirinhos ela dava muita l ela se chamava Mariazinha Era uma vez um cavalinho ele morava numa fazenda ele tinha trs filinhos eram trs potrinhos ele carregava a gente ele se chamava Godofredo.

Era uma vez um porquinho ele morava numa fazenda ele tinha trs filinhos eram trs porquinhos ele deitava na lama ele se chamava Reco reco. Era uma vez um patinho ele morava numa fazenda ele tinha trs filinhos eram trs patinhos ele nada na lagoa ele se chamava Balacobaco.

Era uma vez um cachorrinho ele morava numa fazenda ele tinha trs filinhos eram trs cachorrinhos ele brincava com a gente ele se chamava Teco teco. Eles so os bichinhos da fazenda da fazenda. Bicho-preguia, lobo-guar, suuarana, sagi e gamb. Com nome esquisito que bicho ser? Onde que ele mora? Como vai caar? D medo ou no d? Ser que ele voa ou sabe nadar? Mico-leo, mutum, ararinha, quati, cotia, cigana, choquinha, Jaguatirica, bugio, jaburu, tucano, macuco, pirarucu.

Cenoura, chuchu, abobrinha, alface fresquinha Repolho, agrio, tomilho, alho e salsinha Ervas, cebolinha e manjerico O que tem l? Morango, ameixa e uva. Laranja madura, abacate e melo. Limo, kiwi, pra dura, banana-nanica, maa e mamo Ento me traga uma melancia, dois abacaxis, trs maos de almeiro E no se esquea do peixe bem fresco.

Um quilo de batata e muito salso 23 Joana Rita Rameh Joana era cismada menina interessada Queria tudo aprender passava o dia inteiro at mesmo no banheiro pensando em ler e escrever. Torrada, andorinha, leo, asno, moleque. Quati, bab, cidade, gema, roa e Zaz. Asfalto, rosa e capim, Xcara, chuva, ch, xadrez. Chave, china, cho, chins. Estica, dobra. Estica, dobra Dana de criana trana que balana a dana trana, dana e balana dana trana.

Estica dobra, Estica dobra. Dana de criana trana que balana a dana tana, dana e balana vai viajar pelo cu. Qualquer lugar isso bem fcil assim dana trana e balana dana trana. Tome uma atitude chega de poluio Viver mal no tem sentido resfriado, olho ardido Mal-estar, dor de cabea, bronquite, asma, tosse seca Degrada a natureza.

Use a criatividade pra limpar sua cidade Precisamos de ar puro pra vivermos mais seguros Chega de poluio. Voa de noite, dorme de dia. A corujinha tem os olhos tao espertos se est escuro eles ficam bem abertos. Uh, uh, voa voa corujinha Uh, uh, cojujinha vai voar Uh, uh, voa voa cojurinha que a noite vai chegar A corujinha tem essa mania, A corujinha tem essa mania, Voa de noite, dorme de dia.

Uh, uh dorme dorme corujinha Uh. Baleia mergulha no mar. Cada um tem o seu lugar, voc na sua casa, eu na minha casa, e o bicho no seu habitat! Na selva, no oceano, no deserto, na floresta, no rio, na geleira ou no pantanal! Bom mesmo viver seguro, livre e feliz, no seu habitat natural.

Rita Rameh Na terra tudo tem um porque s falta o homem compreender Que o mundo se equilibra por si. Por que a Terra gira? Por que o bicho cria? Por que queremos saber porqus? Por que a ave voa? Por que a terra boa? Por que queremos tudo aprender? Por que o sol esquenta? Por que o homem inventa?

Por que os mares so como so? Por que a lua vazia? Por que a neve fria? Ser que sempre temos razo? O homem sempre arranja um pra qu E diz qu o modo dele viver, enfrenta a natureza demais Pra ver ate onde ela capaz Pra que matar os bichos? Pra que jogar os lixos? O que que temos tanto a perder? Pra que queimar florestas?

Pra que acabar a festa de vermos sempre algo nascer? Lalaia tic tic e a tesoura que no para de cortar Vento soprou, soprou,soprou E leva quem leva pra todo lugar Vento soprou, soprou,soprou Vento soprou, soprou,soprou Vento soprou, soprou,soprou Nosso mundo um brinquedo, Com pecinhas para unir. Ao final da leitura de cada história, deve-se retomar com as crianças quais eram os animais das narrativas.

Deixar que elas comentem e troquem ideias sobre o que ouviram. Também é interessante brincar com as características dos animais, tais como movimento, sons, forma etc. Disponibilizar novamente gravuras, fotografias, livros de bichos africanos para as crianças.

Ao final, é importante estimular as crianças, para que elas possam interagir entre si, trocando impressões sobre o que escutaram. No centro da roda, deve estar disponível todo o material utilizado nas etapas anteriores, livros de histórias, as gravuras e fotografias dos animais. Para encerrar, pode-se fazer uma brincadeira de corrida dos animais. É importante retomar com as crianças. A proposta é que elas escolham uma das histórias que ouviram e leram, durante o desenvolvimento desta atividade, para contar para as crianças menores.

Para tanto, as crianças precisam escolher uma das histórias de bicho. Talvez, a história possa ser contada por mais de uma criança. Propõe-se nesta etapa um conjunto de atividades com os nomes das crianças e dos professores.

Nessa obra as autoras contam sobre nomes de pessoas, animais e apelidos, e constroem pequenas histórias articuladas com ilustrações, as quais representam crianças de diversas etnias que compõem o povo brasileiro.

A partir da leitura, é momento de explorar o que as crianças apreenderam. Recontos orais coletivos ajudam professores a perceberem se as crianças conseguem relatar o texto que ouviram. Podem ser feitas perguntas sobre qual história mais gostaram, ou que nomes e apelidos acharam interessantes. Nesses momentos, os professores devem colaborar, expandindo partes importantes do texto, retomando fatos que as crianças omitiram, propondo o apoio do reconto nas ilustrações e enfatizando trechos importantes da história.

Sugere-se que os professores se preparem para contar a história de seus nomes. A seguir, recomendase que eles proponham que as crianças descubram as suas histórias. Os professores devem escolher com as crianças a melhor forma para lembrar de fazer essa pesquisa, se por meio de um bilhete dirigido aos familiares ou por meio de um desenho etc.

Ao final, todos podem ganhar uma folha com seus nomes para fazer um desenho que representa a sua história. Etapa 2: Palavras africanas na nossa língua: de onde vieram?

Luís do Quitunde; cacimba, quilombo, mocambo, murundu, senzala. Diversas palavras também produziram alguns nomes compostos e derivados, como: angu de caroço, pé de moleque, minitanga, molecagem, quiabinho, dendezeiro etc. Na atualidade, pode parecer difícil retomar o modo como se deu a influência africana no português do Brasil.

No Brasil, as línguas de maior influência foram o quicongo, o quimbundo e o umbundo. O ewe-fon é um conjunto de línguas mina, ewe, gun, fon, mahi muito parecidas e faladas nos territórios de Gana, Togo e Benin. Entre elas, a língua fon é falada pelos fons ou daomeanos, concentrados no planalto central de Abomé, capital do antigo Reino do Daomé, no Benin.

Para desenvolver essa etapa, é importante selecionar algumas dessas palavras e produzir jogos. Sugere-se um quebra-cabeça com a imagem e as palavras de alimentos ou de outras palavras. É importante montar os quebra-cabeças, selecionando gravuras, fotografias. Após a leitura, é preciso conversar sobre seus significados. Os professores devem ler as definições e pedir para que usem essas expressões das mais variadas formas, criando frases, cantando, rimando etc.

Os professores devem selecionar algumas dessas palavras e organizar jogos.

Musicas infantis 2013 1203.docx

Sugerese um jogo da memória, de instrumentos musicais africanos ou outras palavras retiradas do livro. Os professores devem apresentar os jogos e propor que brinquem em pequenos grupos. Os professores devem propor que todas se transformem em caçadores de palavras, que fiquem atentas aos modos como as pessoas falam e o que dizem. Quando descobrirem alguma palavra de origem africana, elas podem contar para os colegas.

Cada nova palavra pode ser escrita e ilustrada pelas crianças.

As palavras e os desenhos podem ficar expostos numa parte especial do mural ou guardados numa caixa, enfeitada como um tesouro. A primeira criança retira uma palavra, a identifica a partir do desenho ou, com a ajuda do professor, deve começar uma história. Também colabora diretamente para que saibam que o português falado do Brasil tem uma rica herança do povo africano. Contos africanos para crianças brasileiras.

Contos ao redor da fogueira. Rio de Janeiro: Agir, O filho do vento. DCL, Histórias africanas para contar e recontar. Belo Horizonte: Terra Editoria, Moderna, Lendas negras. Sikilume e outros contos africanos. Rio de Janeiro. Editora Pallas, [s. Belo Horizonte: Editora Formato, [s. Ilustrações de Mandaira. Tanto, tanto! Ana e Ana. Que mundo maravilhoso. JOSÉ, Ganymédes. Entre o rio e as nuvens: algumas histórias africanas.

A menina transparente. Rio de Janeiro: Salamandra, Luana, a menina que viu o Brasil neném. Do outro lado tem segredos.

Rio de Janeiro: Nova Fronteira, Belo Horizonte: Formato Editorial, Os sete novelos: um conto de Kwanzaa. Sapo jururu. A cor da vida. Belo Horizonte: Lê, Os reizinhos do Congo. Palavra Cantada, [s. O espelho dourado. Ilustrações de Taisa Borges. Histórias da Preta. Os príncipes do destino: histórias da mitologia afro-brasileira. Oxumare, o arco-íris. O presente de Ossanha.

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Rainha Quiximbi. Contos negros da Bahia. Salvador: Corrupio, Que eu vou para Angola. Rio de Janeiro: José Olympio, ROSA, Sônia. Rio de Janeiro: Editora Pallas, WILL, Eisner. Rio de Janeiro: [s. ZATZ, Lia. Jogo duro: era uma vez uma história de negros que passou em branco. Bibliografia: BÂ, Amadou Hampâté. Amkoullel, o menino fula. BÂ, Amadou Hampâté. Sengâmbia: o desafio da história regional. Ministério da Cultura. Cultura afro-brasileira. Revista Palmares: Cultura Afro-brasileira, a.

Salvador, n. O herói com rosto africano. Lendo e escrevendo Lobato. Teixeira et. Negros e negras em Monteiro Lobato. Belo Horizonte: Autêntica, O exercício do olhar: etnocentrismo na literatura infantojuvenil. Personagens negros na literatura infantil e juvenil. LUZ, Marco A. Prosa de Nagô. A oralitura da memória. Brasil afro-brasileiro. Belo Horizonte: Autêntica, Dossiê sobre o negro. Revista da USP, De olho no preconceito: um guia para professores sobre racismo em livros para criança.

Cadernos de Pesquisa. Como um romance. Rio de Janeiro: Rocco, Oduduwa, Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. Chapecó: Argos, Negritude, letramento e uso social da oralidade.

A capoeira é um fenômeno sociocultural complexo. Para saber mais Essa dança ocorria durante a efundula festa da puberdade , na qual adolescentes formavam uma roda, com uma dupla ao centro desferindo golpes de coices e cabeçadas um no outro, até que um era derrubado no solo. Os passos da dança foram inspirados nas observações que se fazia dos machos das zebras nas disputas das fêmeas durante o período do cio.

Esse entendimento possibilita perceber que a capoeira sofreu adaptações, entretanto, guarda no seu desenvolvimento marcas da experiência e da expressividade negras. É possível encontrar entre as crianças, mesmo entre as pequenas, praticantes de capoeira oriundos de diferentes vertentes e que tenham sobre ela compreensões distintas.

Esse argumento é contestado pela historiadora Regiane Mattos5, que reconhece no Caribe a existência de danças marciais com origem em tradições do Congo.

Consideram-se alguns motivos. O primeiro, mais evidente, é que a capoeira aparecia como uma forma de luta que utilizava o corpo como arma. Com o tempo, os praticantes da capoeira passaram a se referir assim a quem lhes ensinava a arte do jogo e a filosofia de vida. O título de mestre expressa o reconhecimento e a legitimidade por quem possui o saber da capoeira — jogo, arte e filosofia.

Cada escola e cada estilo têm suas particularidades. Entre os grandes mestres de capoeira, dois nomes se destacam: Mestre Pastinha — Vicente Ferreira Pastinha Considerado o patrono da capoeira angola, teve como mestre Benedito, um africano natural de Angola. Em , fundou, em Salvador, o Centro de Capoeira Angola. Mestre Bimba — Manuel dos Reis Machado Em , fundou o Centro de Cultura Física e de Capoeira Regional, sendo considerado por muitos o criador da capoeira regional.

Eram o emblema da coragem e da resistência de um povo e, como fonte de saber, faziam o elo com as tradições africanas. Era admirando o mestre e jogando na roda que o aprendiz dava os primeiros passos.

Esse pode ser interpretado como o segundo momento da história da capoeira. Um dos primeiros. E, para subsidiar as competições, ele incluiu movimentos de outras lutas marciais — como jiu-jítsu, caratê, judô —, criando, assim, a luta regional baiana, posteriormente denominada capoeira regional7.

Considerando que a capoeira adota a terceira característica, esse mestre a classifica como nobre arte.

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Desse modo, relacionar-se com seu corpo implica também relacionarse com o corpo do outro, de forma respeitosa e sem preconceito. Algumas regras devem ser consideradas fundamentos, porque descrevem a ética na capoeira. Esses fundamentos eram aprendidos logo de início e todos os respeitavam.

O desafio estava presente, mas sem comprometer a integridade física. Por isso, é forte a figura do mestre que traduz a capoeira como filosofia, na qual as histórias dos mais velhos orientam a vida dos. Faz parte, também, observar como o colega joga e que movimentos faz para se defender. Ser admirado por seu saber pode levar as crianças pequenas 4 a 5 anos a se preocuparem mais com sua conduta diante dos pequenos.

Além disso, aquele que tentasse explorar o mais fraco se arriscava a cair em total descrédito na comunidade. Entretanto, era permitido ao discípulo mais velho aproveitar a oportunidade para exercitar as suas próprias habilidades, o que normalmente provocava muitos risos na plateia e um enorme aprendizado ao iniciante. O mestre nunca deixava seus discípulos ultrapassarem os limites.

Além disso, [ O toque do berimbau, por exemplo, marca o ritmo do jogo e pode ser utilizado pelo mestre para acelerar e alterar os movimentos e o contato entre os capoeiristas. A roda de capoeira é formada, comumente, pela seguinte estrutura musical: três berimbaus gunga, médio e viola , dois pandeiros, reco-reco, agogô, tambor ou atabaque.

Na musicalidade, inclui-se o canto. O canto ou a ladainha é entoado no início da roda, em geral pelo mestre. Nesse momento, o restante dos participantes aprecia e se concentra.

É um momento de expressar uma mensagem, contar uma história e transmitir um conhecimento. O segundo canto é um jogo de perguntas e respostas entre cantador e o coro, que é composto pelos participantes da roda.

Para lembrar Até os anos de , a presença feminina na capoeira era insignificante e limitada ao coro ou aos instrumentos musicais. As mulheres jogam e ensinam a jogar, usam o corpo, a ginga e desempenham a arte.

Ao fazer isso, pode-se desenvolver a capacidade de discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais. A roda vai começar. Detalha-se abaixo alguns objetivos concernentes a cada um desses eixos, de forma a alertar para aspectos a serem trabalhados com as crianças no decorrer do projeto. Entende-se por situações de conflito todos os momentos em que as crianças se veem diante de situações de escolhas.

Essa é uma aprendizagem importante e difícil, que pode ser auxiliada com atividades que permitam:. As crianças de 4 e 5 anos conseguem selecionar suas preferências, por exemplo, escolhendo um instrumento em meio a muitos. Nesse caso, o grande desafio é respeitar as preferências dos outros. Esse valor é cultivado em muitas culturas, sobretudo nas de matriz africana. O Projeto Capoeira abre espaço para a presença dos mestres, dos mais velhos que sabem tocar, cantar, jogar e que transmitem seu conhecimento a partir da oralidade.

As crianças de 4 e 5 anos conseguem reconhecer objetos que dizem respeito ao seu grupo social, como instrumentos musicais, utensílios domésticos, adereços e símbolos.

Com o objetivo de reconhecer e valorizar modos de ser, viver e trabalhar de grupos sociais do presente e do passado, podem ser desenvolvidas as seguintes tarefas:. Esses objetivos se desdobram em:. No caso das crianças de 4 a 5 anos, o interesse por sons é muito aguçado e pode ser explorado com atividades que objetivam:.

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Algumas atividades podem ser realizadas com as crianças de 0 a 3 anos:. Afinal, o corpo é apresentado, representado e valorizado diferentemente nas situações sociais. É o que se apresenta a seguir. Após esse momento introdutório, apresenta-se às crianças a ideia do Projeto Capoeira e o enfoque sobre a corporeidade e a musicalidade. Recursos e tempo. Em alguns casos, nota-se uma presença mais constante de certos familiares, que acabam dificultando algumas atividades no cotidiano da escola.

Uma segunda passagem do caderno poderia levar desenhos e produções das crianças, ou pedir sugestões ou materiais para trabalho. Sugere-se que a capa do caderno seja trabalhada com desenhos ou símbolos elaborados pelas crianças, utilizando, por exemplo, desenhos e pinturas que remetam ao projeto o berimbau, por exemplo. É importante que os professores preparem a leitura antes da atividade.

Rio de Janeiro: Pallas Editora, [s. É possível representar os versos com jogos corporais: formar a roda e propor às crianças identificar o que meninas fazem e o que meninos fazem.