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, eu, branco, da classe média de São Bernardo do Campo, queria ser Mas eu queria ser mais um dos que invadiram o palco do VMB, . Você também pode assinar a revista, por R$ 4,90 e baixar o app da GALILEU. RIO — O que os Racionais MC's têm em comum com MC João, do "Baile de favela"? Recentemente, todos lançaram vídeos dirigidos por. Além de ser o vídeo mais icônico e que fez os Racionais MC's .. com os Racionais rendeu o prêmio de melhor clipe do VMB de

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Elas permitem que as pessoas que as curtam comuniquem-se amplamente a partir de interesses comuns. Para Duarte ,. A Coca-Cola Zero usufrui do fato de que, cada vez mais,. Para a qualidade da proposta, é exigida do pesquisador consistência, coerência e, principalmente, atitude ética e crítica frente ao conhecimento e aos envolvidos. No material, apresentavam-se explicações sobre o que era notícia, lide e dos processos de como fotografar. Para reforçar o mito, em saiu o terceiro volume do discoTim Maia Racional. Estrangeiros para nós mesmos. Em Curitiba. É a partir dela que se criam os eventos relacionados à Marcha das Vadias e se divulgam os materiais de esclarecimento e de como o grupo se organiza e se pronuncia diante dos mais variados assuntos. Conseguimos colocar trinta pretos vivos na capa do jornal. Quem quiser também interagir e enviar um relato sobre algum episódio do Clube, fiquem à vontade; eu divulgarei os melhores aqui nos próximos capítulos. E ainda interagir com a galera! Acesso em: ago. Acesso em: 14 jun. Poderia, contudo, estar descrevendo as mobilizações brasileiras. Como você faz? Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi. A proposta acabou enterrada. Porque eu comecei a olhar o bagulho e era de verdade.

RIO — O que os Racionais MC's têm em comum com MC João, do "Baile de favela"? Recentemente, todos lançaram vídeos dirigidos por. Além de ser o vídeo mais icônico e que fez os Racionais MC's .. com os Racionais rendeu o prêmio de melhor clipe do VMB de Esta é uma lista de canções de Racionais MC's, grupo brasileiro de rap fundado em na Ela foi executada ao vivo durante a premiação Video Music Brasil , no Palácio de Convenções do .. Consultado em 25 de dezembro de ; ↑ «Com trutas e novos sons, Racionais MC's encerram o VMB ». Com trutas e novos sons, Racionais MC's encerram o VMB marcando, assim, o encerramento do VMB da cultura de rua, o maior Video. Racionais MC's - That's My Way (Ed Rock part. Seu Jorge) (Letra e música para ouvir) - Pelo chão, pelo amor, pelo sangue, pela cor / Fidelidade, lealdade em.

Um exemplo: em uma brincadeira recente, para desmentir os rumores de que a banda chegaria ao? Em movimento encabeçado por Criolo e Emicida, rap nacional ganhou ouvintes em todos os cantos do país. Na RS Brasil , Criolo e Emicida tiveram seus discos eleitos, respectivamente, como primeiro e segundo melhores lançamentos do ano. Um ano depois, Foco, Força e Fé , de Projota, recebeu disco de ouro.

Mal sabia ele que aquele era só o começo de uma era. Em , eles iniciaram uma turnê que rendeu dois shows no Lollapalooza, e seguem na estrada. Um revival desses estilos, com uma pegada pop e radiofônica, parecia ser algo bem-vindo.

A estreia, Frank, , foi uma bem-sucedida curiosidade. Brigas, bebedeiras, prisões, vexames, shows cancelados Ela foi uma das artistas que se bene? Mas as comparações param aí. A britânica também é uma das grandes histórias de sucesso destes tempos, uma das raras? Cada vez mais, vamos ter que nos acostumar com a ausência de tipos como ele. Tristemente,Prince, outro ícone supremo da black music, morreu em abril deste ano, também devido ao abuso de medicamentos controlados.

No caso dele, que tinha 57 anos, ninguém esperava: estava em turnê e lançou dois bons discos em David Bowie estava longe dos holofotes havia uma década, até aparecer com o disco The Next Day No dia 8 de janeiro de , quando completou 69 anos, lançou o brilhante Blackstar.

Dois dias depois, ele morreu vitimado por um câncer no fígado. O mundo ficou de luto. O DJ alcançou um nível de sucesso e idolatria que era reservado no passado aos vocalistas de bandas de rock. Porém algo mudou quando a sigla EDM — de electronic dance music — começou a se tornar verdadeiramente popular nos Estados Unidos. De certa forma, foi como se o DJ assumisse um posto que antes era do vocalista da banda de rock. Ver- dade, nem todos entendem.

Estes foram apenas alguns deles. A lista do Instituto Crowley re? Misturando reverência e toques próprios, artistas dos novos tempos mantiveram acesa a chama das guitarras. Nestes frenéticos dez anos que se passaram, talvez tenha sido difícil enxergar o rock como ele era antigamente. Quando passou a investir pesado na própria gravadora, a Third Man Records, em diversos projetos paralelos The Raconteurs, em , The Dead Weather, em e se lançou em carreira solo , White virou o herói dos aficionados por tudo que é vintage.

Liderado pelo inquieto Kevin Parker, o Tame Impala é o símbolo do rock psicodélico contemporâneo. Para Parker, vale emular os efeitos exuberantes que os Beatles usavam na época de Revolver, as guitarras espaciais do Pink Floyd e todos os cacoetes da lisergia explorada especialmente nos anos e O rock progressivo teve o apogeu na primeira metade da década de , mas nunca foi embora. Ao vivo, a banda usa um arsenal completo, com direito a lasers e efeitos pirotécnicos além de. O prog rock do Muse é pop e tem apelo visual, direcionado à.

Alguns possuem um tema central, outros tratam de generalidades. Percebe-se assim a variedade de informações encontradas em blogs. Recuero , p. Ainda assim, na internet, designadamente nos weblogs A metodologia qualitativa é reflexo de um movimento que visa examinar e criticar o método científico.

Para a qualidade da proposta, é exigida do pesquisador consistência, coerência e, principalmente, atitude ética e crítica frente ao conhecimento e aos envolvidos.

Justifica-se a escolha por esse modelo. Destes, retornaram quinze, que fazem parte deste corpus de pesquisa. Os questionamentos encaminhado foram assim estruturados: a Você acompanha as informações políticas do Brasil a partir de blogs especializados?

Tablatura Esqueci – amor a três (pout pourri) Bruno e Marrone

Esta pergunta. Questiona-se para descobrir quais as características fomentadoras para o consumo da plataforma enquanto referência política nacional. Enquanto a. Ao analisar o blog, percebe- se a ausência de constância, ou seja, em algumas semanas, a jornalista posta um texto diariamente, enquanto em outras, ela fica sem publicar informações por. É possível examinar que, em alguns momentos, mais de um texto é produzido e postado por dia, enquanto que em outros períodos somente uma matéria é divulgada ao longo de 24 horas.

Eles oscilam significativamente, enquanto certos textos recebem 09 intervenções, outros recebem mais de opiniões. Um ano depois, foi trabalhar na sucursal do jornal O Globo, em Brasília, onde ficou até Após a experiência, passou a fazer a cobertura do Congresso Nacional em A partir de , começa a trabalhar com o também jornalista Ricardo Boechat.

Em seguida, passa para a Globo News, com o programa Fatos e Versões, que trata dos bastidores de Brasília.

Um dos furos que a consagrou foi a saída de Pérsio Arida do Banco Central. Do conjunto de depoimentos selecionados, percebe-se que os jornalistas fazem uso frequente da rede para se manterem informados. Pretende-se aqui conhecer quais. Do total de entrevistas, as respostas abaixo demonstram a credibilidade e confiança depositadas no trabalho de Cristiana.

Mas tanto no blog quanto na TV ela tem opiniões muito bem articuladas, e fala sobre política de uma maneira muito clara e direita. Quem a assiste, ou acompanha o blog dela, fica bem informado sobre o assunto. Derivações do tema política Busca-se a partir deste questionamento apurar quais as delimitações existentes dentro do campo político, e midiatizado. Enquanto alguns focam em pautas que abordam atualidades, por exemplo, outros preferem os escândalos políticos.

Potencialidades Sobre as potencialidades, pretende-se, através do conjunto de respostas, destacar os pontos fortes encontrados no discurso produzido pela jornalista. Dentre as respostas, o grupo destacou a experiência da profissional como potencializador ao acesso frequente ao blog.

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Nesse sentido, um dos de-. Acredito que o ponto forte das informações é a rapidez com que ela divulga os fatos e os desdobramentos. No quadro de potencialidades do blog de Cristiana Lôbo, verifica-se que, embora cada entrevistado cite um aspecto específico, a maioria evidencia a experiência da jornalista como ponto positivo para a qualidade dos textos produzidos, fator que resulta na leitura frequente da plataforma.

Nesse eixo de ideias, busca-se observar quais as vulnerabilidades perceptíveis nos textos e no discurso da profissional. Ela, como todo jornalista, depende de fontes. Quando as tem, o trabalho fica facilitado. Acredito que seja um ponto fraco e poderia ser mais bem explorado. Pouco vejo postagens que tragam informações relevantes sobre o Congresso Nacional. Os depoimentos selecionados remetem para as diferentes leituras do mesmo material.

Petistas dizem que o veículo ou o jornalista é peemedebista ou tucano. E tucanos e peemedebistas dizem que o veículo ou o jornalista é petista. Apenas isso. Ao considerar os aspectos conceituais, posiciona-se de maneira a. O impasse mencionado surge quando os teóricos verificam a ausência de objetividade e neutralidade em produções oriundas de blogs.

Dessa forma, verifica-se o compromisso da profissional com as questões éticas norteadoras do Jornalismo. Nessa linha, constata-se a confiança depositada pelos jornalistas santa-marienses no trabalho divulgado pela especialista em política.

Ao examinar as apropriações e impressões resultantes da leitura do blog de Cristiana Lôbo nos jornalistas de Santa Maria, é possível verificar o potencial informativo imbricado na plataforma blog. Texto on-line, Acessado em: 18 ago.

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Cultura em fluxo — novas mediações em rede. Belo Horizonte: Editora Pucminas, , pp. Bases de dados e Webjornalismo: em busca de novos conceitos. Santiago - PT, Da pirâmide invertida à pirâmide deitada.

Blog e jornalismo on-line: Potencialidades profissionais na contemporaneidade tecnológica. Estudo de Caso. Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea. Sulina, Porto Alegre. LÉVY, Pierre. Rio de Janeiro — RJ: Editora 34, O ciberespaço como fonte para os jornalistas.

Salvador: Calandra, Acesso em: 5 jul. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Acesso em: 17 jul. ISBN: Qualitative Evoluation Methods.

Beverly Hills,Sage Publ. Poços de Caldas, Brasil. ANPED, Acesso em: 18 set. Belo Horizonte, MG, A pesquisa qualitativa no circuito das notícias.

Novo Hamburgo, Acesso em: 6 out. Palavras-chave: Ativismo. Utilizando gravações de câmeras digitais, smartphones e sites de redes sociais como Facebook e YouTube, a NINJA e redes de indivíduos interconectados desenvolveram um movimento ad hoc para provar a inocência do estudante, disponibilizando-nos um caso empírico para contemplarmos as formas de contrapoder articuladas pela massa de mídias RAMONET, aglomerada em torno de uma causa.

Seu objetivo? O nosso objetivo com o presente texto é avaliar como indivíduos em posse de tecnologias podem se mobilizar através da internet e formar uma rede de contrapoder aos poderes institucionais e mesmo da mídia corporativa. Fornecem, assim, espaços comunicativos para que os movimentos sociais manifestem seus ideais, dispensando o agendamento da mídia corporativa para pautar suas ações.

Ou seja, quando a conjuntura política muda, o perfil dos movimentos sociais também é alterado. Na contemporaneidade, o espaço onde as discussões geralmente se iniciam ou tomam forma é a internet, cujo papel, conforme Castells , ultrapassa a instrumentalidade, criando condições para o movimento sobreviver sem lideranças e ainda se expandir, mesclando experiências nas redes e nas ruas, no que Castells define como redes multimodais.

Smart mobs movimentos de multidões, que atuam interligadas por tecnologias digitais e ativismo presencial, mesclam experiências nas redes e nas ruas, utilizam-se de conexões móveis, smartphones, sites de redes sociais e outras ferramentas oferecidas pela cibercultura.

Acesso em: 20 ago. Acesso em: 17 ago. Resgatamos no presente texto a segunda-feira, dia 22, para demonstrar como as mídias ativistas podem atuar enquanto instância de contrapoder, ao questionarem versões oficiais de instituições como a polícia e redirecionarem assim as abordagens da mídia corporativa sobre os fatos. Acesso em: 15 fev. A mídia corporativa absorveu essas versões e assim compôs suas matérias Portal G1. Acesso em: 16 fev. A partir deste chamamento, dezenas de vídeos passaram a ser postados e compartilhados nas redes.

In: Portal Terra. Encontramos no YouTube mais de uma dezena de vídeos gravados por indivíduos que estavam na linha de frente ou um pouco à lateral do protesto. Para saber mais, ver Cf. In: Portal G1. Neste outro link, temos as mesmas imagens, contudo, com mais gravações do conflito.

Neste terceiro vídeo, temos a cena de outro ângulo, que exibe o lançamento do artefato um pouco mais à direita do local onde Bruno, que aparece de costas, estava.

Em uma postagem no Facebook19, é possível perceber a intensidade do engajamento dos seus seguidores para apontar provas da inocência de Bruno. Ou seja, o enfoque original que seguia apenas os relatos oficiais foi questionado e redirecionado a partir das ações convocadas pelas mídias ativistas nas redes.

Acesso em: 18 fev. O guia apresenta cinco passos que orientam o manifestante a realizar filmagens com segurança em protestos. Ética, jornalismo e nova mídia: uma moral provisória. A sociedade em rede. Mídia Radical: rebeldia nas comunicações e movimentos sociais.

John D. Senac, Movimentos sociais no início do século XXI: antigos e novos atores sociais. Cidade e mobilidade. Telefones celulares, funções pós-massivas e territórios informacionais.

Matrizes, v. Acesso em: 02 jul. Acesso em: 28 fev. Cibercultura Punk. Revista Cult On-line, In: Acesso em: 15 set. A Internet e a Rua: ciberativismo nas redes sociais. Labic, As ruas e a democracia. Paulo, de 13 a 24 de junho, durante as mobilizações sociais. Apontar limites e possibilidades é a que este exercício pode contribuir. Palavras-chave: Jornalismo. Folha de S. Parte dos resultados desse exercício, que recorre a ferramentas da etnografia, e o seu cotejamento ao discurso produzido pelo jornal pela notícia que representou os acontecimentos, é o que este texto apresenta.

Dessas premissas, decorrem processos de semiose cujas texturas produzem tensões de natureza explosiva naquilo que o semioticista russo Yuri Lótman entendia como semiosfera. A semiosfera, que é o espaço em que as semioses processam-se e instauram sentidos — e que em cuja estruturalidade organiza-se a cultura LÓTMAN, — ganha outra materialidade com os novos fluxos de semiose, com intensas tensões e disputas de sentidos.

É dessa perspectiva que se fala aqui de crise no jornalismo. Acesso: 24 mar Exemplo é editorial da Folha de S. Acesso: 24 mar. No Brasil, o final da década de e o início dos anos.

Ninguém esperava. Ilse Scherer-Warren , p. É de agora o Facebook e o Twitter. Stéphane Hessel , p. Na disputa de sentidos que se estabelece em torno do acontecimento, a Folha de S.

De início, eram uns poucos, aos quais se juntaram centenas, depois formaram-se redes de milhares, depois ganharam o apoio de milhões, com suas vozes e sua busca interna de esperança, confusas como eram, ultrapassando as ideologias e a publicidade para se conectar com as preocupações reais de pessoas reais na experiência humana real que fora reivindicada CASTELLS, , p. Poderia, contudo, estar descrevendo as mobilizações brasileiras.

Um espaço de compartilhamento de sonhos, intenções, como refere Castells , que leva as pessoas, em rede, às ruas. O período combinado foi a semana que compreende os dias 17 e 23 de junho de Isso ocorreu em 14 de junho, sexta-feira. Uma das fotos de capa mostra uma repórter do próprio jornal ferida por uma bala de borracha. Os protestos marcados para as 17h de segunda-feira mobilizam praticamente toda a editoria. Ele refere-se à cobertura dos acontecimentos desde sexta-feira, dia Em seguida, para de novo.

A manchete da Folha de S. Toda em caixa-alta, em duas linhas e com tamanho de fonte Das mais conservadoras, às mais progressistas. Paulo, saem muito mais inferências do que as que se podem trabalhar aqui.

Decorrem algumas considerações dessas constatações iniciais. Percebe-se, nos processos sociais descritos, uma capacidade inédita de agendamento do jornalismo, ao passo que a Folha dedica-se, quase que exclusivamente, a essa pauta na semana que compôs a pesquisa exploratória.

Jornalismo e dispositivos móveis. Percepções, usos e tendências. Jornalismo digital e tecnologias móveis. O jornalismo como acontecimento. Jornalismo e Acontecimento: mapeamentos críticos. Florianópolis: Insular, Movimentos sociais na era da internet.

HENN, Ronaldo. O jornalismo como semiótica a realidade social. Apontamentos sobre o ciberacontecimento: o caso Amanda Tood. Salvador: UFBA, Cultura y explosión, Lo previsible en los processos de cambio social. Barcelona: Gedisa Editorial, La semiosfera.

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Madri: Catedra, Natal: UFRN, Natal, O Fim das Certezas. Tempo, Caos e as Leis da Natureza. Das mídias de massa à massa de mídias.

Rap – Agência Jovem de Notícias

O olhar às avessas: a lógica do texto jornalístico. Das mobilizações às redes de movimentos sociais. Ao longo da pesquisa, identificamos que a Marcha das Vadias — SM configura-se como um movimento genuinamente em rede e de rede. Palavras-chave: Movimentos sociais em rede.

Marcha das vadias. Elas permitem que as pessoas que as curtam comuniquem-se amplamente a partir de interesses comuns. Assim como o tema, as abordagens conceituais que o versam se concebem sobre paradigmas diversos, alinhados a perspectivas que contemplam os aspectos situacionais, históricos, socioeconômicos e também tecnológicos em que ocorrem as ações coletivas. Marco desse pensamento transitório, a década de , através das lutas civis e sociossimbólicas desenvolvidas tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, foi o período no qual se deflagrou empiricamente o que teóricos e pensadores definiram enquanto Novos Movimentos Sociais.

Conforme Alonso , p. Com base neste pensamento analítico, a teoria ou as teorias dos movimentos sociais passam a ser alimentadas pelas transformações sociais de cada época. Com uma realidade bastante dinâmica a qual nem sempre as teorizações conseguem acompanhar, os movimentos sociais contemporâneos tendem a transcender suas formas empiricamente localizadas, articulando simbolicamente sujeitos e atores sociais a identificações coletivas e individuais.

Esse fator de dinamicidade faz com que possamos ampliar nosso escopo analítico. Mais recentemente, Castells , p. Os novos movimentos sociais. Torna-se importante reconhecer, assim, a internet enquanto um espaço passível a restrições. Espaços estes que refletem e organizam as suas sociabilidades on-line e off-line. É a partir dela que se criam os eventos relacionados à Marcha das Vadias e se divulgam os materiais de esclarecimento e de como o grupo se organiza e se pronuncia diante dos mais variados assuntos.

Todavia, resta-nos questionar que rua é essa? Relacionadas a reflexões sobre gênero, mulher e feminismo. Surge, assim, a importância de verificar as continuidades e atravessamentos entre o on-line e off-line. Um ambiente fomenta o outro. O Facebook, para o movimento, configura-se em um espaço de trocas de informações e negociações dos sujeitos que nele participam.

As Teorias dos movimentos sociais: um balanço do debate. In: Lua Nova, n. Liliane Dutra. Liinc em Revista, v. A Mídia na Sociedade em rede. Journal of Feminist Scholarship, v. O poder da identidade. A Sociedade em Rede: do Conhecimento à Política. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, Mídia Radical: Rebeldia nas comunicações e movimentos sociais.

Sociologia dos movimentos sociais. La etnografía: método, campo y reflexividad. Buenos Aires: Grupo Editorial Norma, Cidades rebeldes: passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Petrópolis, Vozes, Matrizes, n.

Redes Sociais na Internet. Das Mobilizações às redes de movimentos sociais. Sociedade e Estado, v. Pensar Outramente. Nesse intuito, foram identificados os fatores que originaram o movimento Hip Hop e as influências deste discurso de protesto no Rap nacional.

Ser um movimento de contracultura significa, basicamente, questionar e contradizer a cultura dominante. O Rap é um discurso que destaca a necessidade latente de uma sociedade com menos desigualdade social, menos pre-. É perceptível que o Rap vem ganhando espaço na mídia de massa, no Brasil e fora do país. Acesso em: 21 mai.

Acesso em: 21 maio Este é o caso do Rap, que se apresenta como um discurso mais militante do que propriamente musical, visto que funciona como a voz da periferia e como fonte de influência para os jovens da classe popular suburbana. Acesso em: 19 out. Por meio do crescente investimento em mídia, percebe-se o destaque de consumo do meio TV pelos brasileiros.

Acesso em: 14 maio A primeira linguagem do Hip Hop a nascer nos guetos de Nova Iorque foi o graffiti. Em síntese, o movimento Hip Hop compreende uma cultura de rua engajada pela luta dos direitos civis e sociais de jovens negros de periferia, e foi sistematizado por Afrika Bambaataa, um dos pioneiros da cultura, no final da década de e no começo da de , em Nova York, em quatro elementos: o dj disk jockey , o mc mestre de cerimônias , o grafiteiro e o b.

Foi na década de que se consolidou a cultura popular jovem, que se destacava por seu internacionalismo, como explica Sarmento , p. Os jovens dessa época pretendiam desenvolver uma sociedade que era contra a cultura dominante. Alguns jovens aderiram radicalmente a esses conceitos e se ligaram às comunidades hippies. O movimento de contracultura — impulsionado por um contingente de jovens ociosos e, ao mesmo tempo, dispostos a lutar contra a tecnocracia, o capitalismo, a burocracia e, consequentemente, contra as guerras e ditaduras que eclodiam por todo o mundo — assumia-se contra a cultura dominante, ou seja, contra as bases do capitalismo e da sociedade de consumo.

Na época, surgiram as primeiras organizações dos b. Os primeiros rappers cantavam na rua, ao som de latas, palmas e beat box.

A amostra por conveniência referiu-se ao universo de dezoito edições do VMB. Acesso em: 11 dez. Aposta MTV. Acesso em: 08 ago. Durante o caminho até o palco, a seriedade dos rappers prevaleceu. O primeiro integrante dos Racionais a agradecer o prêmio foi o Mc Ice Blue, que comentou as dificuldades encontradas pelos rappers para ganharem espaço em gravadoras, pelo preconceito que sofriam.

O grupo ganhou mais cinco minutos e vinte segundos aproximadamente, desde. Das sete categorias em que concorreu, venceu em cinco. Outro grande prêmio conquistado por Emicida foi o de Artista do Ano.

Este posicionamento foge ao senso comum a respeito dos rappers, ao estereótipo que muitas pessoas têm sobre os representantes do movimento e sua forma de expressar a ideologia Mostrando-se um legítimo representante das periferias, utilizou o espaço de grande visibilidade para dar voz aos excluídos. Isso aí. Muito obrigado a vocês.

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Depois de quatorze anos em que receberam o primeiro prêmio no VMB, os Racionais subiram ao palco com a mesma seriedade de sempre. Esta conduta diz respeito ao que o grupo reivindica em suas mensagens. Acesso em: 21 out. Acesso em: 21out.

Acesso em: 12 nov. Em síntese, o Rap é um discurso que vende a ideia da necessidade latente de uma sociedade com menos desigualdade social, menos preconceitos social, racial, cultural, de gênero, etc.

Campinas — SP. Pesquisa qualitativa: características, usos e possibilidades. O livro vermelho do hip-hop. Com cerca de 2 minutos, o quadro vai ar no telejornal Repórter Brasil, às 21 horas. No site g1. Mais de 2.

Carta na manga: disco para baixar da banda Mão de Oito

Para os autores , p. Assim, profissionais e amadores fazem parte de um sistema de trocas comunicacionais e estéticas em flagrante interdependência. Huxley7 para defender a ideia de que [ Para Ângela Maria Meili , p. A pesquisadora retoma a categoria de Pro-Am Profissionais Amadores do jornalista e teórico Charles Leadbeather para delimitar aquela pessoa que produz voluntariamente algo esporte, cultura, jornalismo , seguindo entretanto um critério profissional, um novo híbrido social.

O termo foi cunhado pelo fisiologista americano W. Para Mohammed ElHajji,. Fator este que é inerente à natureza humana, errante, sempre por querer descobrir novos horizontes.

Respeitam-se, desse modo, os critérios de perti-. As meninas, predominantemente loiras, eram escaladas na pré-adolescência, por volta dos 10 aos 15 anos, e a deixavam o grupo no início da vida adulta, entre os 17 e os 20 anos. Network journalism: converging competences of media professionals and professionalism. Australian Journalism Review, v. O Amante. Mapas subjetivos de um mundo em movimento.

Revista de Economía Politica de las tecnologias de la información e de la comunicación, v. XIII, n. Acesso em: 13 abr. HYDE, G. Independent Media Centers: cyber-subversion and the alternative press. First Monday, v.

Um modelo híbrido de pesquisa. Metodologia da pesquisa em Jonalismo. Petrópolis: Vozes, , p. Estrangeiros para nós mesmos. Rio de Janeiro: Rocco, KEEN, Andrew. O audiovisual na era do youtube: pro-amadores e o mercado. Acesso em: 30 maio The third wave on online journalism. The Online Journalism Review, 18 Apr. Acesso em: 05 jul. O estrangeiro. Revista RBSE, v. As estratégias sensíveis: afeto, mídia e politica. Media literacy from the perspective of broadcasterss and user generated contente producers around the world.

Telejornalismo: das rotinas produtivas à audiência presumida. Jornal impresso. Ao mesmo tempo, desaloja os acadêmicos que também se tornam protagonistas ao ocuparem o lugar de mediadores. Ele foi desenvolvido durante o segundo semestre de e o primeiro semestre de ,.

Entre as respostas, as mais comentadas foram internet e o jornal impresso. Ao lado de outros veículos, o jornal impresso permite que se tome conhecimento de fatos que ocorrem desde o nível municipal micro até mundial global.

E onde interagem, efetivamente, professores-alunos, alunos-comunidade, professores-acadêmicos, alunos-acadêmicos, de modo a gerar novas formas de conhecimento. Para tanto, fomos conhecer o grupo com o qual iríamos atuar: duas turmas de estudantes do primeiro ano do ensino médio. Desses, 11 moças e nove rapazes, sendo um rapaz de 17 anos, quatro de 16 e quatro de Entre as moças, seis têm 16 anos e cinco As opções eram: jornal, revistas de entretenimento, romances, poesia, textos eletrônicos, sites, revista de quadrinhos e outros.

O gosto por ler jornal foi assinalado 10 vezes; sites, 16; revistas de entretenimento e romances, oito 8 ; revistas em quadrinhos, sete 7 ; poesias, quatro 4 ; e outros sem identificar o quê , um 1. Na pergunta 01, deveriam responder se gostariam de escrever um jornal e o quê colocar nele.

Treze 13 alunos responderam que sim e entre os assuntos constavam notícias da comunidade, atualidades nacionais, poesia e esporte. Na primeira pergunta, sobre se eles gostariam de escrever um jornal e o quê colocar nele, 11 alunos responderam que sim e entre os assuntos, notícias, atualidades nacionais, poesia, política e meio ambiente e esporte.

Faria e Zanchetta Jr. Entre as atividades, foram realizadas explicações e exercícios sobre os gêneros textuais presentes em jornal para que os alunos pudessem desenvolver suas entrevistas, notícias e charges para o jornal. No material, apresentavam-se explicações sobre o que era notícia, lide e dos processos de como fotografar. Na etapa seguinte, era elaborada uma lista de temas sobre os quais eles poderiam escolher.

Essa lista era sugerida por eles no grande grupo e escrita no quadro, sendo que, em dupla, escolhiam o seu tema. Desse modo, trabalhamos os gêneros notícia, carta do leitor, crônica e poemas. No total foram oito oficinas. O manuseio do jornal como atividade inicial facilitou as demais. Eles escolheram uma notícia e a reescreveram. Na semana seguinte, entregamos um material impresso com um resumo sobre as características do lide da notícia. Como atividade, primeiro, os alunos recortaram uma notícia de um jornal impresso e identificaram as partes do lide.

Depois, passamos um lide no quadro e os alunos escreveram suas notícias. Em 10 de setembro, os alunos entregaram os textos sobre as pautas da semana anterior. Ainda, como atividade, os discentes escreveram uma carta do leitor sobre temas que anotamos no quadro e alguns produziram charges sobre momentos da atualidade, como os protestos.

Na semana seguinte, os alunos entregaram os textos sobre as pautas do encontro passado. Na primeira semana de outubro, os alunos produziram a entrevista e suas cartas do leitor. No encontro seguinte, os estudantes finalizaram a escrita das reportagens e produziram crônicas de temas livres.