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EDUARDO E SILVANA EU SO POSSO IMAGINAR BAIXAR


Eduardo e Silvana - I Can Only Imagine (eu Só Posso Imaginar) (Letras y canción para escuchar) - Eu só posso imaginar / como, então, será / quando ao Teu. Eu só posso imaginar / como, então, será / quando ao Teu lado / eu andar / / Eu só posso imaginar / o que sentirei / quando eu tocar / a face do meu Rei /. Venha ouvir I Can Only Imagine (eu Só Posso Imaginar), Agnus Dei, Grandioso És Tu (Hcc 52) e muitas outras músicas!.

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POSSO IMAGINAR SO EDUARDO BAIXAR E SILVANA EU

Oi, Elizabeth, você pode editar pelo Windows Movie Maker. Amber observava a extensa paisagem verde pela janela do quarto. Refiro-me a Alegria Breve2 e a Signo Sinal3. Maria da Paz afirma a Rock e Téo que deseja que Jô continue perdendo seu dinheiro. O prazo termina hoje, meia-noite.

Eu só posso imaginar / como, então, será / quando ao Teu lado / eu andar / / Eu só posso imaginar / o que sentirei / quando eu tocar / a face do meu Rei /. Venha ouvir I Can Only Imagine (eu Só Posso Imaginar), Agnus Dei, Grandioso És Tu (Hcc 52) e muitas outras músicas!. Eu só posso imaginar. como, então, será / Quando ao teu lado, eu andar? / Eu só posso imaginar. o que sentirei / Quando eu tocar, a face do meu rei? / Eu s. Eu Só Posso Imaginar - Eduardo e Silvana música para ouvir e letra no Kboing. Eu Só Posso Imaginar - Eduardo e Silvana Letra da música | Eu só posso imaginar como, então, será quando ao Teu lado eu andar Eu só posso imaginar o.

Trata-se de um personagem que parece realizado. Concretizou o sonho. Apolônio morreria pouco depois da entrevista que deu a Silvio Tendler.

Uma religiosa e outra assistencialista. Mas, de qualquer modo, surge aí um novo fenômeno na política brasileira. Ora, esse novo político nada tem de novo.

Ao mesmo tempo, as expectativas de mudança real parecem desencantar a muitos com os problemas que surgiram a partir de sucessivas crises do governo. Esse parece ser o mote do ilme de Silvio Tendler. Tempos e espaços vividos por jovens que buscam saídas para a convivência entre os diferentes. Para salvar milhares de jovens americanos. Gastamos mais de dois bilhões de dólares na maior aposta cientíica da história.

Baseado em fatos reais, filme 'Eu Só Posso Imaginar' estreia no Brasil em março

E vencemos! E deixarmos de vê-lo como ameaça e passarmos a vê-lo como uma promessa. Esse desespero cego é o outro lado da mesma moeda. Isto é, tudo se toca, num movimento contínuo. A obra se constrói com frases da mesma maneira que cada frase se constrói com intervalos de movimento.

Bienal de Veneza. O que acontece quando Peri constrói uma piscina e tem Dicró como vizinho? Baile Funk. Acadêmicos do Morrinho parte 1 e 2 MC. Bonecos-Lego iniciam uma revolta no Morrinho, na tentativa de viajar para a Bienal de Veneza acompanhados de seus autores.

Fonte: www. Ou, simplesmente, quais as potências e devires dessas existências? A primeira vez que vi esses doc. Em Saci no Morrinho, de realizado para o canal Nickelodeon 3, o Lego de Mestre Renato conta a história de um descon- certante Saci Pererê, deslocado para a favela do Morrinho. Um saci sinistro, com voz cavernosa e cheio de gírias e malandragens, capaz de assustar e dar uma surra completa em um morador do Morrinho que rouba doce de crianças.

Os meninos aparecem inteiros na imagem, entram na história dos Legos e resolvem reconsiderar. Muitos dessas pro- duções trazem uma ausência de explicações, ausência de referências que nos coloca diante de uma outra forma de pensar o político. Ela é política antes de mais nada pela maneira como conigura um sensorium espaço-temporal que deter- mina maneiras do estar junto ou separado, fora ou dentro, face a ou no meio de.

A cultura urbana torna-se uma das bases do capital que busca extrair valor das redes espalhadas pela cidade: redes de cultura, redes de saber, redes de afetividade e sociabilidade. Mais quais as condições de possibilidade para que as redes de cul- tura urbana se apropriem e dinamizem o território urbano? Política da arte. Parte-se do cotidiano, da vida, para pensar uma estética ou linguagem expandida para outros campos, repertórios e referências.

Ética das imagens que nasce do fazer, sentir, perceber. Partir dos códigos do melodrama ou da novela para reconigurar o sensível. Partir do sabido, do consumo, para trazer outras referências. Conhecido inicialmente pelo trabalho no teatro, o Grupo Nós do Morro Rio de Janeiro vem realizando experiências no audiovisual desde , com alguns resultados expressivos, como Picolé, Pintinho e Pipa, de Gustavo Melo e roteiro de André Santinho O que mostra a entrada e disputa desses grupos no mercado cultural.

Antes do próximo tiroteio, antes da próxima morte, antes da viuvez, fuga, abandono. O dire- tor se apropria da linguagem dos DJs e VJs, editando e manipulando as imagens para apresentar os seus personagens, mas também adentrado a favela em planos-sequência em que o tempo escorre, continuo.

O uso do plano-sequência como forma recorrente de ilmagem pelos becos e ruas das favelas é uma constante em muitos desses ilmes Picolé, Pintinho e Pipa, Neguinho e Kika, Mina de Fé, 7 minutos, de Cavi Borges, e muitos outros. Passageiros passam da sua parada original para acabar de ver o vídeo no Bus TV.

O que essas propostas têm em comum? A horizontalidade das redes, a tendência a abolir a rigidez de hierarquias e burocracias. Dependendo do método e dos materiais mobiliza- dos pelo cineasta, nem tudo o que se mostra de uma personagem se reduz a entrevistas. Mais tarde, ele decidiu desdobrar este jogo, fazê-lo exibir a sua própria lógica no espaço de um teatro, com a arquitetura típica, o que foi feito em Jogo de cena Tomemos dois exemplos.

O cinema moderno liberou a personagem dessa grade de ações e motivos, dessa lógica natural, psicológica e social. Consagrando o instante, como diria o poeta a respeito de seu ofício. Compor um estilo, um modo de estar e de se comunicar. E requer que o senhor Henrique viva a sua catarse como um ator que ignora a câmera, elegendo o cineasta como media- dor é para ele que olha e é com ele que conversa. O impasse do espectador é um avanço rumo a regiões obscuras do cérebro humano.

Como arrancar essas imagens, desprovidas de tudo, do lugar emo- tivo que costumam ocupar? A palavra do outro importa aqui.

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Trata-se de uma escuta que ganha demonstrações visuais e que explora os dispositivos tecno-estéticos da imagem. Lucas Bambozzi é documentarista e videomaker. Em Preto e branco a cor da pele funciona como fronteira, como diferença que precisa ser confrontada, debatida, teatralizada no âmbito do privado. Depois de ir a uma clínica para fazer um exame de genes, acom- panhamos a chegada do resultado do teste na casa de Eduardo e de seus pais.

Em Do outro lado do rio, a conversa gaguejante entre Elaine, que deseja um novo visto, e o chefe da aduana é exemplar: a língua falada entre os dois francesa, portu- guesa? A disputa de sentidos com a agenda da mídia também se faz aqui. É ela que obriga a reletir, a separar prós e contras. É o suposto equilíbrio de forças propiciado por tal distância que permite a convivência entre os homens. Regina Mota relata que ele reuniu um dos melhores times de intelectuais, artistas e jornalistas jamais mostrados pela TV brasileira e foi o primeiro, depois do período da censura, a abordar aspectos políticos da realidade brasileira.

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Barbosa Lima editava, a partir do material que recebia. Glauber tinha autonomia para conceber seu quadro, de menos de dez minutos. Também podia ocupar o tempo com uma fala sobre esses assuntos, dirigindo-se diretamente à câmera.

Tais elementos de linguagem, nunca vistos no telejornalismo, recriavam a mesma dinâmica das emissões ao vivo, chamando o envolvimento do espectador e reforçando o tom de urgência do diretor. É justamente o modo de jogar com essa distância que constitui o eixo da entrevista com Brizola.

Em vez de entrevista, propriamente, trata-se do recurso à forma-entrevista para uma mise-en-scène do exercício do poder e dos seus diferentes discursos, por um lado; por outro, das modalidades de fuga ou das formas de resistência a ele. Mas esse é o apelido de um negro favelado, apostador de cavalos e torcedor do Flamengo. Mas que povo, exatamente?

E que perguntas! Mas o diretor nem as incorpora, como um personagem, nem se soma a elas, como persona; ele as vocaliza. O negro favelado também conhece, a seu modo, as vozes de comando atuantes na sociedade. Assumindo um nacio- nalismo corriqueiro, aceita criticar Pelé por ter icado nos EUA — mas gostaria de ser como ele.

Na entrevista que concedeu a Célia Portela, sua crítica à igura do jornalista é arrasadora. Como se pergunta? Por que se pergunta? Por que se aceita responder? Com efeito, num contexto em que a subjetividade toma a dianteira e a entrevista se torna um recurso freqüente no cinema, tal exame deve ser feito de um ponto de vista político. No cinema de Coutinho, o termo dispositivo tem uso muito amplo e designa diferentes procedimentos envolvidos no ato de ilmar.

Digitagrama — Revista Acadêmica de Cinema. E se a insídia existe, ela pode ser relacionada justamente com esse conhecimento prévio, que faz da pergunta quase um ingimento. Ao mesmo tempo, novas estratégias e novas poéticas foram concebidas que, escapando do ranço da subjetividade e fugindo da entrevista, ou dela fazendo outro tipo de uso, também izeram outros usos do dispositivo.

Ademais, Cao incorpora mais um dado à fala — a imagem que cada um faz da casa do outro. Examinemos um traço desse conjunto de imagens: o que parece praticamente comum a todas elas é a insistência no zoom.

Quem é você? Você é comestível? O animal em sua busca incessante por alimento toca e cheira tudo quanto encontra. Mete seu focinho em toda parte: você é comestível? Que gosto você tem? O corpo estranho é também seu próprio lugar: cheirando-o, tocando-o é que é conhecido ou — traduzindo para nossos costumes — é nomeado.

O poeta negro, para quem ser recebido na casa de um desconhecido, que generosamente lhe abre as portas e deixa à vista sua intimidade, é um gesto comovente. Onde estaria, agora, o político? In Muller,H. Manuscrit de Hamlet-Machine. Les Editions de Minuit, Paris, Agora, arrumaram? Segurem o pepino!

A imagem ensina a ouvir o que se fala e também o que se cala na sala de audiências da Segunda Vara da Justiça do Rio de Janeiro. Uma imagem aparece dentro da outra. Uma presa na outra. O que se vê e o que se ouve em Juízo , de Maria Augusta Ramos, é que a favela da cidade fala uma língua e a cidade da favela uma outra. A juíza pergunta ao menor se valeu a pena abandonar a família e a escola.

Volta a ser preso como fugitivo da lei que o libertou. Vou sair daqui. Quero comprar um tênis, reais. Eu trabalhando, ganho Vou comprar como? Vou voltar a vender droga. A língua parece a mesma, mas as palavras se referem a realidades e experiências diferentes. Promotor, réu, defensor, juiz, inspetor, parentes dos acusados, ninguém tem certeza de entender o que acabou de entender.

Que fazer? Como segurar o pepino? Que fazer com o infrator que fugiu do instituto depois de ser declarado em liberdade? Que fazer com o menino-pai que trabalha como engraxate para sustentar o ilho? Que fazer com o ilho que matou o pai que batia nele? Que fazer com a menina que prefere permanecer presa a voltar para casa? Olhar de frente, sugere o ilme. Chegou a quebrar a ivela. Ele até desmaiou. A juíza é um pouco de tudo isso e mais do que tudo isto: é uma tentativa desesperada de manter um mínimo de lucidez.

É a autoridade que quase se cala diante do menor que matou o pai a facadas. O cinema na sala de audiências ensina a ouvir as entrelinhas e a ver o fragmento de realidade documentado como cena real e ao mesmo tempo como cena de cinema.

Como cena consciente de que no cinema todo campo revela o contracampo, todo quadro fala também do fora de quadro. Ver o rosto do menor que responde é, ao mesmo tempo, ver o rosto da juíza, naquele instante fora de quadro.

Eles recitam os textos, reconstituem o instante de interrogatório a partir de suas diretas experiências de vida. Para se preparar eles viram as imagens das audiências. Documenta o intér- prete.

I Can Only Imagine (Eu Só Posso Imaginar)

Sem perder de vista a luz, vemos a sombra. Como é normal no cinema, o sentido da imagem ultrapassa o simples reconhecimento da forma.

O infrator, o que esteve de verdade no banco dos réus, é seu outro eu. A presença simultânea de dois eus talvez possa ser melhor com- preendida se estabelecemos um paralelo entre Juízo e Jogo de cena.

Nem é certo que se possa falar de realidade nas cenas reais que vemos nestes ilmes. Nem a cena real se contenta em ser o direto relexo de um fragmento da realidade que pelo menos em grande parte é.

Colocar na tela uma imagem de cinema e seu outro eu, a realidade. Num depoimento, uma entrevistada pergunta quem estaria inte- ressado em ir ao cinema ver um ilme sobre a tortura.

Esta personagem é, talvez, um outro eu da realizadora, que também foi presa no período da ditadura. É talvez uma imagem-resumo das entrevistadas. Prossegue, responde, analisa, imagina. Revela um outro aspecto deste processo. A câmera olha para a plateia vazia. Na cadeira dos entre- vistados, somente mulheres. Ora comentam a experiência de criar uma cena inspirada numa pessoa real que esteve pouco antes naquele mesmo espaço, ora contam uma história pessoal para a câmera.

E também a que mais se aproxima do que as entrevistadas fazem ao contar suas histórias para a câmera. O que vemos enquanto vemos? A real entrevistada? Uma atriz que fala de si na personagem que interpreta?

Na imagem, todo o tempo, persona- gens. Atrizes e personagens reais se alternam de modo aleatório. Uma história começa a ser contada por uma mulher e subitamente outra mulher recomeça a contar a mesma história. Uma história começa a ser contada por uma mulher, passa a ser contada por uma outra, retorna à primeira narradora: cada uma delas conta um pedaço do que aconteceu.

Ou ainda: uma história contada por inteiro algum tempo antes reaparece mais tarde interpretada por outra pessoa. E a real entrevistada, enquanto narra a história que viveu de verdade, interpreta.

Conta como de fato é para a câmera por meio de um seu outro eu. Me mandaram a ita com o depoimento dela. Assim, terminada a cena, a conversa entre Marília e Coutinho continua. Fernanda, no meio da cena, engasga. O ilme, na realidade, é sobre as atrizes. Por isso mesmo a conversa tem início com uma mulher que nos conta que se descobriu como pessoa de verdade ao se transformar numa atriz. Eles emprestam seus rostos aos menores infratores que vemos de costas na sala de audiências, no refeitório e na sala de visitas do Instituto Padre Severino.

Em parte, também, porque os menores infratores na sala de audiências existem quase exclusivamente enquanto voz: a imagem é a da juíza. Ela é o que o espectador vê. O olhar se desloca da quase silenciosa silhueta do menor em julgamento para a igura bem iluminada e falante da juíza. Todo mundo! Em linha! A imagem apresentou a resposta antes mesmo que a pergunta se formulasse. Cena real que se produz porque o cinema se insere na realidade, provoca a cena.

A pergunta pode provocar uma cena, um instante, um encontro, como os ilmados por Coutinho em Edifício Master. Esther conta como se desesperou ao ser assaltada e como ainda hoje sofre com a lembrança do roubo. Antônio Carlos fala da timidez, da gagueira, da infância pobre e explica como foi importante receber o reconhecimento de seus méritos pelo chefe de seu departamento.

Parte da cena é o que nela se vê. Parte, o que nela se representa. Na memória afetiva do espectador o pequeno míope vive experiência idêntica à que cada um de nós viveu quando viu o mundo pela primeira vez através das lentes do cinema.

Ouvia e dividia aquilo que ouvia com os outros. Talvez para continuar a se expressar como forma original, o cine- ma retoma e radicaliza agora o conlito entre a câmera e a cena diante dela. O que parece mais um delírio do que possibilidade real, escrever um ilme para realizar outro, é um processo real e concreto.

Revista Cinética, abril de Se a metodologia é, portanto, parte dos processos de ambos os ilmes, em Santiago assistimos ao resultado de um processo, enquanto em Jogo de cena acompanhamos o processo de um resultado.

Mas, neste caso, por que mesmo um ilme apenas com mulheres? Em Jogo de cena, assim como em Santiago, a atualidade advém de uma radical impossibilidade: impossibi- lidade de dizer, de nomear, de se adequar. Cabe lembrar que, tensionando a atualidade da vida às suas pos- sibilidades imaginativas e narrativas, a relexividade presente em Santiago Eduardo Coutinho, advém desse impasse da linguagem que o ilme coloca.

Compós, Ou seja, Pan-cinema permanente nem chegaria a ser propriamente confessional, pois nem mesmo se inscreveria nessa cultura modernamente confessanda. Tanto a recusa de Salles quanto a cadeira vazia de Coutinho e as telas pretas de Pan-cinema permanente sintetizam a negatividade inaugural de que parte o sujeito e a linguagem. Colabora na Revista Cinética — Cinema e Crítica.

Encontrar signiica, antes, voltear, circun- dar, rodear um centro móvel e apenas intuído. Mais do que uma certeza acerca do mundo, o pensamento ensaístico nos leva a errar sobre o mundo. Se concordamos que o ensaio é uma escritura, uma tessitura de con- ceitos, reairmamos também que, entre os textos conceituais, ele é o que com maior intensidade abriga, em seu interior, a experiência mundana.

E toda a diiculdade reside aí. Que conceito pode uma só imagem engendrar? Filme de horror , de Wagner Morales; Man. River , de Marcellvs L. Vejamos, inicialmente, Filme de horror, de Wagner Morales: a câmera ixa nos oferece uma imagem banal, de aspecto caseiro: ao fundo, um lago.

Eu Só Posso Imaginar

O vídeo faz parte de uma série inspirada em gêneros tradicionais do cinema. Ao citar, sob uma imagem qualquer, a trilha característica desse gênero, esta se torna, rapidamente, uma imagem em suspense. Nesse tempo distendido, nada, ou quase nada, acontece. E se quase nada acontece à imagem, é no pensamento que tudo se passa. Verdadeiro acidente que, em sua imprevisibilidade, atravessa a paisagem. Para além destes acidentes mínimos — uma folha que cai, um galho que é movido pelo vento, uma mangueira que estoura, nada acontece.

O pensamento se confunde com essa paisagem aparentemente calma e, vez ou outra, estremece, despenca, estoura, vaza. Em Man. River, de Marcellvs L. Passo irme, ao longe. Aproxima-se, enquanto a câmera, ixa, o acompanha. Um alagamento forma uma espécie de rio, que cruza a rua por onde ele anda. O zoom digital da câmera torna a cena rarefeita, dissolvendo a profundidade de campo. O vídeo termina quando ele sai de cena. Entre uma e outra tela preta, algo atravessa o quadro, passa e conti- nua para além dele.

O jogo entre imediaticidade e distância impõe ao espectador um lugar difícil: se ver é perceber imediatamente longe, a imagem nos se- para daquilo que vemos, para, em um mesmo movimento, nos devolver o que havia nos tirado.

Alheio, se perde fora do quadro e se distancia novamente para além de nossa capacidade de reconhecimento. Nada é puro, natural. A paisagem eletrônica, que se produz entre o artifício e a natureza, é ainda uma paisagem temporal. À medida que o vídeo se desenvolve, pouco a pouco, a câmera se afasta, e, com isso, vai-se distanciando também o gesto do artista em embate com a natureza.

Neles, também se percebe o embate entre ilme e natureza, entre o enquadramento e o que o excede. As colunas de pixels de cada um desses quadros foram distendidas e reeditadas, o que torna a experiência de descida calma pelo rio algo aparentemente veloz.

A paisagem horizontal parece ter-se rarefeito, achatada pela velocidade. O luxo de linhas que varrem a tela em Flatland torna essa uma experiência aparentemente oposta àquela dos ilmes de Marcellvs L. De outro, o luxo, em que nada acontece, tudo passa: a experiência impos- sibilitada pela velocidade.

Elas mostram o sol se pondo nas linhas de varredura. Ora, nos diriam os artistas, a experiência de percorrer o delta ao longo de um dia, por mais lenta que seja, acaba por se assemelhar à experiência da velocidade. Imagem-luxo, dados que deslizam pela tela e que encarnam em- blematicamente aquilo que, para Deleuze, caracteriza um novo regime do visível. Quase imperceptível, o acontecimento atravessa a imagem e, sutilmente transigurado pelos artistas, provoca o movimento do pensamento.

Pensamento branco A imagem branca, estourada, torna essa uma paisagem indecisa. Em primeiro plano, se esboça a igura de um homem que, muito len- tamente, entra no quadro e ali permanece por um longo tempo. Entre uma e outra tentativa, contudo, apenas os movimentos do corpo, que se repetem. Se em Man. River a câmera é ixa, precisa, neste outro vídeo de Marcellvs — Man. Um homem insiste em pescar, mas o que consegue é pouco, quase nada. Mas, em via inversa, é ele que nos permite criar, inventar novamente os caminhos que nos trazem de volta à terra nunca a mesma, sempre outra terra.

Pendurava-se para fora da amurada e fotografava também a proa do navio. Depois fotografava apenas o mar. Podemos montar — para ins heurísticos — essas imagens e os distin- tos tempos e lugares sociais aí inscritos.

A conversa ininita 2. Ali onde os sujeitos existem e resistem, os lugares parecem testemunhar somente o dano que recai sobre suas vidas, causado pelas desigualdades duradouras da vida social. Mas ainal Relembremos a cena fundamental que constitui a política. O desentendimento, p. É em nome do dano que lhes é causado pelas outras partes que o povo se identiica com o todo da comunidade. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, , p.

A hora da estrela, p. Se para o homem a aparência constitui um problema político e estético é porque ela torna-se a arena de uma luta pela verdade. Le visage. Moyens sans ins. Notes sur la politique. Desprovida de realidade contínua, ela é engendrada pela presença e pelo movimento de quem a contempla. El ser especial. Buenos Aires: Adriana Hidalgo, , p.

Como passar da coletividade ao sujeito? Ano zero: rostidade. Capitalismo e esquizofrenia, vol. O comum e a experiência da linguagem.

Belo Horizonte: Ed. UFMG, , p. Michel Tournier e o Mundo sem Outrem. Lógica do sentido, p. A fala cotidiana, p. A imagem-tempo. A partilha do sensível. Estética e política. Em Boca de lixo , tudo começa e termina pelo rosto. LINS, Consuelo. Rio de Janeiro: Zahar, , p. Um rosto traz sempre os vestígios das passagens e das velocidades que o percorrem. Coutinho responde que é para mos- trar às pessoas como é a vida real deles.

Ela desenvolve sua auto-mis-en-scène, enim.

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O que aparece aí é outra coisa. Uma anti-estrela tentando fabular seu desejo disparatado. Com suavidade, ela tenta assimilar — tal como se diz de um golpe — a frontalidade com que é apanhada; seus olhos buscam um pequeno desvio para o lado. Sabemos bem o que barrou esse futuro e o sonho modesto que animava aquele presente que escoou quase sem vestígios: o real, em sua face mais bruta. A ironia vem do próprio real ilmado: aqueles que vivem sob o signo da precariedade, exilados do mundo do consumo, catam o que dele restou, e com isso, paradoxalmente, airmam sua própria imagem.

Artes do fazer. Petrópolis: Vozes, , p. Sou grata ainda a Consuelo Lins e Leandro Saraiva, com quem tive a oportunidade de compartilhar relexões sobre o documental brasileiro recente. Longe, portanto, das imagens quaisquer produzidas, por exemplo, por uma câmera esquecida ligada, ou por uma câmera de vigilância, as imagens desses ilmes investem o banal de um deliberado potencial estético. Sou grata à equipe do DOCTV nacional pelo acesso à cópia do ilme, e a Ruy Vasconcelos por disponibilizar gentilmente o projeto escrito.

De um modo geral, parecem produto do acaso, da sorte, do aleatório. Aprazível é o nome do distrito onde se situa a encruzilhada. Um pequeno destino. No mais das vezes, o ilme explora perspectivas de um posto de gasolina e cenas no entorno.

Nas redes sociais, a baiana celebrou a matéria. Estou muito feliz de ter um perfil desta magnitude escrito no maior jornal do mundo: o The New York Times. Estou radiante de felicidade! I am very happy to have a profile of this magnitude written in the largest newspaper in the world:The New York Times nytimes, by James Gavin.

It's my whole story, that's what I am: an artist engaged in the struggle for human rights, freedom and against oppression. Tomorrow at Sony Hall sonyhall. Link in stories. Estou muito feliz de ter um perfil desta magnitude escrito no maior jornal do mundo: The New York Times por James Gavin. Link da reportagem no stories. Enquanto eu vivia as emoções de um novo e louco mundo, ela me mostrava um universo de calmaria e paz.

Assim Deus nos fez amigos. Assim Deus nos fez namorados", escreveu ele. Em seguida, demonstrou com palavras a vontade de fazer a família crescer.

More em mim e me deixe morar em você", publicou. Famosos deram os parabéns ao casal. E contou mais sobre o que sente. E foi além de qualquer expectativa, mais lindo e mais poético do que eu poderia imaginar.

Te aceitei desde o dia que te conheci", começou. Obrigada por me ensinar o verdadeiro significado do amor, sou apaixonada por você Luan", emendou. Assim Deus nos fez namorados. More em mim e me deixe morar em você, porque no fundo você sabe que sempre foi a minha casa. Quer dizer, 12 anos entre idas e vindas: a gente namorou, ficou um tempo separado, voltou, separou de novo.

Mas chegou a hora. Poxa, todo mundo só fala nesse casamento", disse. Lutei quando era estrangulada para viver até agora. Vi a minha vida ir quase embora. Sou uma sobrevivente, e estou vivendo a violência continuada, psicológica e retaliações para atrapalhar meu trabalho como atriz, até hoje, pelo meu agressor. Segundo ela, toda a família reagiu ao resultado de forma positiva e agora Cristiane acredita que se tornou mais uma voz em defesa de outras mulheres que sofrem dos mesmos males que passou ao lado do ex-marido.

Meu agressor foi condenado, conforme nossa lei. Camilo descobre toda a história de Chiclete e confirma que foi o rapaz que atirou contra Cosme. Cornélia pede ajuda a Rock para usufruir de sua fortuna.

Maria da Paz conta para Téo sobre seu encontro com Jô. Ellen visita Maria da Paz. Rock convida Joana pra sair. Camilo exige que Vivi se case com ele em troca da liberdade de Chiclete. Lyris é acusada de vender um quadro roubado e Agno ajuda a ex-esposa. Amadeu confronta Jô sobre o quadro furtado por Rael. Linda comenta com Camilo sobre a viagem de Vivi. Britney se revolta contra novas ordens de Fabiana e Abel apoia a moça.

Vivi pede que Chiclete confie nela. Camilo surpreende Vivi. Maria da Paz afirma a Rock e Téo que deseja que Jô continue perdendo seu dinheiro. Kim tem uma ideia para afastar Vivi e Chiclete de Camilo. Rock convida Joana para assistir à sua luta. Vivi decide esconder a verdade de Chiclete para protegê-lo. Camilo interrompe novamente a fuga de Vivi.

Régis confirma a paternidade de Arthur. Chiclete comenta com Leandro sobre o mistério de Vivi. Antero insinua a Evelina que tem uma surpresa. Agno convida Leandro para voltar a morar em sua casa e pede para o rapaz se redimir de seu passado. Téo confessa a Rock que gosta de Jô.

Leandro se instala no apartamento de Agno. Vivi pede ajuda a Fabiana, que alerta Camilo. Antero pede Evelina em casamento. Vivi aceita se casar com Camilo. Maria da Paz tenta acalmar Marlene e Evelina diante da proposta de Antero.

Jô discute com Kim. Marlene decide cuidar de Antero na esperança de que ele recupere sua memória. Téo hesita em armar novamente para Jô e Agno sugere um novo plano. Jô aceita investir em um negócio de alto risco. Vivi mente para Chiclete e termina o relacionamento com o rapaz. Agno tenta se aproximar de Leandro. Vivi confessa sentir medo de Camilo. Camilo atropela Chiclete. Maria alerta Vivi, que visita o ex-namorado no hospital. Chiclete é rude com Vivi. Vivi aceita o anel de noivado de Camilo.

Régis apresenta Arthur a Maria da Paz.

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Vivi conhece Berta, governanta da nova casa de Camilo. Camilo orienta Berta a vigiar Vivi. Joana aceita ir à luta de Rock. Fabiana pede que Abel lhe compre um ingresso para a luta de Rock. Maria da Paz contrata Jenifer e Tonho para a nova confeitaria. Marlene constata que Antero gosta de Evelina e Maria da Paz a conforta. Evelina aceita se casar com Antero. Chega o dia do casamento de Vivi. Bancando a namorada ciumenta, o gêmea exigiu que o amado se comportasse do jeito que ela queria ao estar perto de uma figura presente no evento onde estavam.

Nada de fotos com a rainha! Tô de olho. Tempos depois, segundo o portal Caras, Maiara fez novos stories para contar que se arrependeu da ideia e revelou que tudo passava de uma brincadeira que Fernando levou a sério.

Ninguém abraçou ele na foto. Gente, é brincadeira, abraça o menino! No rosto! Paloma consola Alice.

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Diogo diz a Nana que pretende que Paloma e Antônio sejam presos. Marcos comunica a Ramon que quer conversar com Paloma. Nana fica decepcionada quando Alberto pronuncia o nome de Paloma. William sente medo de Diogo.

Diogo tenta subornar os bandidos para incriminar Paloma e Antônio. Diogo exige que Alberto demita Paloma. Alberto fica decepcionado com Nana quando constata que a filha apoiou a chantagem de Diogo.

Marcos consegue reanimar o bar, que volta a ser procurado pelos clientes. Paloma é demitida por Alberto. Marcos descobre que Alberto demitiu Paloma. Leila, Bezinha e Batista percebem a tristeza de Alberto com a ausência de Paloma.

Francisca incentiva Alice a escrever na internet usando um pseudônimo. Waguinho relata ao Padre Paulo sobre sua dificuldade de se manter sóbrio. Mauri se preocupa com o abatimento de Alberto. Eric procura Paloma. Ramon estranha o convite de emprego de Eric para Paloma. Sofia diz a Alberto que soube por Peter que Eric ofereceu trabalho para Paloma.

Alberto conta a Marcos que Eric quer se vingar dele. Gabriela aceita o pedido de namoro de Vicente. Eric confronta Alberto. As ameaças se intensificaram e estamos montando um documento para dar entrada na polícia. Manterei vocês sempre informados", escreveu Felipe em uma postagem feita nesta segunda-feira Logo após os pedidos para que os livros fossem embalados ou até mesmo recolhidos, os exemplares foram esgotados do evento em apenas 39 minutos relembre aqui.

Bruno decide ajudar Norberto e o Instituto Boas Vindas doando parte de seu prêmio. Dalila se manifesta durante o depoimento de Camila. Todos se emocionam com o ensaio que Jean faz com o coral de jovens. Jamil começa a depor, e Dalila se enfurece. Martin conversa com Bruno sobre o desfile que pretende organizar. Gabriel revela todos os crimes de Dalila. Abner é demitido novamente. Mamede é enganado por um homem mal intencionado. Fauze muda seu depoimento e apresenta uma prova contra Dalila.

A Juíza aceita incluir no processo a prova contra Dalila apresentada por Fauze. Letícia se anima com o relato de Faruq sobre seu trabalho no hospital e pensa em se juntar a ele. Miguel decide empregar Abner. A Juíza toma o depoimento de Dalila. Bruno comemora seu prêmio com Marie, Martin, Teresa e Norberto. Abner estraga uma peça rara da loja e esconde de Miguel. Bóris convence Mamede a aceitar sua ajuda. Péricles e Cibele se amam.

Dalila troca olhares com Youssef. Bóris tem uma ideia para ajudar Mamede. Abner quebra um vaso e se apavora. Rania tenta consolar Dalila, que a ignora. Zuleika e Almedinha flagram Cibele e Péricles na cama.

I Can Only Imagine (eu Só Posso Imaginar)

Rania sofre por conta de Dalila. Miguel encontra as peças que Abner tentou esconder e o demite. Rogério e Eva ficam atraídos um pelo outro. Youssef se apresenta para O advogado de Dalila.