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APOSTILA DE PL SQL BAIXAR


Senhores, Encontrei uma apostila PL/SQL muito interessante, e para facilitar ainda mais, esta totalmente em português. Diferente de algumas. Apostila PL-SQL. Baixar o documento a linguagem de programação procedural suportada pelo SGBD, e constitui o tema desta apostila. PL/SQL procedure successfully completed. SQL>. OPERADOR & (Substituição de variáveis). Utilizado como atribuir determinado valor à uma.

Nome: apostila de pl sql
Formato:ZIP-Arquivar
Sistemas operacionais: MacOS. iOS. Windows XP/7/10. Android.
Licença:Somente uso pessoal
Tamanho do arquivo:62.54 Megabytes

Se uma extrao no obtiver valores, no existem linhas remanescentes para serem processadas no conjunto ativo e nenhum erro ser registrado. Cursores explícitos E também: no site do Toad temos uma grande quantidade de material educacional disponível, basta procurar o que deseja e baixar. Poderíamos fazer isto um-por-um mas, convenhamos, ninguém gosta de tarefas repetitivas. É a maior do segmento, com mais de 4. Fabio Gentilin.

Apostila PL-SQL. Baixar o documento a linguagem de programação procedural suportada pelo SGBD, e constitui o tema desta apostila. PL/SQL procedure successfully completed. SQL>. OPERADOR & (Substituição de variáveis). Utilizado como atribuir determinado valor à uma. Apostila do Minicurso de PL/SQL François Oliveira PL/SQL é uma extensão para SQL ela adiciona a linguagem procedural ao SQL do Oracle. Ela oferece. #oncast; #zenfone 6; #Playstation 4; #Ps4; #Pc; #Xiaomi; #Huawei; #Iphone 11; #Xbox one; #Apple · Apostila de Oracle · voltar às apostilas. SQL usados em aplicações ORACLE, com exemplos, comentários e Informe também que apostila gostaria de poder baixar gratuitamente no site.

Declare o cursor nomeando-o e definindo a estrutura da consulta a ser executada dentro dele. Abra o cursor. A instruo OPEN executa a consulta e vincula as variveis que estiverem referenciadas. As linhas identificadas pela consulta so chamadas conjunto ativo e esto agora disponveis para extrao.

Extraia dados do cursor. No diagrama de fluxo mostrado no slide, aps cada extrao voc testa o cursor para qualquer linha existente. Se no existirem mais linhas para serem processadas, voc precisar fechar o cursor.

Feche o cursor. Agora possvel reabrir o cursor e estabelecer um novo conjunto ativo.

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Exemplo Declarar cursores para recuperar o cdigo e o nome de todos os funcionrios e para recuperar todas as colunas da tabela dept quando o cdigo do departamento for igual a O cursor aponta agora para a primeira linha do conjunto ativo. As linhas no conjunto ativo no so recuperadas para variveis quando a instruo OPEN executada.

Aps cada extrao, o cursor avana para a prxima linha no conjunto ativo. Verificar se o cursor possui linhas. Se uma extrao no obtiver valores, no existem linhas remanescentes para serem processadas no conjunto ativo e nenhum erro ser registrado. Essa etapa permite que o cursor seja reaberto, se necessrio. Assim, pode-se estabelecer um conjunto ativo diversas vezes; A rea de contexto liberada.

Sobre o exemplo: As linhas do exemplo 19 foram enumeradas para facilitar a explicao sobre o cdigo. Na linha 13 o cursor aberto. Na linha 20 o cursor fechado. Cursores de Atualizao Os registros retornados pela consulta que est associada a um cursor podem ser lidos, alterados ou excludos. Sobre o cdigo: A clusula for update, utilizada na linha 6, deve ser a ltima instruo da declarao de um cursor e indica que os registros retornados pelo cursor podero ser atualizados alterados ou excludos.

Est expresso opcional. A clusula nowait, linha 6, deve ser utilizada para gerar uma exceo tratvel caso a tabela esteja bloqueada por outro usurio, isto , ser emitida uma mensagem informando que a tabela a ser utilizada est bloqueada por outro usurio.

Est clusula opcional, no entanto, se for omitida o cursor de atualizao ficar por tempo indeterminado esperando o desbloqueio da tabela para que prossiga com a consulta.

Isso ocorre toda vez que a instruo for utilizada para controlar a leitura dos registros retornados pela consulta em questo. Para referenciar um campo deve-se colocar o nome da varivel. Variveis de Cursores Os cursores vistos at ento, so estticos, isto , o cursor associado a uma instruo SQL que em tempo de compilao retorna os registros associados quela consulta.

As variveis de cursor podem ser utilizadas para receber valores em tempo de execuo possibilitando que diferentes resultados sejam obtidos a partir de um nico cursor. ATENO: O retorno do cursor deve ser compatvel com o retorno da consulta, caso contrrio ocorrer um erro. Tratamento de Excees Uma exceo uma ocorrncia no esperada, ou diferente daquela programada para ser executada. Em outras palavras uma exceo um erro! Por exemplo: O usurio digita um caractere para uma varivel do tipo numrico, neste exemplo temos uma entrada de dados diferente da esperada; um cursor declarado com um retorno que espera um conjunto de campos diferentes daqueles que so solicitados pela consulta; Os erros podem ocorrer durante a compilao ou durante a execuo do programa.

Os erros de compilao esto associados a sintaxe das instrues: nome dos comandos, declarao das variveis, organizao dos comandos, entre outros. Os erros de execuo runtime esto associados utilizao do programa, neste caso quando as excees no so previstas e tratadas, o erro gerado por elas interrompe o processamento e uma mensagem devolvida para a aplicao.

Apostila do Minicurso de PL/SQL. François Oliveira

Exemplo: Ao executar o programa zero. No existe erro de sintaxe, mas, o valor esperado para divisor no est adequado, fazendo com que o programa no funcione, ento, temos uma exceo! Para resolver este problema algumas linguagens de programao oferecem recursos para tratamento de excees. O tratamento de uma exceo consiste em identificar um erro em tempo de execuo e trat-lo de maneira que o usurio seja informado sobre o que est acontecendo e o programa no seja interrompido bruscamente.

O Oracle possui alguma excees pr-definidas, mas o desenvolvedor tambm pode definir excees personalizadas. Excees pr-definidas nomeadas Para alguns erros comuns, existem pr-definies de excees, no havendo, neste caso, a necessidade de serem declaradas para serem utilizadas.

Neste exemplo, est sendo realizada uma consulta linha 5 , como esta consulta no est associada a um cursor explcito, dever retornar apenas um registro, caso contrrio uma exceo ser gerada, isto ocorre pois no est sendo reservada uma rea para armazenamento destas informaes e nem tampouco os dados retornados esto associados variveis ou existe uma estrutura de repetio.

Se nenhuma linha for retornada tambm ser gerada uma exceo.

Apêndice - PHP: Banco de dados e SQL

A seo de tratamento de exceo captura somente as excees especificadas; quaisquer outras excees no sero capturadas exceto se for utilizado o handler de exceo OTHERS. Esse handler captura qualquer exceo que ainda no esteja tratada. ATENO: Podem ser definidos vrios handlers de exceo para o bloco, cada um deles com o seu prprio conjunto de aes.

As excees no podem aparecer em instrues de atribuio ou instrues SQL. Com base nos valores do cdigo ou mensagem, voc pode decidir qual ao subseqente tomar com base no erro. Algumas excees declaradas pelo usurio podem ser associadas a erros Oracle pr-definidos, mas no nomeados.

Isso permite que possa ser consultada qualquer exceo interna por nome e criado um handler especfico para ela. Exemplo: Capturar por nmero de erro do Oracle Server , uma violao de restrio de integridade.

Se um determinado usurio tentar remover um departamento, para o qual existam funcionrios, imprima uma mensagem informando que esse departamento no pode ser removido. Existem funcionrios. Na linha 3 a exceo declarada est sendo associada ao erro oracle O usurio fornece o nmero do produto e a nova descrio. Crie uma exceo e imprima uma mensagem para o usurio alertando-os de que foi includo um nmero de produto invlido.

Na linha 2 a exceo est sendo declarada; Na linha 8 est sendo criada explicitamente; e Na linha 12 est sendo tratada. Trata-se de uma string de caracteres com at 2. Na seo executvel Exemplo 1 : Utilizando na seo de excees Cada ambiente de chamada tem seu prprio modo de exibir e acessar erros.

END; Quando um sub-bloco trata uma exceo, ele termina normalmente e o controle retorna ao bloco delimitado imediatamente aps a instruo END do sub-bloco. Se nenhum desses blocos tratar a exceo, o resultado ser uma exceo no tratvel no ambiente de host chamador. Quando a exceo propaga para um bloco delimitado, as aes executveis restantes desse bloco so ignoradas. Uma vantagem desse comportamento que pode-se delimitar instrues que exigem seus prprios tratamentos de erro exclusivos em seu prprio bloco, enquanto deixa o tratamento de exceo mais geral para o bloco delimitado.

Procedimentos Um procedimento um conjunto de instrues que realiza determinada tarefa. Create or replace. Utilizando parmetros 2 de entrada Os parmetros so por default do tipo IN, isto , so utilizados para entrada de valores que sero utilizados internamente pelo procedimento.

Utilizando parmetros de sada Os parmetros do tipo OUT so utilizados para sada de valores processados para o ambiente de chamada. Parmetro um valor, constante ou varivel, que passado de uma rotina chamadora para uma rotina executora, onde a rotina chamadora um algoritmo que usa as funcionalidades da rotina executora, por exemplo:. Parmetro formal variveis da rotina executora que recebem os valores da rotina chamadora, isto , recebem os parmetros reais. Parmetro real valores constantes ou reais que so passados da rotina chamadora para a rotina executora.

Utilizando parmetros de entrada e sada Os parmetros IN OUT so utilizados para entrada de valores, que podero ser processados, o parmetro poder ser alterado e o seu valor pode ser devolvido para o ambiente de chamada.

Este parmetro recebe de o resultado das operaes da procedure e devolte este valor a rotina chamadora.

Apostila de Oracle

Sendo assim um parmetro de entrada quando passa para a procedure o valor que ser utilizado no processamento, um parmetro de sada quando recebe o resultado do processamento, portanto, tem o seu valor alterado, e devolve o resultado rotina chamadora. Uma mensagem informar se o procedimento foi criado com sucesso ou com erros. Resultado: digite o cdigo do funcionrio Passagem de Parmetros A passagem de parmetros pode ser feita de trs maneiras: Por posio: Os parmetros reais so listados de acordo com a ordem dos parmetros formais.

Por identificao: Os parmetros reais so precedidos da identificao do parmetro formal, podendo ser listados arbitrariamente. Combinada: Os parmetros passados por posio devem ocupar os primeiros lugares da lista. Aninhamento de procedimentos subprocedimentos Pode-se criar um procedimento dentro de outro procedimento, este recurso chamado, tambm, de procedimentos em nveis. Note que logo aps a clusula IS j indicada a sub procedure, somente aps a sua declarao completa que o corpo da procedure principal declarado.

Funes As funes so muito semelhantes aos procedimentos, o que as difere, do ponto de vista estrutural, a incluso da clusula return. A clusula return tambm implementa a diferena conceitual entre as procedures e as functions, isto , nas funes existe a obrigatoriedade de um retorno rotina chamadora, pode-se dizer que uma funo chamada como parte de uma expresso. So disparados automaticamente antes ou depois da ocorrncia de um evento.

Podem ser classificados em: Trigger de aplicao disparado quando evento envolve uma aplicao em particular, este tpico no ser explorado. Trigger de banco disparado quando ocorre uma operao DML para insero, alterao ou excluso de dados ou quando ocorre um evento associado ao banco, como exemplo o efetuar logon de um usurio. Podem ser implantados, entre outros, para: o o o o o o Implantao de regras de negcios Manuteno da integridade referencial Implantao de segurana Manuteno de um registro histrico das alteraes Gerao de valores de coluna, incluindo valores de chave primria Replicao de dados.

As instrues possveis so insert, update ou delete.

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Indica a tabela que est associada instruo Especifica os identificadores das variveis que iro armazenar os valores antigos e novos. Old e New so pseudocolunas que auxiliam na manipulao das linhas afetadas. Indica que a trigger ser disparada somente quando a condio for verdadeira. Exemplo 1: Criar um trigger para no permitir a insero ou alteraes da coluna salrio para valores superiores a , caso o cargo do funcionrio no seja Presidente ou Vendedor.

ATENO: Old e New so identificadores utilizados somente em triggers de linha, deve-se utilizar o prefixo : e fazer referncia coluna, por exemplo :old. So Paulo: Makron Books, Oracle8i Administrao de Bancos de Dados. Leia de graça por 30 dias. Títulos relacionados. Anterior no carrossel Próximo no carrossel.

Pesquisar no documento. Variveis: Registro: Tabela: Condio: Exemplo 3: Recuperar o nome e o cargo do funcionrio para o cdigo indicado. Existem trs maneiras para se utilizar a instruo If: empr. ELSE Conjunto de instrues n; END IF; Neste caso, se o teste de avaliao da condio retornar verdadeiro, o conjunto de instrues 1 ser realizado, seno, ser realizado o teste de avaliao da condio 2.

A seqncia para execuo do controle dos cursores consiste em: Abertura Recuperao Verificao das do Linhas trmino Fechamento Declarao 1. Daniel Wellington Santos.

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Eric Lessa. Jair Lopes Jr. Mauricio Cancian. Moacir Junior. Ações Compartilhamentos. Nenhuma nota no slide. Apostila completa-oracle-programando-oracle 1. Transações autônomas Cursores explícitos Isso é feitoem dois passos: 1.

Em geral ,cada bloco realiza uma unidade lógica de trabalho no programa, assim separando um dooutro diferente tarefas.

Subprogramas: consistem em procedures e funções. Podem ser armazenados no banco de dados como objetos independentes, como parte de um pacote ou como métodos de um tipo de objeto.

Character Datatype Usados para armazenar dados alfanuméricos. É possível armazenar string de até A arquitetura Oracle NLS permite armazenar, processar e recuperar informações em linguagens nativas.

Podem armazenar até Umtipo composto é um que tem componentes dentro dele. Exemplo: 26 Referências de tabelas Todas as operações DML referenciam uma tabela. Em geral, essa referência separece com: [esquema]. Database Links Um link de banco de dados é uma referência para um banco de dados remoto, quepode estar localizado em um sistema completamente diferente do banco de dados local.

Transações autônomas Permite que determinadas operações SQL sejam confirmadas independente dorestante das operações de um bloco.

Guia Completo de SQL: Aprenda SQL do Básico ao Avançado

Umprivilégio de sistema permite operações em uma classe inteira de objetos. Além disso, o tratamento de erros pode confundir o programa, tornando difícil de entender a lógica do programa.

INTO corresponde a mais de uma linha.

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