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O software Winsup 2 está disponível para download gratuito através do link: papawemba.info Após realizar o download do WinSUP, dê um duplo-clique sobre o arquivo texto à esquerda digite o endereço onde você deseja descompactar o programa. A Atos Automação Industrial LTDA. restringe sua responsabilidade à substituição de peças defeituosas, desde que o critério de seu Departamento de.

Nome: programa winsup
Formato:ZIP-Arquivar
Sistemas operacionais: Android. iOS. MacOS. Windows XP/7/10.
Licença:Somente uso pessoal
Tamanho do arquivo:44.63 MB

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E a pasta Subrotinas armazena todas as sub-rotinas do projeto. Fim: Permite a navegao para telas anteriores. Existem diferenças entre a semântica de funções com o mesmo nome sob o API. Com certeza que sim! Que firewall eu devo usar com Cygwin? A interface para sadas analgicas recebe do processador dados numricos que so convertidos em valores proporcionais de corrente ou tenso e aplicados nos dispositivos de campo.

Após realizar o download do WinSUP, dê um duplo-clique sobre o arquivo texto à esquerda digite o endereço onde você deseja descompactar o programa. A Atos Automação Industrial LTDA. restringe sua responsabilidade à substituição de peças defeituosas, desde que o critério de seu Departamento de. PRTICA COM O WINSUP. Durante o processamento do programa, o CLP armazena os dados na memria imagem das sadas. Por fim o. Software de programação WinSUP - Apostilas - Engenharia de Energias, Notas de estudo 35Números de download Baixar o documento. este documento. Baixar o documento. Pré-visualização3 páginas WinSUP ( Intermediário). Manual Fevereiro/ Ref. .. CAPÍTULO 10 – PRÁTICA COM O WINSUP. .. 8 - Passo 5: Elaboração do Programa de Usuário.

É possível desenvolver lógicas combinatórias. O seu sucesso se deve ao fato de que é simbólico. Figura 48 3. Possui blocos indicando. Figura 47 2. Pode ser representado em blocos funcionais. Esse endereço aparece no ladder com um nome simbólico. O diagrama ladder utiliza lógica de relé. Por esse formato é que recebe o nome de ladder que significa escada. Figura 49 No ladder cada operando nome genérico dos contatos e bobinas no ladder é identificado com um endereço da memória à qual se associa no CLP.

A linguagem Ladder permite que se desenvolvam lógicas combinacionais. As bobinas acionam o seu endereço. Tais expressões podem ser executadas por um conjunto de circuitos. Figura 50 3. Os contatos endereçados. Enquanto uma bobina com endereço de saída estiver acionada. Considerando um CLP genérico de 8 entradas digitais e 8 saídas digitais. Cada uma dessas flags representa. Apesar dos programas apresentarem o mesmo comportamento.

Às vezes denominadas registro ou tag. MOV: É utilizada para movimentar dados entre registradores. CMP: É utilizada para comparar valores de contadores. Figura 62 Professor Carlos Alexandre Pizzino Y3 e Y4.

M1 e M2 bombeiam. Após o fio ter sido manualmente fixado no carretel. Usar uma botoeira L para ligar o motor e D para desligar. Cada carretel deve ser preenchido com voltas de fio. Ao final da bobinagem. Na partida o motor deve ter seus enrolamentos alimentados em estrela.

Algumas técnicas utilizadas atualmente para descrever comportamentos seqüenciais incluem fluxogramas. Figura 63 — Exemplos de modelagens de lógica seqüencial fluxograma. De fato. Pela ordem. As rede de Petri. Em Grafcet O Grafcet tem suas origens na França. Mais tarde. Após ser testado em companhias privadas francesas e em sistemas educacionais. Seu uso industrial vem se ampliando. O sentido convencionado é de cima para baixo.

Em um dado instante. Elementos auxiliares do comando temporizadores. Figura 66 — Ordem contínua 2. Figura 68 2. Sua finalidade é atuar em elementos de comando.

Figura 69 — Ordem com tempo limitado 2. Quando em estado lógico verdadeiro.

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Figura 72 — Ordem memorizada usando indicadores S e R. Uma receptividade pode ser encarada como o elo existente entre a lógica combinacional e a lógica seqüencial. Duas ou mais receptividades podem ocorrer ao mesmo tempo se forem correlatas.

Deve ser composta de pelo menos uma etapa. Um sistema de comando lógico pode. Esta regra é ilustrada na figura Uma estrutura seqüencial linear de cinco etapas é mostrada na figura EV3 respectivamente. Da mesma forma. A seqüência consiste em. S3 do tipo reed-switch. Uma convergência seletiva deve ser. B2 — café com leite e B3 — chocolate quente. Ainda neste caso. R2 — leite em pó. A2 — doce. VR4 e VR5 respectivamente.

A partir destas informações. R3 — chocolate. A3 — extra doce. A partir deste instante. Partindo das premissas anteriores. Após uma divergência simultânea. É o caso. D e E devem estar recuados. O motor da furadeira é acionado por um sistema mecânico que vai liga-lo quano a furadeira descer.

Telemechanique e Klocner Moeller. Casos críticos dessa natureza ocorrem principalmente com intertravamentos oriundos de sinais com natureza impulsional. Metodologia Na estrutura de um Grafcet. Por isto. Nesses equipamentos. É a partir desse Grafcet que. Figura 96 — Diagrama de contatos referente às ações No diagrama de ações. Em seguida.

O acionamento do carro é feito por M1 para a esquerda e M2 para a direita. O atuador V1 controla o destino do carro. F20 e F Este fato nem sempre ocorre com estruturas de divergência em OU. Cada subsistema adota o tipo de rede mais adequado para si levando em conta o tipo de equipamento que utiliza e os requisitos da atividade que executa.

Controladores programáveis

O objetivo final é aumentar a eficiência. Perturbações físicas. De uma forma resumida. Podemos citar como exemplo deste nível as redes: Profinet. Necessidade de backup e a que nível esta deve atender. Aplicações de característica contínua. Mensagens complexas. No nível de campo. Ações executadas no nível dos dispositivos. APR03M e Controlnet. Podemos citar como exemplo deste nível as redes Profibus FMS.

Orientada a sensores e atuadores. Redes de campo Um dos principais dispositivos em uma rede de campo é o CLP. Ele é usado na leitura de sensores discretos ou digitais e dos valores dos instrumentos analógicos. CAN e LonWorks. Redes de Dispositivos ou Devicebus. Exemplos: Profibus-DP. ControlNet e ModbusPlus. Quando se fala em fieldbus. A arquitetura do protocolo pode ser descrita conforme a figura a seguir: Professor Carlos Alexandre Pizzino Trata-se por Fieldbus Foundation.

No fim das contas. Nestes dez anos. Isto é um ponto chave para a PNO. Figura — Profibus e Ethernet 4. IEC ou Fibra Ótica. Estes perfis também definem o comportamento do dispositivo. No futuro. Fibra Ótica: para aplicações em sistemas que demandam grande imunidade à interferências e grandes distâncias. Existem ainda alguns outros perfis disponíveis.

Um mestre pode enviar mensagens. Neste modelo. Expansões futuras. Os dispositivos de campo agem como consumidores passivos de corrente sink. Topologia linear. Tabela 2 — Propriedades das fibras ópticas 4. Este protocolo é implementado pela camada 2 do modelo de referência da OSI.

Portanto, o protocolo PROFIBUS de acesso ao barramento Figura inclui o procedimento de passagem do Token, que é utilizado pelas estações ativas da rede mestres para comunicar-se uns com os outros, e o procedimento de mestre-escravo que é usado por estações ativas para se comunicarem com as estações passivas escravos.

Até dispositivos mestres ou escravos podem ser ligados a um barramento. Pode haver dispositivos que possuem somente informações de entrada e outros com somente informações de saída.

Professor Carlos Alexandre Pizzino independente do fabricante. O perfil PA define os parâmetros dos dispositivos e o comportamento de dispositivos típicos. As especificações para a unidade de medida e o significado dos parâmetros do dispositivo. Apesar disto. Os arquivos GSD devem ser fornecidos pelo fabricante dos dispositivos. Por um lado. A linguagem pode ser usada universalmente e permite descrições independente do fabricante tanto para dispositivos simples sensores e atuadores quanto para sistemas complexos.

Como regra. Como exemplo. Como chip de protocolo puro. As características elétricas por exemplo: resistores de Professor Carlos Alexandre Pizzino O teste de hardware examina a eletrônica da interface. O comportamento desejado é combinado para formar uma seqüência de teste a qual pode ser adaptada para um dispositivo em teste. As reações geradas pelo dispositivo em teste podem ser monitoradas no barramento e registradas via um monitor de barramento.

O comportamento real é analisado e comparado com o comportamento desejado. Durante as seqüências de teste. Endereçabilidade: O dispositivo é endereçado dentre qualquer três endereços dentro de uma faixa de endereços e testado para funcionamento correto.

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Comportamento em caso de falha: Falha de barramento por ex. O teste de conformidade é a principal parte do teste. Um cheque é feito para determinar se a funcionalidade de um sistema inteiro continua preservada quando o dispositivo em teste é adicionado. O arquivo GSD é usado para parametrizar e adaptar o sistema de teste.

O objetivo principal dos sistemas SCADA é propiciar uma interface de alto nível do operador com o processo. Em alguns casos. Definir sinóticos. De uma forma ou de outra. Single loops e Multi loops. Um equipamento pode pertencer a diversas seqüências diferentes. Cada seqüência é composta tipicamente por 8 ou mais equipamentos.

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Por exemplo. Por exemplo: o conjunto de motores e outros subsistemas que compõem um moinho de bolas pode ser tratado de forma unificada pelo sistema.

Os símbolos utilizados para um determinado tipo de processo petroquímico. Alguns construtores. De preferência deve ser possível se usar o construtor com o sistema on-line. Depois de definidos. Todos os espaços vagos da tabela do gerador de caracteres eram preenchidos com símbolos especiais que permitiam representar os equipamentos de processo.

Esta técnica é denominada full-graphics e requer um poder computacional muito maior por parte das estações de trabalho. Para alguns tipos de processo. Mdulos Digitais Mdulos Analgicos Published on Nov View Download Ley creación Escoma Documents.

Microprocessor Evolution: to Pentium Pro? Intel , , El primer microprocesador Intel Documents. Nvel de Campo: As redes que fazem parte deste nvel constituem a base na hierarquia da comunicao industrial. Atravs deste nvel torna-se possvel a aquisio e atuao direta dos dados de cho de fbrica como valor de presso, status de um motor, ligamento e desligamento de uma vlvula, etc.

De uma forma resumida, as aes associadas a este nvel so: Aquisio das variveis; Atuao sobre equipamentos. Segue abaixo as caractersticas principais entre os nveis de rede:.

Especificao do cabo Configurao dos dispositivos via rede Ferramentas de gerenciamento Permite coliso Permite comunicao por eventos Auto-configurao bsica Integrao com outras redes Quantidade de dispositivos compatveis no mercado "Troca a quente". Indicador no definido.. Baseado na especificao do sistema defini-se as caractersticas do hardware do CLP, considerando os seguintes pontos:.

Verifique o tipo de alimentao e o range do painel AC ou DC , Verifique a potncia da fonte, se for superior a 31,5W utilize a fonte de alimentao Verifique a memria necessria; Necessidade de relgio calendrio em tempo real; Quantidade de canais seriais necessrios; O tipo das entradas e sadas digitais; Verifique se o projeto requer slaves comunicao, energia e a quantidade; Necessidade de entrada de contagem rpida; Quantidade de pontos de entradas e sadas analgicas e digitais. Escolha o bastidor: Bastidor Verifique a quantidade total de mdulos, incluindo a CPU e a fonte de alimentao.

Modelo Verifique a quantidade de pontos necessrios para o projeto; Verifique o tipo das entradas e sadas digitais NPN ou PNP ; Verifique se o mdulo precisa ter troca a quente.

Verifique a necessidade de se utilizar um mdulo Multiplex: Modelo Verifique o sensor ser utilizado; Defina qual a temperatura do PT; Quantidade de canais de temperatura. Caso seja necessrio utilizar mais um canal de contagem rpida alm da entrada disponvel na CPU, ou o projeto prev um canal com freqncia superior a 3kHz, defina a utilizao dos mdulos abaixo: Mxima Freqnc ia kHz kHz.

Defina se o projeto precisar de conversores de rede: Modelo Observao: A alimentao da unidade O mdulo Modelo Display LCD 2 x 20 4 10 4 Verifique a quantidade de teclas e leds necessrios na IHM, Escolha o tamanho do caracter.

Existem cinco tipos bsicos de linguagem que normalmente so encontradas em controladores programveis e so padronizadas pela norma IEC O SFC consiste de passos, interligados com blocos de aes e transies. Cada passo representa um estado particular do sistema sendo controlado. Devido a sua estrutura geral, o SFC funciona tambm como uma ferramenta de comunicao, integrando pessoas de diferentes formaes, departamentos e pases.

Consiste de uma seqncia de comandos padronizados correspondentes a funes. Assemelha-se a linguagem Assembler. O programa representado pela linguagem descritiva: Se as entradas E00 e E01 estiverem ligadas, ento ligar sada S A linguagem Ladder uma representao grfica da linguagem de programao do CLP.

Tambm conhecida como lgica de diagrama de contatos. A linguagem Ladder o sistema de representao que mais se assemelha tradicional notao de diagramas eltricos. O mesmo esquema eltrico apresentado na figura 23 pode ser representado figura 24 em diagrama Ladder por:. O diagrama funcional uma forma grfica de representao de instrues ou comandos que devem ser executados.

Possui blocos indicando, por exemplo, uma porta AND. Pode ser representado em blocos funcionais por:. A figura 26 nos mostra os trs principais smbolos de programao. Tipo Contato Aberto Contato Fechado Sada Smbolo Aplicaes Aplica-se entradas digitais, sadas digitais, leds, estado de temporizadores ou contadores, estados aux. Aplica-se entradas digitais, sadas digitais, leds, estado de temporizadores ou contadores, estados aux.

Aplica-se sadas digitais, leds, estados auxiliares. Figura 26 Funes Bsicas. Conforme observado na tabela acima e o prprio nome sugere as instrues bsicas se originaram no diagrama eletromecnico, cujo elemento principal de controle o rel, especificamente sua bobina e seus contatos. Para entendermos a estrutura da linguagem vamos adotar um exemplo bem simples: Sada Piscante.

Na figura 1. A memria do Controlador Programvel armazena informaes na forma de 1 ou 0, portanto, o sistema de numerao binrio utilizado para representar a informao armazenada na memria. Um bit ento a menor unidade de estrutura de memria, pois suficiente para armazenar o estado de botoeiras, chaves, motores e outros dispositivos externos que podem ser interligados ao Controlador Programvel.

Normalmente o CP manipula mais do que um bit quando deseja transferir dados para ou da memria. Exemplos de estados: entradas digitais, sadas digitais, contatos de temporizadores ou contadores, estados auxiliares, etc.

Registros: Informaes representadas por um grupo de bits Word , ou seja, so posies de memria destinadas a armazenar informaes quantitativas. Exemplos de registros: entradas e sadas analgicas, canais de leitura de temperatura, valores preset de contadores e temporizadores, assim como qualquer outro dado numrico manipulado pelo CLP.

Na programao, cada contato, bobina e registro referenciado com um endereo que identifica o local de armazenamento do contedo do mesmo. Para se programar um controlador um primeiro passo analisar o tipo de endereo utilizado por ele. Dependo do ambiente de programao pode-se atribuir um apelido ao endereo tag, nickname , ou seja, definir as variveis associadas aos endereos, que referencie o programador com relao as funes de campo. Tabela de mapeamento de memria encontra-se no manual do MPC WinSup um ambiente de programao que permite o desenvolvimento de uma aplicao de controle baseada na linguagem de programao Ladder Diagrams, sendo uma poderosa ferramenta de desenvolvimento, documentao e manuteno de aplicaes de controle, executada em ambiente Windows.

Conforme veremos a seguir:. Esta barra mostra o ttulo do projeto que est sendo trabalhado, a localizao do arquivo e o driver selecionado. Barra de menu. Concentra todos os comandos do WinSup. A maioria destes comandos est disponvel na barra de ferramentas do aplicativo.

Controles do Windows. So os controles padres do Windows para toda aplicao Minimizar, Maximizar, Fechar. Barra de ferramentas. Esta barra concentra atalhos para os comandos mais utilizados do WinSup. Gerenciador de Projetos. Possibilita a visualizao, edio e configurao de todos os itens envolvidos no projeto. Editor Ladder. Permite a criao das rotinas do programa de usurio.

Comentrio de operandos. Visualizao do comentrio do operando selecionado. Barra de Ferramentas Ladder. Sempre que executamos o WinSUP, a barra de ferramentas do editor ladder j vem anexada esquerda da rea de edio de linhas. Esta barra concentra os botes de acesso a todas as instrues de programao.

Aps a execuo ir aparecer a janela do Winsup, chamada de Gerenciador de Projeto. O Gerenciador de projeto oferece uma viso rpida e organizada de toda a aplicao, facilitando a edio e configurao de todos os itens envolvidos no projeto, atravs de uma rvore hierrquica de opes. Selecionando-se qualquer um dos ramos da rvore do projeto o mesmo ir se expandir, mostrando seu contedo. Desta forma, voc poder navegar pela aplicao, tendo disponveis todas as opes de configurao e documentao em uma tela especfica, de um modo fcil e rpido.

E a pasta Subrotinas armazena todas as sub-rotinas do projeto. O WinSUP trata os programas e subrotinas como entidades independentes, em janelas independentes. Observe a figura a seguir. Para alterar a configurao atual inserindo, retirando ou modificando qualquer placa existente, clique no boto Configurar, da guia Expanses. Para imprimir a configurao atual em qualquer impressora instalada no Windows, clique no boto Imprimir, da guia Expanses.

A maneira com que as expanses so configuradas no difere entre os drivers existentes no WinSup, mas algumas diferenas com relao configurao das placas podem ser encontradas, quando utiliza-se o driver MPCR ou MPCT. Os modelos de CPU do driver MPC no possuem expanses, portanto a guia Expanses da janela de Configuraes de Hardware no est disponvel durante a utilizao deste hardware.

Barra de Status: Mostra uma descrio sucinta do objeto selecionado na rvore de Expanses. Visualizao: Imagem representativa dos mdulos existentes no projeto. Tabela de Expanses: Representa em formato de tabela a configurao do bastidor. Na guia Expanso da Configurao do projeto, clique no boto Configurar; 2. Na rvore de Expanses, abra a opo Bastidor; 3. Dentre as opes disponveis, escolha o bastidor que ser utilizado no projeto; 4.

D um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustrao do Bastidor j existente ou da Tabela de Expanses; 5. Na janela que se abre, clique no boto Substituir para confirmar a ao. Quando se diminui o nmero de slots do bastidor, qualquer placa configurada nos slots excedentes lado direito do bastidor ser perdida.

Para inserir uma placa digital, siga os seguintes passos:. Na rvore de Expanses, abra a opo Mdulos digitais; 3. Dentre as opes disponveis, escolha o mdulo que deseja inserir; 4. D um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustrao do Bastidor j existente ou da Tabela de Expanses. A posio dos jumpers e o endereamento de memria de cada mdulo exibido na tabela de Expanses e no prprio layout do mdulo.

So divididas em dois grupos, cada um com um endereamento distinto: Mdulos Analgicos Compactos M. C So mdulos compostos unicamente por entradas analgicas ou sadas analgicas. Mdulos Analgicos Mistos So mdulos compostos por entradas e sadas analgicas. A posio dos jumpers e o endereamento de memria de cada mdulo, exibido na tabela de Expanses e no prprio layout do mdulo. Na rvore de Expanses, abra a opo Mdulos analgicos; 3.

D um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustrao do Bastidor j existente ou para a Tabela de Expanses. Configuraes da placa analgica Para acessar as configuraes de um mdulo analgico, utilize um dos procedimentos mostrados abaixo:. Na Tabela de Expanses d um duplo-clique sobre a linha correspondente ao mdulo analgico que deseja configurar; Clique com o boto direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expanses no mdulo que deseja configurar e selecione a opo "Propriedades";.

A configurao das expanses de um projeto, no WinSUP feita em formato de tabela, abaixo segue o procedimento para configurar cada opo disponvel. Habilitando um canal analgico: Na coluna "Habilitao" d um clique sobre a clula correspondente ao canal que deseja habilitar;. Os canais analgicos dos mdulos mistos so habilitados sempre em "pares", isto , de 2 em 2 canais. Nos mdulos M. C no existe habilitao. Definindo o tipo de valor a ser utilizado: 1. Na coluna "Tipo" d um clique sobre a clula correspondente ao canal que deseja utilizar; 2.

Uma caixa de seleo se abrir. Definindo a escala a ser utilizada: 1. Na coluna "Escala" d um clique sobre a clula correspondente ao canal que deseja utilizar; 2. Escolha uma das opes disponveis para escala;. Definindo os EI's das placas analgicas bipolares somente Defina nele o primeiro estado interno de indicao de sinal. Ele ser utilizado pelo primeiro canal de sada da placa. Todos os outros canais utilizam os EI's na seqncia. Para inserir um mdulo de temperatura, siga os seguintes passos: 1.

Na guia "Expanso" da Configurao de Projeto, clique no boto Configurar; 2. Na rvore de Expanses, abra a opo "Mdulos de Temperatura"; 3. Para inseri-lo em uma posio livre do bastidor, d um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a ilustrao do Bastidor j existente ou para a Tabela de Expanses.

Configuraes da placa de temperatura Para acessar as configuraes de um mdulo de temperatura, utilize um dos procedimentos mostrados abaixo: No Bastidor d um duplo-clique sobre a imagem do mdulo de temperatura que deseja configurar;.

Na Tabela de Expanses d um duplo-clique sobre a linha correspondente ao mdulo de temperatura que deseja configurar; Clique com o boto direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expanses no mdulo que deseja configurar e selecione a opo "Propriedades"; A configurao das expanses do WinSUP feita em formato de tabela, abaixo seguem os procedimentos para configurar cada opo disponvel.

Definio dos parmetros do mdulo de temperatura: Cada parmetro a ser configurado possui uma clula a ser preenchida. Abaixo da banda as resistncias estaro ligadas e acima da banda desligadas. Desta forma se tivermos um tempo de 4 seg. Caso o clculo de Ton ou Toff seja menor que 1 seg. Para inserir um bastidor, siga os seguintes passos: 1. Na rvore de Expanses, abra a opo "Bastidor"; 3. D um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para a rea branca ou cinza ao lado.

Para substituir um bastidor, siga os seguintes passos: 1. Dentre as opes disponveis, escolha o bastidor que ser inserido; 4. D um duplo-clique no item escolhido ou clique e arraste para um slot do Bastidor j existente ou para a Tabela de Expanses; 5. Na janela que se abre, clique no boto "Substituir" para confirmar a ao. O aumento de capacidade do bastidor s possvel utilizando-se os bastidores que possuam conector de expanso Para cada slot vazio, existe uma linha em branco correspondente na Tabela de Expanses.

Quando se diminui o nmero de slots do bastidor, qualquer mdulo configurado nos slots excedentes lado direito do bastidor ser perdido. Para inserir uma fonte de alimentao, siga os seguintes passos: 1. Na guia "Expanso" da Configurao de Projeto, clique no boto Configurar; Na rvore de Expanses, abra a opo "Fonte"; 3.

Escolha o modelo de fonte dentre as opes disponveis; 4. Para inseri-la no bastidor, clique e arraste a fonte selecionada na rvore de Expanses, para o slot A1 reservado exclusivamente para uso da fonte de alimentao. Clculo de consumo de corrente da fonte: Cada fonte possui uma especificao de corrente mxima utilizada.

Durante a configurao das expanses, possvel acompanhar o nvel de consumo utilizado pelos mdulos inseridos no CLP. Para exibir a janela de clculo de consumo de corrente, siga os seguintes passos: 1. Aps inserir um bastidor qualquer, clique com o boto direito do mouse sobre o Bastidor ou a Tabela de Expanses; 2. Clique sobre a opo "Consumo Caso nenhuma fonte tenha sido escolhida, os campos permanecero em branco.

Adicionando uma fonte ao projeto, suas especificaes de corrente disponvel sero utilizadas como limite mximo para o projeto. Dessa maneira, ao ultrapassar esse limite, um alarme ser acionado, mostrando na janela "Utilizao da Fonte" onde foi excedido o limite de consumo. Para inserir uma CPU, siga os seguintes passos: 1. Na rvore de Expanses, abra a opo "CPU"; 3. Dentre as opes disponveis, escolha a CPU que deseja inserir; 4. Para inseri-la no bastidor, clique e arraste a CPU selecionada na rvore de Expanses, para o ltimo slot do primeiro bastidor reservado exclusivamente para uso da CPU.

No Bastidor, d um duplo-clique sobre a imagem da CPU previamente inserida no projeto; 2. Para fazer isso basta marcar as opes correspondentes na janela de configurao de pontos digitais. A IHM utilizada, durante a configurao das expanses do projeto, com o objetivo de realizar o clculo de consumo de corrente.

Dependendo da IHM selecionada para o projeto, a corrente consumida pode mudar. A IHM representada na configurao das expanses, atravs da figura 42 :.

Para inserir uma IHM, siga os seguintes passos: 1. Na guia "Expanso da Configurao de Projeto, clique no boto Configurar; 2. Na rvore de Expanses, abra a opo "IHM"; 3. Escolha o modelo de IHM dentre as opes disponveis; 4. Para inserir um mdulo digital, siga os seguintes passos: 1. Na rvore de Expanses, abra a opo "Digitais"; 3. Dentre as opes disponveis, escolha o modulo que possui a especificao necessria para seu projeto; 5. Para inseri-lo em uma posio livre do bastidor, clique e arraste o mdulo digital selecionado na rvore de Expanses, para o slot desejado no Bastidor.

Configurao da placa digital Para acessar as configuraes de um mdulo digital, utilize um dos procedimentos mostrados abaixo: Na Tabela de Expanses d um duplo-clique sobre a linha correspondente ao mdulo digital que deseja configurar; Clique com o boto direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expanses no mdulo que deseja configurar e selecione a opo "Propriedades".

Configurando um mdulo digital: Os mdulos digitais tm seus endereos de entradas e sadas configurveis. As expanses analgicas so divididas em dois grupos: Mdulos Analgicos Compactos M. So mdulos compostos unicamente por entradas analgicas ou sadas analgicas Mdulos Analgicos Mistos So mdulos compostos por entradas e sadas analgicas.

A posio dos jumpers e o endereamento de memria de cada mdulo, exibido na tabela de Expanses, na linha correspondente ao slot. Para inserir um mdulo analgico, siga os seguintes passos: 1.

Na rvore de Expanses, abra a opo "Analgicas"; 3. Dentre as opes disponveis, escolha o mdulo que possui a especificao necessria para seu projeto; 5. Para inseri-lo em um slot livre do bastidor, clique e arraste o mdulo analgico selecionado na rvore de Expanses, para o slot desejado no Bastidor.

Configurao da placa analgica Para acessar as configuraes de um mdulo analgico, utilize um dos procedimentos mostrados abaixo: No Bastidor d um duplo-clique sobre a imagem do mdulo analgicaoque deseja configurar; Na Tabela de Expanses d um duplo-clique sobre a linha correspondente ao mdulo analgico que deseja configurar;.

Utilizando drivers Modbus Master (ASC/RTU/TCP) com controladores ATOS.

Clique com o boto direito do mouse sobre o Bastidor ou sobre a Tabela de Expanses no mdulo que deseja configurar e selecione a opo "Propriedades". A configurao das expanses de um projeto do WinSUP feita em formato de tabela, abaixo segue o procedimento para configurar cada opo disponvel. Habilitando um canal analgico na varredura: Na coluna "Hab. Habilitando um canal analgico na Int1: Na coluna "Hab. Habilitando um canal analgico na Int2: Na coluna "Hab.

Os canais analgicos so habilitados individualmente, podendo ser atualizados separadamente durante a varredura, ao entrar no programa de Int1 ou de Int2. Definindo o efetivo a ser utilizado por cada canal: 1.

Supervisório

Na coluna "Efetivo" d um clique sobre a clula correspondente ao canal que deseja utilizar; Cada canal tem seu efetivo programado em um endereo diferente, ou seja, a definio desse endereo independente, para cada canal existente na placa.

Na coluna "Escala" d um clique sobre a clula correspondente ao canal que se deseja utilizar; 2. Escolha uma das opes disponveis para escala. Esse EI definido na coluna "EI Sinal" e determina se o valor colocado nos respectivos registros de cada sada. Para inserir uma placa de temperatura, siga os seguintes passos: 1. Na guia "Expanses" da Configurao de Hardware, clique no boto Configurar; 2. Na rvore de Expanses, abra a opo "Temperatura"; 3.

Escolha o tipo de placa dentre as opes disponveis Termopar ou PT ; 4. Dentre as opes disponveis, escolha a placa que deseja inserir; 5. Para inseri-la em uma posio livre do bastidor, clique e arraste o mdulo de temperatura selecionado na rvore de Expanses, para o slot desejado no Bastidor.

Os mdulos de temperatura devem estar do lado oposto da fonte de alimentao para evitar interferncia em seus canais. Configurao da placa de temperatura Para acessar as configuraes de uma placa de temperatura, utilize um dos procedimentos mostrados abaixo:. No Bastidor d um duplo-clique sobre a imagem da placa de temperatura que deseja configurar; Na Tabela de Expanses d um duplo-clique sobre a linha correspondente placa de temperatura que deseja configurar; Clique com o boto direito do mouse sobre o Bastidor ou a Tabela de Expanses na placa que deseja configurar e selecione a opo "Propriedades".

A configurao das expanses do WinSUP feita em formato de tabela, abaixo segue o procedimento para configurar cada opo disponvel. Habilitao dos canais de temperatura: Na coluna "Hab. Na coluna "Efetivo" defina qual registro livre ser utilizado como efetivo de temperatura para cada canal, individualmente. Cada canal pode ser habilitado individualmente.

Somente os canais habilitados sero atualizados durante a varredura. O controle PID pode ser habilitado individualmente para cada canal. Por exemplo: posso ter todos os canais de temperatura da placa habilitados, mas somente um controlado por PID. A edio das clulas s permitida aps habilitar o PID do canal que deseja controlar. Abaixo da banda as resistncias esto ligadas e acima da banda desligadas.

Para excluir uma placa do bastidor, siga os seguintes passos: Na Tabela de Expanses ou no Bastidor, clique com o boto direito sobre a placa que deseja excluir; No menu que se abre escolha a opo "Excluir Hardware";. Uma mensagem confirmar se a placa selecionada realmente deve ser excluda, para confirmar, selecione "Sim". Na rvore de Expanses, escolha a placa que deseja substituir;.

Na Tabela de Expanses, clique sobre a placa a ser substituda; 4. D um duplo-clique sobre a placa selecionada na rvore de Expanses 5. Uma mensagem confirmar se a placa do bastidor realmente deve ser substituda, para confirmar, selecione "Sim"; Para movimentar uma placa no bastidor, sem precisar exclu-la, utilize um dos procedimentos abaixo: No Bastidor, clique sobre a placa que deseja movimentar e arraste-a para um slot livre. Arrastar a placa para um slot ocupado interpretado como uma substituio, e uma janela abrir perguntando se a placa realmente deve ser substituda.

Para confirmar a ao, clique em "Sim"; Na Tabela de Expanses clique sobre a placa que deseja movimentar e arraste-a para um slot livre. Para confirmar a ao, clique em "Sim". Ao movimentar uma placa para um outro slot do bastidor, sua configurao mantida, no sendo necessrio reconfigur-la.

Os dois canais podem ser utilizados simultaneamente, com taxas de comunicao e protocolos diferentes, variando de bps a bps.

A taxa de comunicao ir determinar a velocidade com que a comunicao entre o CLP e o dispositivo a ele conectado ir ocorrer. A Taxa de Comunicao dos canais seriais do CLP so programadas na guia Geral da janela configuraes de Hardware, nos campos mostrados abaixo:.

O protocolo APR03, desenvolvido pela Atos e utilizado em todos os seus equipamentos permite que o baud rate de cada canal seja configurado individualmente, tendo a seguinte especificao: Paridade fixa em Nenhuma, o Tamanho do dado fixo em 8 bits e utilizando sempre 1 Stop bit. O protocolo Modbus, criado pela Modicom, est disponvel nos dois canais de comunicao do CLP, possuindo baud rate configurvel individualmente para cada canal.

O nmero de stop bits est diretamente relacionado ao fato de se estar ou no utilizando paridade. Quando no se utiliza paridade o campo deve permanecer na opo Nenhuma , o nmero de stop bits pode ser configurvel.

O Tamanho do dado fixo em 8 bits. O tamanho do dado e o nmero de stop bits podem ser configurveis, mas utilizando paridade com o tamanho dado em 8 bits, o nmero de stop bits fixado em 1.

Na janela Configuraes de Hardware, tm acesso rpido a todos os parmetros e objetos da configurao do CLP, englobando desde as placas de expanso do bastidor at s telas da IHM, passando por diversos outros recursos. Este recurso disponvel somente no driver MPCG possibilita a cada inicializao do CLP, recuperar uma regio de dados previamente salva na memria flash.

PROGRAMA WINSUP BAIXAR

Para configurar esse recurso, selecione a opo "Pgina protegida por Flash", na guia Geral da janela Configurao de Hardware, e em seguida acione o boto "Opes".

Descrio dos campos: Endereo da Pgina: Define a pgina onde os dados sero protegidos na memria Flash. Quantidade de bytes:. Define o nmero de bytes que sero protegidos na flash, a partir do endereo apontado no campo "Endereo da Pgina" valores vlidos entre 1 e A partir deste momento, a cada inicializao do CLP, os dados salvos sero carregados novamente na pgina escolhida.

Para desabilitar este recurso, desmarque a opo "Pgina protegida por Flash", na guia Geral da janela Configurao de Hardware. A seguinte janela se abrir:. Descrio dos campos: Preset: Definio do primeiro endereo de preset a ser utilizado. Todos os outros presets viro em seqncia. Este endereo pode ser configurado pelo usurio, podendo ser utilizado qualquer registro livre do CLP.

Efetivo: Definio do primeiro endereo de efetivo a ser utilizado. Todos os outros efetivos viro em seqncia. Todos os outros EI's viro em seqncia. Este endereo pode ser configurado pelo usurio, podendo ser utilizado qualquer estado interno da pgina como EI inicial. A configurao mostrada na figura acima padro toda vez que se abre janela de opes pela primeira vez. Mnimo" e "End. Mximo" durante a varredura. Podem ser realizadas at 76 comparaes.

Os registros "End. Mximo" possuem, cada um, um EI associado. A partir do momento que o efetivo igualar-se, ou encontrar-se abaixo do valor estabelecido no registro "End. Mnimo" o EI associado a esse registro ser acionado, da mesma maneira que se o efetivo igualar-se, ou encontrar-se acima do valor estabelecido no registro "End.

Mximo" o EI associado a esse registro tambm ser acionado. Para configurar esse recurso, selecione a opo "Habilita comparao de mximos e mnimos", na guia Geral da janela Configurao de Hardware, e em seguida acione o boto "Opes". A seguinte janela ser aberta:. Definio das colunas ID: Cada linha representa uma comparao de um efetivo a ser realizada. O nmero mximo de ID's disponveis de Efetivo: Este o endereo do registro a ser comparado.

Este endereo pode ser configurado pelo usurio, podendo ser utilizado qualquer registro do CLP. Mnimo: Endereo do registro que dever conter o valor mnimo a ser comparado com o efetivo.

Mximo: Endereo do registro que dever conter o valor mximo a ser comparado com o efetivo. Este endereo pode ser configurado pelo usurio, podendo ser utilizado qualquer registro livre do CLP; EI Mnimo: O EI definido neste campo ser acionado quando o valor do efetivo for menor ou igual ao valor contido no registro definido no campo "End.

Este endereo pode ser configurado pelo usurio, podendo ser utilizado qualquer Estado Interno auxiliar do CLP. EI Mximo: O EI definido neste campo ser acionado quando o valor do efetivo for maior ou igual ao valor contido no registro definido no campo "End. ID1 Utilizando os registros h, h e h respectivamente como efetivo, endereo de mnimo e endereo de mximo, respectivamente, e com os EI's mnimo e mximo definidos como h e h, respectivamente, pode-se observar a seguinte representao:.

Quando o contedo do registro efetivo h for igual ou menor que o valor de mnimo armazenado no registro h , o EI h ser acionado e o EI ser desacionado. Quando o contedo do registro efetivo h for maior que o valor de mnimo armazenado no registro h e menor que o valor de mximo armazenado no registro h , os EI's h e h sero desacionados.

Quando o contedo do registro efetivo h for igual ou maior que o valor de mximo armazenado no registro h , o EI h ser desacionado e o EI ser acionado. Cada preset possui um EI associado, que sinaliza o resultado da comparao.

Assim que o registro escolhido atingir o valor do primeiro preset, o primeiro EI sinalizar; quando atingir o valor do segundo preset, o segundo EI sinalizar, e assim por diante. Para configurar esse recurso, selecione a opo "Habilita comparao automtica de registros", na guia Geral da janela Configurao de Hardware, e em seguida acione o boto"Opes". Essa janela possui 4 campos: Preset Inicial: Esse o endereo do primeiro registro de preset; todos os outros presets viro em seqncia. Esse endereo no pode ser modificado.

EI inicial: Endereo do primeiro EI de comparao. Cada registro de preset est associado a um EI, que sinaliza o resultado da comparao. Essa associao direta: o primeiro preset est associado ao primeiro EI; o segundo preset ao segundo EI, etc. Registro Inicial: Este o endereo do primeiro registro. Os outros efetivos sero alocados em seqncia.

Esse endereo pode ser configurado pelo usurio, podendo ser utilizado qualquer seqncia de registros livres do CLP. Nmero de Presets: Nesse campo, definido o nmero de presets que sero associados a cada registro.

Assim, se configuramos 5 presets no primeiro canal, os primeiros cinco presets sero associados ao primeiro registro definido pelo usurio, e o sexto preset da seqncia original ser o primeiro preset do segundo registro. Para desabilitar um registro, basta programar zero presets no mesmo, que todos os canais subseqentes sero desabilitados.

Para configurar esse recurso, selecione a opo "Habilita comparao automtica de registros", na guia Geral da janela Configurao de Hardware, e em seguida acione o boto "Opes".

Definio das colunas Grupo: Cada grupo representa um efetivo e uma seqncia de presets que deseja comparar. O nmero mximo de grupos de Quando selecionado, a comparao para este grupo ser realizada durante a varredura.

Int1: Habilita grupo da Int1. Quando selecionado, a comparao para este grupo ser realizada no programa de Int1.