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PMMG - BANCO DE PROVAS. CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS (CFO). PROVA OBJETIVA / DISSERTATIVA: ○ ○ ○ ○ ○ CFSD QPPM - GABARITO E CADERNO DE PROVA TIPO "A". 03/09/ gabarito e prova A kb. Autor: PMMG/CRS. Download de provas anteriores do concurso para ingresso na Polícia Militar de Minas Gerais. Provas e Gabaritos da PM MG.

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III — estiver em diligência, campanha, ou outros serviços que a impossibilitem de ser excluída. I — constantes:. Assim como escolhe, o eleitor acompanha, cobra e pune ou recompensa por meio do voto. Dos Princípios Gerais e Definições. Experimento Aleatório; 1. Você acredita que com essa quantidade de acertos alguém consiga entrar desta vez? I — Em virtude de sentença condenatória restritiva da liberdade individual, por mais de 2 dois anos e passada em julgado;. Rogrio Ceni tem razo. Amostragem x Amostra; 1.

CFSD QPPM - GABARITO E CADERNO DE PROVA TIPO "A". 03/09/ gabarito e prova A kb. Autor: PMMG/CRS. Download de provas anteriores do concurso para ingresso na Polícia Militar de Minas Gerais. Provas e Gabaritos da PM MG. Saiba tudo sobre a prova PM-MG - - PM-MG - Soldado da Polícia Militar e outras provas Militares relacionadas. No Questões Militares. Milhares de Provas de Concursos Militares atualizadas, organizadas e classificadas por cargo, disciplinas e prontas para Resolver On-line ou para Download. Exibindo 1 a 27 de 27 provas de concursos públicos. CRSP - PMMG - - PM -MG - Oficial de Saúde - Fisioterapia. Concurso Público: PM-MG - - QOS.

Esqueceu sua senha? Caio alexandre 2 de abril de - Contato - Política de Privacidade. A Uma conduta só pode ser considerada crime se houver preceito legal anterior que assim a defna. D Uma conduta é considerada crime se for criada norma nesse sentido a qualquer tempo. B Praticar violência contra superior comandante da unidade a que pertence o agente.

E Praticar violência contra superior comandante da unidade a que pertence o agente ou oficial general. Da licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família. Da Licença para Tratar de Interesse Particular. II — quando tenha, pelo menos, 10 dez anos de serviços prestados à Polícia Militar.

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II — licença para tratamento de interesse particular, superior a 1 um ano;. IV — extravio;. V — licença para exercer atividade técnica de sua especialidade em organizações civis;. VII — casos previstos no artigo 17 deste Estatuto;.

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VIII — candidatura a cargo eletivo, quando tiver 5 cinco ou mais anos de serviço. I — pela transferência para a reserva;.

II — pela reforma;. Da Transferência para a Reserva. I — completar 30 trinta anos de efetivo serviço;.

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II — atingir a idade limite de permanência no serviço ativo;. III — Revogado pelo art. IV — houver sido eleito para cargo e tiver 5 cinco anos ou mais de serviço. Da Reforma. I — Dos Quadros da Ativa:. I — por incapacidade física definitiva;. IV — Revogado pelo art. V — quando atingir a idade-limite de permanência na reserva. I — em face de transferência para a inatividade, nos termos deste Estatuto;.

V — com baixa do serviço, na forma da lei:. III — estiver em diligência, campanha, ou outros serviços que a impossibilitem de ser excluída. I — tempo de efetivo serviço;. II — anos de serviço. I — férias anuais, escolares e férias-prêmio;.

II — licenças especiais ou previstas no artigo deste Estatuto;. IV — desempenho de mandato legislativo, federal ou estadual;. VI — licença do militar acidentado em serviço ou acometido de moléstia profissional. II — o de licença concedida por qualquer outro motivo;.

Dos Princípios Gerais e Definições. I — completar os efetivos dos Corpos de Tropa, Estabelecimentos e Serviços;. III — atender aos interesses da disciplina;.

I — necessidade do serviço;. II — conveniência da disciplina;. III — interesse próprio. I — completar ou nivelar os efetivos dos Corpos de Tropa, Estabelecimentos, Serviços e Destacamentos;. III — atender aos interesses do serviço;. I — pelo Governador do Estado:. II — pelo Comandante Geral:. Das Promoções de Oficiais. O ano-base dos:. Vide arts. I — ao posto de Tenente-Coronel, no:.

II — ao posto de Major, no:. I — ao posto de Tenente-Coronel, no vigésimo quarto ano após o ano-base, os Majores remanescentes.

I — idoneidade moral;. III — interstício no posto;. IV — comportamento disciplinar satisfatório;. IV — Major: um ano;. V — Tenente-Coronel: um ano. IV — possuir capacidade de comando ou de administrador. II — no quadro de acesso por merecimento, relativo às promoções até Tenente-Coronel, inclusive, 3 três nomes para a primeira vaga e mais 1 um nome para cada vaga subsequente;.

I — estiver cumprindo sentença penal;. IV — estiver em licença para tratar de interesse particular, sem vencimento;. Levando em conta as inevitveis imperfeies de processos sociais de massa e o estgio de desenvolvimento do Brasil, acredito que, para o Poder Executivo, o referido pargrafo nico de fato reflete nossa realidade. Esperamos que a continuidade da prtica eleitoral aperfeioe o processo de escolha dos governantes.

Entretanto, no caso do Legislativo a realidade bem diferente. Via de regra no existe, para a maioria da populao, a sensao de que o Parlamentar federal, estadual ou mesmo o municipal seja seu representante poltico, ou seja, aquele que exerce o poder em seu nome e deveria ter sua atividade acompanhada e ser cobrado, punido ou recompensado pelo voto.

A maioria dos eleitores nem se lembra em quem votou. A relao de representao poltica quase inexistente. O que vigora uma relao clientelista entre o eleitor e o candidato. O parlamentar visto como se fosse um despachante que resolve problemas e atende a reivindicaes particulares, nem sempre legtimas.

Eles acreditam que no sero julgados por seus eleitores pelas atitudes ticas ou polticas, mas por sua capacidade de atender s demandas particulares ou locais, como vaga em creche, apoio ao clube de futebol, empregopblico, estradas vicinais, postos de sade etc.

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Enquanto essa realidade perdurar, ser muito difcil reduzir a impunidade que grassa no Brasil. Para mudar, so necessrias alteraes no sistema de votao das eleies proporcionais que estimulem uma relao de representatividade poltica entre o eleitor e o eleito, como a adoo do voto distrital, pois esse mecanismo promove uma aproximao do candidato com a populao.

Mas no devemos ficar parados esperando que os polticos resolvam o problema. Essas mudanas podem ser apressadas com a conscientizao de cada cidado de sua responsabilidade tica e poltica. A culpa no s dos polticos.

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Rogrio Ceni tem razo. Redija um texto dissertativo expondo as principais causas e consequncias da violncia no Brasil. Apresente possveis solues por meio de argumentos. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrig-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violncia, tais como as guerras, conflitos tnico-religiosos e banditismo. A violncia, em seus mais variados contornos, um fenmeno histrico na constituio da sociedade brasileira.

A escravido primeiro com os ndios e depois, e especialmente, com a mo de obra africana , a colonizao mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independncia, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrtico, contriburam enormemente para o aumento da violncia que atravessa a histria do Brasil. Diversos fatores colaboram para aumentar a violncia, tais como a urbanizao acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as reas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades.

Colaboram tambm para o aumento da violncia as fortes aspiraes de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de insero no mercado detrabalho. Por outro lado, o poder pblico, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso constatar que a violncia existe com a conivncia de grupos das polcias, representantes do Legislativo de todos os nveis e, inclusive, de autoridades do poder judicirio.

A corrupo, uma das piores chagas brasileiras, est associada violncia, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda. As causas da violncia so associadas, em parte, a problemas sociais como misria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condies econmicas. Alm disso, um Estado ineficiente e sem programas de polticas pblicas de segurana, contribui para aumentar a sensao de injustia e impunidade, que , talvez, a principal causa da violncia. A violncia se apresenta nas mais diversas configuraes e pode ser caracterizada como violncia contra a mulher, a criana, o idoso, violncia sexual, poltica, violncia psicolgica, fsica, verbal, dentre outras.

Em um Estado democrtico, a represso controlada e a polcia tm um papel crucial no controle da criminalidade. Porm, essa represso controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil. Conforme sustenta o antroplogo e ex-Secretrio Nacional de Segurana Pblica , Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma poltica de segurana pblica, sem prejuzo da preservao de nossos compromissos histricos com a defesa de polticas econmico-sociais.

Os dois no so contraditrios". A soluo para a questo da violncia no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, no s a. Requer principalmente uma grande mudana nas polticas pblicas e uma participao maior da sociedade nas discusses e solues desse problema de abrangncia nacional. Texto 2: Desde os primrdios onde se tem notcia, o crime uma anomalia social presente na sociedade. Passando por Lombroso e sua teoria com base no perfil fsico do infrator at as teorias mais modernas dissertadas por diversos especialistas na rea, fato que no h uma nica explicao para os atos delituosos, logo, responder a pergunta de como resolver os problemas desegurana no Brasil, torna-se um dilema um tanto complexo, na maior metrpole do pas, So Paulo, idem.

Diversos atores incidem diretamente na criminalidade. Histricos como a abolio da escravatura que deixou milhares de escravos a merc, sem qualquer amparo social, passando pelo processo de urbanizao dos grandes centros, fazendo com que os menos favorecidos fossem foradamente, num movimento centrfugo, aglomerando-se nos morros, dando incio ao processo da favelizao.

A falta de presena estatal, com a prestao de servios bsicos como sade, educao, lazer, entre outros, tambm fator fundamental apontado pelos especialistas em segurana. Se fatores histricos e a falta da presena estatal em parte explicam os problemas da segurana no pas, em So Paulo podemos apontar duas agravantes: primeiramente o processo de migrao, principalmente oriundo do nordeste brasileiro, que vindo para a maior cidade brasileira, idealizam melhorar de vida, sonhos estes que muitas vezes no alcanados, do lugar a marginalidade e ao sub mundo do crime.

Um segundo ponto a falta de investimentos em segurana pblica. A maior fora de segurana do pas, com mais de cem mil homens no pode ser entregue a baixos salrios e a falta de equipamentos bsicos para a proteo policial, afinal de contas, s quem tem segurana, pode conced-la, e esta no parece a realidade de So Paulo, confirmado recentemente pela onda de ataques a policiais militares. Resolver os problemas de segurana pblica em So Paulo e no Brasil no um plano de contingncia com medidas imediatistas.

Mais do que isso, preciso dar amparo para otrabalho policial, com condies dignas e recursos para conseguirem reverter este momento. A Polcia Militar um agente educador para o cidado brasileiro. Antigamente, a Polcia Militar era vista como punitiva, mas, hoje, faz um trabalho educativo direto com o cidado, tambm nas escolas, auxiliando os educadores e gestores. A policial militar protege a sociedade arriscando a sua prpria vida, indo a lugares perigosos e trocando tiros com bandidos perigosos a fim de proteger todos os cidados que, muitas vezes, no reconhecem esse maravilhoso trabalho que traz grandes benefcios para a nossa sociedade.

A Polcia Militar tem a funo de proteger a comunidade e a sociedade mineira de ladres e bandidos, mas tambm precisa da ajuda da comunidade para denunciar bandido e ladres de trfico de drogas , roubos, etc. Mas, tambm no podemos reclamar da atuao da polcia, pois todos dias saem para trabalhar, trocam tiros com bandidos, deixando suas famlias em casa sem saberem se vo ou no voltar.

Fazem tudo isto para nos proteger. A Polcia Militar deveria ser mais valorizada e respeitada. Para mim, so verdadeiros heris, pois sinto-me protegidos por eles. Alm de incluir um conjunto preciso e harmonioso de garantias constitucionais, pelo inciso II, do artigo 1, fundamentou a Repblica Federativa, dentre outros valores nacionais, na cidadania.

Este resgate proporcionado pelo texto constitucional tem influenciado todas as demais instituies sociais, permitindo uma abrangncia no seu entendimento, no apenas no campo poltico-jurdico, como tambm, no plano filosfico, sociolgico e tico, condicionando um novo estilo de vida do cidado brasileiro. No dizer de Celso Ribeiro Bastos e de Ives Gandra da Silva Martins: A nossa Constituio consagra fartamente o termo nacionalidade para significar a filiao ao Estado Brasileiro e reserva o vocbulo cidadania para denotar o exerccio e o gozo de direitos polticos por parte, obviamente, dos nacionais, os nicos legitimados para tanto.

Assim, a palavra chave para se construir a cidadania a participao construtiva do indivduo ou dos grupos organizados nas decises e nos resultados da vida em sociedade, isto , sociologicamente falando, estar includo no fato social, seja de natureza econmica, poltica, religiosa, social ou policial.

Em outras palavras, a cidadania pode ser entendida como a disponibilidade da pessoa para, com liberdade e segurana, reivindicar e ver atendidas as suas necessidades bsicas, deliberar sobre os rumos de sua vida ou de sua comunidade local, enfim, de poder de alguma maneira influenciar, inclusive, nas polticas pblicas que envolvem a segurana do cidado. Alis, caracterstica da democracia, de um lado, o envolvimento do pblico na participao do poder, pela tomada de posio concreta e legtima na gesto e controle dos negcios estatais e, de outro, traz a idia de dever para com o pas, a sociedade e as instituies.

Tais caractersticas adquirem especial importncia quando relacionadas s questes policiais. Nenhum outro rgo estatal dispe de tanto poder discricionrio para intervir na privacidade, liberdade e na integridade fsica e psquica dos cidados. Por isso, a subordinao do policial tica , ao mesmo tempo, garantia e limite para que o poder de polcia seja exercido de forma comedida, transparente e honesta. Como bem enfatiza Jos Renato Nalini: O policial no pode ser treinado a reagir sempre de maneira impulsiva e arbitrria.

Deve ser estimulado o exerccio da inteligncia.

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O policial inimigo do crime, no do criminoso. E sempre esse o seu atributo principal amigo do povo. A Corporao e seus integrantes no podem permanecer alheios a esta nova realidade que exige a gesto da ordem pblica de forma democrtica, pela participao cada vez mais ativa da sociedade nos processos decisrios relacionados funo policial, despertando, da, os incentivos para a implantao da polcia ou segurana comunitria e de aes de articulao e cooperao entre a comunidade e autoridades pblicas, com vistas ao desenvolvimento de estratgias locais, a exemplo dos Conselhos Comunitrios de Segurana, institudos a partir da mobilizao da comunidade.

So, pois, instrumentos de participao popular e de cooperao entre a sociedade e agncias pblicas de segurana para a qualificao do bem-estar social. Hoje, a cidadania faz parte indissolvel da idia de desenvolvimento humano e social. Estas percepes influem, tambm na Deontologia Policial-Militar, isto , na maneira de agir no cotidiano, no apenas na defesa, mas na promoo da cidadania. Por isso, as manifestaes pblicas, mesmo que de protesto s autoridades, antes. Outra no a posio de lvaro Lazzarini ao se manifestar sobre a misso reservada Polcia Militar: A defesa da ordem pblica, ou seja, a de evitar violncia contra as pessoas e seus bens, sendo, enfim, os instrumentos com que contam os cidados, diuturnamente, para a defesa da cidadania.

Os excessos sim, estes devem ser contidos. Mesmo assim, os conflitos multidudinrios de toda a ordem, tambm esto associados nova estratgia da polcia agir, em que as tcnicas de persuaso, mediao e negociao orientam um conjunto coordenado de aes para se evitarem as confrontaes precipitadas, quase sempre danosas s partes envolvidas, em particular para a polcia. Como a cidadania est centrada em direitos, cabe ao policial-militar ter pelos direitos dos cidados, que tambm, na maioria, so os seus, no apenas um dever genrico de proteo, mas, sobretudo, um interesse profundo em promov-los.

Quando se afirma maioria dos direitos, quer-se fazer referncia ao fato de que, na condio de militar, alguns deles so vedados ao policial-militar, ou seja: o direito greve; a filiao a partidos polticos, enquanto na atividade; a sindicalizao; a manifestao individual ou coletiva, seja de carter reivindicatrio ou poltico, seja de crtica ou de apoio a ato de superior hierrquico.

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Com isto, porm, no se quer afirmar que o policial-militar seja desprovido da cidadania. A diferena est na opo voluntria de vida adotada pelo militar. Ao ser admitido na Polcia Militar o homem orientado a conhecer, mediante extensos cursos de formao, quais so as regras profissionais que iro abalizar sua conduta durante o tempo em que permanecer ligado Corporao.

Aps isso, tem toda a liberdade para decidir continuar na profisso que adotou. E, se assim decidir, porque concordou plenamente com as regras sob as quais ter que desenvolver seu mnus na Corporao, na sociedade, perante a honra e com a Ptria, com a promessa solene de defend-las com o sacrifcio da prpria vida.

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Em o Poder do Mito, Joseph Campbell, entrevistado por Bill Moyers, afirmou: Em relao ao mito e o mundo moderno, aquele que se alista como militar e veste um uniforme, ao certo desiste de sua vida pessoal e aceita uma forma socialmente determinada de vida, a servio da sociedade de que membro.

Este o exemplo de caminho a ser trilhado pelas polcias militares para ajudar a transformar o Brasil num pas cidado. Da mesma forma, no existe democracia sem controles restritivos, isto , sem o cumprimento de normas e princpios, tendo, na polcia, um dos meios de fiscalizao para a garantia da ordem pblica, condio indispensvel para que a sociedade possa progredir.

Para finalizar, no existe democracia sem o exerccio da cidadania, sem o apreo pela tica e sem o respeito pelos direitos humanos, alm de atributos fundamentais na orientao das relaes interpessoais, constituem os pilares ticos da formao e das aes institucionais da polcia. TEXTO 1 Drogas entre adolescentes Fatores de risco ao uso de drogas tm sido muito descritos na literatura, os principais motivos mencionados so o uso de drogas pelos pais, a falta de integrao s atividades escolares, desestrutura familiar, violncia domstica e a presso de colegas.

Alguns desses fatores so muito semelhantes queles que j fazem parte da prpria adolescncia como os conflitos psicosociais, a necessidade de integrao social, a busca da auto-estima e de independncia familiar.

Essa verificao coloca o adolescente numa posio suscetvel ao uso de drogas. Vrios autores compartilham dessa afirmao, quando identificam a faixa etria do incio do uso de drogas dentro da. Entre estudantes brasileiros, o incio de consumo ocorre principalmente entre 10 e 12 anos.

O artigo Razes para o no-uso de drogas ilcitas entre jovens em situao de risco publicado pela Revista de Sade Pblica identificou entre adolescentes de baixo poder aquisitivo, quais os motivos que os impem de experimentar e de fazer uso de drogas psicotrpicas, mesmo quando submetidos a constante oferta.

Os no usurios desistem do estudo em funo detrabalho, tarefas domsticas ou de quaisquer outras dificuldades inerentes a sua condio financeira. J os usurios param de estudar, principalmente, pelo consumo da droga.

A disponibilidade de informaes acerca das drogas psicotrpicas foi citada pela maior parte dos no usurios como motivo relevante no afastamento das drogas e destacam a famlia, por meio do estabelecimento de dilogos sobre o tema, como a principal divulgadora. A experincia pessoal do entrevistado, resultante da observao direta dos efeitos negativos em amigos e familiares usurios de drogas, foi relatada como a segunda fonte mais importante para conhecimento do tema.

Segundo os no usurios, o afastamento da droga deve-se a fatores como: alerta precoce dos pais associado observao direta e clara dos danos fsicos e morais resultantes da dependncia na comunidade; impossibilidade da concretizao de suas metas de vida; respeito aos pais, em especial me e medo da morte - decorrente do crime e associado ao trfico.

O afastamento de jovens das drogas e de suas complicaes deve-se aos valores morais e afetuoso que recebem de seus pais, em especial das mes.