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BRUNO E LEANDRO TIRANDO ONDA DE FUSQUINHA BAIXAR


Letra e música de “Tirando Onda de Fusquinha“ de Bruno e Leandro - Não tenho landrover / E não tenho camaro / Onde passo com o fusquinha / A galera. Bruno E Leandro Tirando Onda De Fusquinha (Oficial) - Sertanejo! (música para ouvir com letra), salve a música na sua playlist e escute quando quiser!. Marcos e Fernando - O Fusquinha (Letra e música para ouvir) - Quando eu batia de fusquinha / Mulherada se não tinha / Me chamando de gostoso / Eu andava.

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Por mais que tenhamos perdido ontem , mas de forma honrosa, diga-se de pasagem. Jogamos melhor do que o Corinthias e criamos mais chances! Enfim,levantar a cabeça e sacudir a poeira. Pq vc acham q o Felipe saiu puto contra o jogo do bostafogo? Agora é dar uma chinelada na Portuguesa, se recuperar da ressaca e embalar no Brasileiro. Como educadora e como cientista. Valmir Machado de Souza disse:. Parece que ta levando na sacanagem. Mal preparada. Gaguejando o tempo inteiro? Por vezes passou dados incorretos assim como o Aécio. Bebe mesmo que é o que resta. Vamos esquecer essa história de quem é a culpa.

Bruno E Leandro Tirando Onda De Fusquinha (Oficial) - Sertanejo! (música para ouvir com letra), salve a música na sua playlist e escute quando quiser!. Marcos e Fernando - O Fusquinha (Letra e música para ouvir) - Quando eu batia de fusquinha / Mulherada se não tinha / Me chamando de gostoso / Eu andava. أحدث التغريدات من Bruno & Leandro (@BrunoeLeandro_). Conheça o SUCESSO: "Tirando Onda de Fusquinha" - FAÇA O DOWLOAD aqui papawemba.info gaCUn. Tirando Onda de Fusquinha - Bruno e Leandro. F - Andre Morales e João da Caminhonte - Renato e Giovanelli. Links Para Downloads (Baixar). TOP CD's - Sertanejo Remix | DJ LEANDRO FERRAZ (DOWNLOAD) Bruno e Leandro - Tirando onda de fusquinha (Clipe Oficial) Lançamento Sertanejo.

E o que se vem fazendo para combater isso? Outras informações das ações sociais realizadas em todo Território Nacional ;. Acontecimentos recentes mostram que certos comportamentos persistem, apesar do empenho de alguns policiais. Dois exemplos, flagrados pela imprensa, sustentam essa tese. Ainda mais em um local povoado por pessoas que normalmente se ressentem da presença da polícia. Outro motivo do stress profissional é a ideia do "PM genérico", aquele que serve para tudo.

À primeira vista, é difícil encontrar os fatores que liguem as duas falhas. Afinal, uma é individual e a outra, coletiva. Um antigo ditado, usado pelos policiais militares que ingressaram no tempo da ditadura militar, é que "paisano é bom, mas tem muito". O segundo fator a ser considerado é menos sociológico e mais político.

Infelizmente ele vai para a reforma em dois meses. O Estado de S. Paulo Entre e , 3. AC Governo paulista faz triagem dos homicídios dolosos no trânsito. Em , foram 62 ocorrências, o que deixa a taxa em 10,05 casos para mil habitantes. Sem acidentes, seria de 9,8 para mil.

No ano retrasado, foram 21 casos. No Rio, PMs matam em blitz e queimam corpo. O crime ocorreu na noite de quarta-feira. A Polícia Militar deve expulsar os policiais. O eletricista estava com dois amigos em um Fiat Stilo, que foi parado pelos PMs.

Um dos amigos dele correu e escapou; o outro foi levado para uma cabine da PM, perto da Rodovia Dutra, e liberado depois. O corpo da vítima foi achado carbonizado na cidade de Belford Roxo, dentro do Fiat Stilo. O GPS da viatura dos policiais confirmou que eles estavam no local da blitz quando o eletricista foi morto e uma testemunha os reconheceu. O cabo tem 14 anos de PM e o soldado, seis meses. E seguranças do campus equipados com capacete e escudos jogaram spray de pimenta nos manifestantes na Universidade da Califórnia, em Davis.

Segundo alguns, esta é uma decorrência do surgimento de um novo tipo de policiais civis mais militarizados. Outros discordam. Zimring, professor de Direito da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Mas hoje algumas polícias estaduais e municipais tornaram essa lei um tanto irrelevante. Kennedy, em , Kelly calculou o tempo decorrente do complô à captura: pouco mais de 53 horas.

Dessa maneira, é possível proteger os civis e fazer com que os policiais voltem para casa vivos no final dos turnos em um mundo cada vez mais repleto de perigos, afirmam. Embora as cenas vistas em Oakland fossem horríveis, na semana passada as polícias de Los Angeles e Filadélfia desalojaram de maneira relativamente pacífica os acampamentos do Ocupe.

Com certeza. A Polícia Civil solicitou ontem ajuda à Polícia Federal para identificar os policiais. Depois disso, eram liberados. Ao menos 12 policiais estariam envolvidos. Hoje, eles trabalham em delegacias comuns da capital. Alckmin elogiou o trabalho da Polícia Federal. O traficante responde: "Denarc". De acordo com a Polícia Federal, os traficantes eram pegos e mantidos reféns dentro das sedes do Denarc e do Deic sem que houvesse registro oficial de que estivessem ali.

À Folha Ferreira negou ter pago propina e disse nunca ter corrompido policiais civis. Na quinta-feira, 43 pessoas foram presas sob suspeita de envolvimento com o jogo do bicho. Segundo a polícia, o delegado Lourenço frequentou a casa de Calaça e foi presenteado com galos e ovelhas.

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Bombas e tiros de borracha, cordões de isolamento com tanques do Exército e brigas entre militares pararam ontem as atividades no centro de governo da Bahia, em Salvador. O primeiro conflito ocorreu às 7h30, quando um grupo, que tentava levar mantimentos aos amotinados, foi impedido pelas forças federais.

Enquanto isso, cerca de policiais simpatizantes do movimento grevista chegaram ao local e foram impedidos de entrar na Assembleia. Foi impedido pelas tropas e entrou em confronto. Às 11h30, houve o confronto mais tenso. Vendo uma brecha, novos manifestantes tentaram invadir o prédio. Por fim, às 16h, novo tumulto: forças federais tentaram cercar o prédio com tapumes e foram impedidas.

À noite, 5 crianças, 2 mulheres e 2 homens deixaram a Assembleia. O Juizado da Infância expediu liminar determinando a retirada das cerca de 20 crianças do local.

Hoje, 34 cidades se encontram sem nenhum policiamento. O arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, cardeal d. Murilo Krieger, decidiu intermediar o encontro. Hackers e violência.

O clima tenso voltou a se espalhar por Salvador, ontem, ao longo do dia. Houve registros de homens atirando a esmo nos bairros de Costa Azul e Boca do Rio, na orla da capital. Um ônibus foi sequestrado por homens armados e encapuzados e atravessado na Avenida Pinto de Aguiar, na orla, interrompendo o trânsito.

Informações sobre assaltos também fizeram o shopping da cidade fechar por volta de meio-dia. Policiais de outras 11 cidades vizinhas a Porto Seguro também aderiram à greve ontem, em protesto contra o cerco do Exército na Assembleia Legislativa de Salvador. Durante o governo de Dilma Rousseff, segundo os especialistas, o Exército voltou a ser usado em excesso. Em segundo lugar, iniciado o movimento, Fuccille defende que deveria ter sido mandada a Força Nacional de Segurança.

É preciso acalmar os ânimos e evitar mais prejuízos. Mas a PEC apenas acendeu o que estava latente. Ele também descartou a possibilidade de anistia para policiais envolvidos em crimes. Por volta da 0h, 15 oficiais foram à Assembleia integrar a greve. Ontem, como gesto de "boa vontade", o Exército permitiu a entrada de alimentos para os amotinados e chegou a restabelecer a energia na Assembleia, mas só por duas horas.

No dia 15, PMs e bombeiros ameaçam entrar em greve no Espírito Santo. Isso apesar da tentativa do governo de adiantar reajustes para evitar mobilizações.

Levada ontem a Assembleia, a proposta foi considerada insatisfatória por associações e representações de classe, recebeu 78 emendas e saiu de pauta. Direito de greve. Em todos, houve acordo para anistiar os revoltosos.

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O projeto, de autoria do senador Lindberg Farias PT , anistiou também policiais e bombeiros militares dos Estados de Alagoas, Minas Gerais, Rondônia e Sergipe, que participaram de movimentos desde Na sequência, quatro sem-teto foram mortos no bairro de Pituaçu e três, no bairro de Valéria.

Também foram abertas investigações contra os grevistas envolvendo vandalismo, saques e outros homicídios. Na delegacia do centro da cidade, moradores relataram ao Estado uma madrugada de terror: homens encapuzados em motos invadiram casas nos bairros de Feira 10, Queimadinho, Tamandari e Jorge Américo, exigindo TVs, micro-ondas e outros eletrodomésticos.

Bandidos também levaram carros das garagens de algumas casas. As ruas da cidade, um dos principais entrepostos comerciais do Nordeste, permanecem desertas.

Um deles foi o camelô Anderson Silva Lima, de 21 anos, que contou que encapuzados também bateram na porta de sua casa na madrugada exigindo dinheiro.

Achei que roubariam minha TV nova, igual fizeram com o vizinho, que estava sem trocado", disse ele, que vive no bairro Queimadinho. Carros queimados no acostamento da BR também podem ser observados entre Salvador e o interior baiano. Um lojista e dois assaltantes teriam trocado tiros após tentativa de assalto na Avenida Dorival Caymmi.

Claudia Leitte também participa do movimento online. Chega de radicalismo. No Twitter, Preta Gil é a mais engajada. O motivo é a falta de segurança. O Código Penal Militar é claro ao proibir a greve de militares.

Trata-se de uma categoria com direitos e obrigações especiais. O Brasil é uma democracia e suas instituições devem ser respeitadas. Em um dia sem negociações entre grevistas e governo da Bahia, o Exército voltou a apertar o cerco aos policiais amotinados na Assembleia Legislativa.

As linhas montadas ontem pelos militares para isolar os manifestantes foram estendidas em cerca de metros - o que levou ao bloqueio de todos os acessos ao Centro Administrativo da Bahia CAB. Como resposta, os grevistas passaram a gritar palavras de ordem e a provocar os militares. À tarde, um grupo de simpatizantes do movimento bloqueou por meia hora a Avenida Paralela, principal acesso ao aeroporto de Salvador. E à noite houve corre-corre quando outro grupo tentou furar o bloqueio.

Só entre a madrugada e a tarde de ontem, foram seis assassinatos. Em Feira de Santana, a km de Salvador, tropas do Exército montaram pequenas bases perto de seis hospitais e de prontos-socorros da periferia. Os médicos e enfermeiros ameaçavam parar de trabalhar por falta de segurança. Em diversas assembleias e reuniões, os grevistas afirmaram aos colegas que o movimento do Rio seria diferente do deflagrado na Bahia, onde os PMs ocuparam a Assembleia Legislativa. Ele ressaltou que as negociações com os policiais avançaram e lembrou que o Rio firmou acordo com as Forças Armadas e a Polícia Federal desde os Jogos Pan-Americanos de Na noite de anteontem, a liderança dos policiais que ocupavam a Assembleia Legislativa desde o dia 1.

Uma assembleia foi marcada para hoje, às 16h. A pergunta que ecoou ontem por toda Salvador, entre moradores, comerciantes e turistas, era a mesma. Com mais gente nas ruas, o trânsito também voltou a ficar pesado. Agora só faltam os PMs voltarem a trabalhar de uma vez por todas, depois da vergonha que eles causaram para a Bahia", disparou Ronaldo Antunes França, de 45 anos, dono de uma loja de artesanato no Pelourinho.

Nos principais pontos turísticos de Salvador, o movimento continuou bem abaixo da média para a época do ano. Mas algumas lojas que nem estavam abrindo ontem voltaram a funcionar. Xingamentos dos mais variados eram ouvidos contra os grevistas nas barracas do Mercado Modelo.

É cadeia neles agora! Poucos PMs voltaram ao trabalho. Quem voltou às ruas diz que vai manter uma "greve branca", sem atender ocorrências, até o desfecho das negociações.

No entanto, alguns soldados ouvidos pela reportagem admitiram que a resistência agora é só para tentar garantir menos punições.

Policiais e bombeiros decretam greve no Rio, após movimento enfraquecer na BA. No mesmo dia em que grevistas desocuparam a Assembleia Legislativa da Bahia, bombeiros e policiais militares e civis do Rio decretaram greve.

Se prender um de nós, vai ter que prender todo mundo.

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No início da assembleia, as categorias deram um ultimato ao Estado. Em Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff disse ter ficado "estarrecida" ao ouvir gravações de líderes planejando vandalismo. Conforme a PM, policiais seguiam o desfile. Os policiais esperam para segunda-feira uma resposta do comando da PM sobre as negociações e cogitam realizar novas manifestações. Para o governo federal, o Estado é um dos com mais riscos de greve.

Em , cabos e soldados da Brigada Militar equivalente à PM promoveram de bloqueios em estradas a protesto por reajustes. Os policiais, porém, ainda querem um cronograma de reajustes para os próximos anos. A PEC , como se chama a iniciativa que data de , foi aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados, no ano passado. No ano passado, ele anistiou os PMs e bombeiros expulsos das respectivas corporações a partir de por terem participado de paralisações por aumento de soldos.

Sem falar que, em , o PT apoiou motim semelhante ao atual na Bahia. Horas depois da conversa, um ônibus com seis estudantes foi interceptado e esvaziado, antes de ser queimado. Até ontem tinham sido registrados casos. Rio prende 17 PMs grevistas, detém bombeiros nos quartéis e indicia Desses, policiais foram indiciados por crime militar somente em Volta Redonda, no sul fluminense. A Justiça determinou sigilo nos inquéritos sobre os líderes do movimento na PM.

Sete cabos e um sargento tiveram as prisões decretadas. Ele garantiu que "todas as medidas foram adotadas para assegurar a tranquilidade de foliões e turistas durante o período carnavalesco". Acompanhados de guias de turismo, os três pretendiam visitar o Cristo Redentor e quadras de escolas de samba na cidade. Hoje, devem seguir para Manaus e depois voltar para Dresden, na Alemanha.

Hóspedes do mesmo hotel, turistas da Noruega e da Suécia se preparavam para ir à praia e nem tinham ouvido falar da greve. Pouco antes, PMs do O quarteto também é acusado pela morte de Sérgio dos Santos Sena, em abril de , também na Boca do Rio.

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E trabalhou na A greve de policiais continuou a perder força ontem na Bahia. Para ele, na maior parte do Estado, o policiamento é "normal". Em Salvador, as escolas da rede estadual e a maioria da rede particular funcionaram normalmente. O comércio também abriu as portas, apesar de o fluxo de clientes ainda ser menor que o normal.

O governo decidiu cortar o ponto para os grevistas desde as 12h de ontem. Uma nova assembleia da categoria foi agendada para hoje, às 16h. Os PMs que voltaram ao trabalho, mas que seguem mantendo "greve branca" nas ruas, apenas olharam a passeata, iniciada após a assembleia, de dentro de suas viaturas. E os agentes prometem suspender na semana do carnaval todas as visitas a residências para combater focos do mosquito transmissor da dengue.

E o resultado ontem foi um inusitado "engarrafamento" de viaturas pelas ruas da capital baiano, com policiais correndo para bater o ponto. Com sirenes à toda. Muitos PMs que chegaram aos batalhões foram imediatamente mandados para a rua. Criada em pelo próprio Prisco, a Aspra na Bahia congrega PMs e bombeiros, em um contingente de 32 mil pessoas. Muito por causa da figura controversa de Prisco. Outra parte, porém, especialmente na capital, nem gosta de ouvir falar do líder. Por sorte, ninguém ficou ferido.

Ele diz, porém, que a APPM nunca integrou oficialmente o movimento. PEC Sem esperança de aprovar a PEC , policiais militares montaram uma espécie de "lobby da bala" no Congresso para trabalhar, agora, para votar um outro projeto com potencial explosivo. Estabelecemos no texto que é preciso ter hierarquia e disciplina. Muller voltou à Brasília ontem, depois de passar a madrugada em Salvador. O líder da greve de policiais militares na Bahia, Marco Prisco, defendeu o texto durante entrevistas.

O grupo em defesa da PEC trabalha, ao mesmo tempo, para que a matéria tramite na Câmara. Policiais militares têm ganhado cada vez mais poder de fogo no Legislativo. A proposta é que em pelo menos 15 Estados coloquem representantes circulando às terças, quartas e quintas pelos corredores da Câmara e do Senado. Outra alternativa seria a assinatura de convênios com o Senado. Sem farda, os militares acompanham cerca de projetos na Câmara e outros cem no Senado.

A presença da PM e do Corpo de Bombeiros no Congresso, segundo as entidades de classe, deve ser mais constante para evitar que parlamentares votem projetos que "representem verdadeiras ameaças às instituições".

Os membros seriam indicados pelo Legislativo e teriam competência de investigar e regular ações da polícia. Segundo ele, o fim da greve foi negociado com o governo. Isso foi crucial para o fim do movimento. Logo no dia 1. O jeito foi colocar o pessoal para trabalhar dentro do aeroporto. Tinha um ensaio do Araketu que também foi cancelado. Sem volta às aulas. Quem quebrou a regra foi o aposentado Jorge do Carmo Baptista, de 64 anos. Coloco tudo em sacolinha de supermercado.

Sem poder levar os dois filhos pequenos à creche e sem clientes para seus acarajés, Cristina Silva, de 34 anos, passou a semana "igual detenta", como ela mesmo diz. Mesmo que ela quisesse sair para tomar cerveja com as amigas na Praia do Rio Vermelho, como faz todas as terças-feiras, os ônibus ficaram sem passar no ponto de sua rua até quinta-feira à noite.

Só na sexta-feira à tarde ela voltou a trabalhar, quando soube que viaturas da PM tinham voltado a circular em um dos cartões-postais mais famosos do País. Mas nem tanto. Ao lado de outros quatro colegas, o estudante de Medicina Thiago Tavares Brito, de 19 anos, contou que o grupo passou a usar pranchas mais velhas, com medo de assaltos na Praia da Pituba.

Eles também pararam de usar relógios.

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Agora, sem polícia, o negócio é só usar prancha velha", argumenta Brito. No Rio, que ainda celebrava os bons resultados das Unidades de Polícia Pacificadora UPPs nos morros, bombeiros e policiais civis e militares entraram em greve. Especialistas ouvidos pelo Estado apontam causas.

Ele critica os "investimentos da moda".

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É o tipo de coisa em que se gasta muito. Em frotas de médio porte, poderia ser terceirizada. Reivindicações antigas das Polícias Civil e Militar foram atendidas sem alarde, como o reconhecimento como carreira jurídica para os delegados. Serra chegou a ser vaiado na formatura de novos alunos oficiais na Academia da PM e enfrentou uma das maiores crises de seu governo na greve da Polícia Civil de A categoria estava paralisada deste o dia 31 de janeiro deve voltar ao trabalho neste domingo Antes da assembleia, os líderes do movimento se reuniram com o comando geral da PM.

Policiais militares deixam assembleia que decidiu pelo fim da greve na Bahia; movimento durou ao todo 12 dias. Tiros na cabeça predominam em assassinatos durante greve de policiais na Bahia. Levantamento exclusivo feito pela Folha com base em registros do Departamento de Homicídios da Polícia Civil baiana aponta que, de homicídios cometidos entre 31 de janeiro -data do início da greve- até 9 de fevereiro, foram causados por disparos.

Desse total, 59 vítimas receberam tiros na cabeça. É para matar", disse o diretor do Departamento de Homicídios, Arthur Gallas. Outros seis homicídios foram por facadas,. O levantamento da Folha inclui apenas os casos da capital. As informações dos boletins de ocorrência apontam que, durante a greve, criminosos agiram à luz do dia.

Entre os mortos, 35 tinham sobrenomes Santos, e 14, Jesus -nomes que os escravos. Parte dos ataques tinha como alvos pessoas juradas de morte ou moradores de rua.

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Em três chacinas, 12 foram mortos. Homens encapuzados desceram e atiraram à queima-roupa. O crime revela o perfil de uma série de ações descritas por testemunhas de ataques nos 11 dias de greve da Polícia Militar em Salvador. Nelas, assassinos, em comboios de até quatro carros, saem pelas ruas da capital matando indivíduos ou grupos.

Pelo registro da polícia, os três tentaram fugir e foram atingidos pelas costas. Sofreram ainda perfurações na cabeça, braços e pernas. Uma moto com duas pessoas fazia a escolta. A vítima foi encontrada algemada e com 13 perfurações pelo corpo. A algema, de inox, é semelhante às utilizadas pelas polícias. Havia sinais de tortura em ao menos outras cinco vítimas localizadas pela polícia.

Seus corpos foram encontrados em locais ermos de "desova", algemados ou amarrados com cordas e fios. Policiais civis também experimentaram o medo provocado pela falta de segurança em Salvador durante a greve da PM. No dia 2 de fevereiro, uma equipe da Polícia Civil foi chamada para investigar um crime ocorrido às 15h. Insatisfeitos com o aumento, policiais iniciaram greve na sexta-feira. O Congresso discute a PEC , que institui o piso salarial mínimo para os policiais militares em todo o país.

Parte do pagamento seria bancado pelo governo federal. Os do Rio Grande do Sul também, após protestos. Segundo ele, o baixo valor dificulta o recrutamento de bons quadros para a polícia.

É o caso de fisioterapeutas e professores do ensino médio, por exemplo. Francisco Chao, diretor do Sindpol, alegou que os bombeiros estariam atuando fora do combinado, ao abandonarem postos na orla. Representantes dos bombeiros confirmaram assembleia hoje em Copacabana. Agora Amassa saiu no Leblon. Guardas municipais e PMs fizeram a segurança. À tarde, o Simpatia é Quase Amor saiu em Ipanema. O presidente do Sindpol, Carlos Gadelha, chegou a reclamar de PMs e bombeiros: "Estamos levando essa greve nas costas.

A Polícia Civil é a que mais se mobilizou". O porta-voz da PM, Frederico Caldas, disse que "problemas pontuais" em cidades do interior Campos, Itaperuna e Volta Redonda foram resolvidos com o envio de policiais do Bope. Em Campos, o comércio reabriu, embora haja menos viaturas nas ruas. Apesar disso, os governos se dizem surpresos com a greve em suas polícias. No caso carioca, onde a greve acaba de ser decretada, a medida anunciada pelo governo estadual também implica uso das forças armadas para substituir os policiais em greve.

Enquanto na Bahia foram empregados cerca de 3 mil soldados, no Rio a ideia é sejam utilizados cerca de 14 mil homens. Isso provoca algumas questões. A primeira delas diz respeito ao preparo dos soldados para exercer essa atividade. Acredito que essa é a pergunta errada.

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O problema central, porém, é que somente parte da atividade policial se aprende em algum curso. Creio que sim, pelo menos por algum tempo. Se a estratégia dos grevistas se concretizar, é possível que mais polícias declarem greve. E os generais, acostumados com os jogos de guerra, devem estar apreensivos com essa possibilidade. A outra fonte de recursos federais é a Força Nacional, criada para atender essas emergências e composta por policiais treinados e experientes.

Outro, talvez ainda mais grave, é que a Força é constituída de policiais oriundos das polícias estaduais. O Rio Grande do Sul, um dos Estados que pode aderir à moda da greve, também tem um dos maiores contingentes.

Espero que o comando das polícias e os dirigentes políticos também tenham aprendido.

A presidente Dilma Rousseff disse que ficou "estarrecida". Os grevistas, misturando ameaça com galhofa, que "ôôô, o Carnaval acabou". Os analistas, que greve de policial é "motim". Afinal, queremos ter um serviço policial ou uma força policial? O ensino policial é fundamental. O que isso tem a ver com o ofício de policial?

É evidente que temos mais a ganhar ensinando policiais a mediar conflitos do que a arrumar o lençol. Falo de algo sério, pois estamos desperdiçando recursos humanos e financeiros. Esse é apenas um dos aspectos da crise organizacional das polícias brasileiras.

Eu sou a favor de um piso nacional, mas precisamos discutir o valor. O debate deve levar em conta a sustentabilidade dos Estados. Ora, ninguém se mantém atento por 24 horas sem dormir. Isso é um absurdo. E isso é inumano. Greve de profissionais autorizados a trabalhar armados é motim ou instrumento político?

Em completamos 15 anos de greves de policiais no Brasil. Elas abrangeram todas as categorias e nenhum Estado passou incólume. Na Bahia foram Pela abrangência e pela constância, estamos claramente diante de um fenômeno social. Mas na Bahia líderes grevistas incentivaram atos de vandalismo e suspeita-se que policiais encapuzados tenham invadido ônibus.

Claro que houve. Inclusive os trabalhadores devem reconhecer que fazem parte de um processo político. Sua legitimidade depende disso. Alguns métodos adotados na Bahia passaram longe da política. Ou se tal liderança grevista é filiada a esse ou àquele partido. Este é o debate que se impõe. A greve na Bahia e o despejo no Pinheirinho expressam as imperfeições da ordem e o desprezo elitista pelo Brasil da margem.

É medida que se torna urgente. Ou seja, a família como sujeito pré-político de carências. O que o historiador inglês E. O caso da Bahia e o caso de Pinheirinho expressam as imperfeições da ordem e o desprezo elitista pelo Brasil da margem.

Se uma família tem a sua casa saqueada, o que pode fazer? Telefonar para a polícia em greve? Pode ela se defender? E meios significam armas de autodefesa.

Os homicídios nos dias de greve, ou melhor, de motim, chegaram a O desarmamento, no caso, expõe toda a insegurança produzida pelo próprio Estado.

Isso caracteriza um motim! O porte de armas por policiais grevistas é uma afronta. Imaginem se os policiais militares da Bahia portassem pistolas com chip identificador. Seria possível determinar imediatamente onde essas armas se encontram e quem é seu portador. No caso da suspeita de que policiais militares teriam parado um ônibus, obrigando os passageiros a descer, contribuindo para o caos urbano, seus autores poderiam ser imediatamente identificados.

Cerca de grevistas, parentes e simpatizantes se reuniram em Copacabana. Cerca de pessoas se reuniram na frente do Copacabana Palace, entre grevistas e parentes. O sargento Paulo Edson Nascimento disse que se apresentaria ainda ontem.

Fica a mais de km de casa", reclamou um sargento. Somos servidores estaduais e temos de trabalhar em todo o Estado. Se houvesse um recuo por parte do governo fluminense, certamente repercutiria mal no País inteiro", afirmou. Sobre as declarações de Daciolo, de que recusaria qualquer aumento oferecido pelo governo e os bombeiros luta-riam pela saída do governador Sérgio Cabral, ela disse que o marido foi motivado pelo "calor da hora".

Foi a mesma coisa. Era conversa fechada entre bombeiros. Ele se exaltou". Fora, Cabral!

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Quatro PMs, por exemplo, foram reconhecidos por testemunhas e acusados de participar da chacina que deixou cinco moradores de rua mortos no bairro da Boca do Rio, no dia 3. O atentado matou Jesline de Jesus Carvalho, de 20 anos, que amamentava a filha de 7 meses, e deixou um homem ferido.

Eles foram mortos na frente da casa de um deles, com diversos disparos feitos por dois homens em uma moto. Tanto as lideranças grevistas quanto o comandante-geral da PM no Estado, coronel Alfredo Castro, descartam a hipótese. Ontem, no primeiro dia após o fim da greve, quem lotou as principais praias e bares da cidade foram os próprios moradores.

Orlas como Portal da Barra, Pituba e Flamengo ficaram lotadas após mais de uma semana sem movimento. Eram poucos também os grupos de turistas circulando ontem no Pelourinho. Os desfiles dos blocos começam na quinta-feira. Mas em hotéis de todas as categorias e praias sobram reservas.

A praia estava lotada, mas, segundo Silva e outros comerciantes, só havia moradores. No Farol da Barra, também havia poucos turistas na tarde ensolarada de ontem. Nos bares e quiosques das praias, o movimento é de baianos que voltaram a sair de casa. Ele disse ter ficado a semana inteira em casa por causa da falta de segurança nas ruas. Soldados do Exército continuam policiando a orla e pontos turísticos de Salvador.

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Apesar do fim da greve, eram poucas as viaturas policiais nas ruas da capital baiana ontem. A reportagem percorreu duas vezes a Avenida Oceânica e viu apenas um carro da PM. Moradores defendem a presença do Exército nas ruas até o fim do carnaval. Registro que, no entanto, trata-se de uma leitura conservadora nos moldes do direito.

De um lado, uma sociedade que, com medo, precisa da polícia. De um lado, os policiais, em geral convocados para cumprir ordens emanadas de poderes do Estado, enquanto sua força repressiva. Lançamos sobre ela a suspeita de ser um parente próximo dos bandidos. Partilho do mal-estar típico quando na presença de policiais devido ao monopólio legítimo da violência que eles possuem. Mas aqui devemos ir além do senso comum. Acompanhamos a agonia da Bahia e sua greve da Polícia Militar, que corre o risco de se alastrar por outros Estados.

Policial tem mulher, marido, filho, adoece como você e eu. Ela guarda o sono, mantém a liberdade, assegura a Justiça dentro da lei, sustenta a democracia.

Ignorante é todo aquele que pensa que a polícia seja inimiga da democracia. Na realidade, ela pode ser mais amiga da democracia do que muita gente que diz amar a democracia, mas adora uma quebradeira e uma violência demagógica. Qual o "produto" da polícia? Defendem-se drogado, bandido, criminoso. É hora de cuidarmos da nossa polícia. Nada justifica a indisciplina ocorrida na Bahia, no Rio de Janeiro e em outros Estados.

A eles compete preservar a ordem e garantir a segurança das pessoas e das propriedades. Mas, quando eles mesmos se rebelam, quem intervém? A conduta dos rebeldes nos episódios recentes é extremamente grave. A insegurança é muito grande: quando os juízes fazem greve, quem a julga? Demi Lovato - Sorry Not Sorry explicit version. Anavitória feat. Solange Almeida - Esquema rolo e beijo Me amar direito ao vivo.

Marília Mendonça - Eu sei de cor ao vivo. Gusttavo Lima. DJ Khaled feat. Conrado e Aleksandro part. Dj Kevin - Obrigado Amor. Araketu - Registro de amor part Pablo do Aarrocha. Zeze di Camargo e Luciando - Flores em Vida. Va - www. O Plano - Pr. DJ Snake feat.

Lucca e Mateus - Explica esse rolê Ao vivo. Bonde do Forró - Forró Sertanejo - Bonde do forro don't say goodbye. Detonautas Roque Clube - Por onde você anda? Cavalo Motor - Homem Versus Homem clipe oficial. Solange Almeida - Se é pra Gente Ficar ft. Tribo da Periferia Part. Look - A Lua e Nós. Apesar disso, até que nós fomos bem. As duplas mais fracas foram saindo, uma a uma, e a gente chegou nas cabeças.

Muito errada. Dos cinco jurados, três votaram contra nós! Mas, mesmo assim, a gente achou bom demais. Leonardo e sua fiel escudeira Ede Cury. Leonardo com o tio Zé. E a vida é cheia de reviravoltas. Ficamos pensando. Mais uma vez, eu ia ter que disputar a final sem voz. Na hora do vamos ver, sua voz no médio vai estar boa. Quando o auditório inteiro aplaudiu, eu tive a certeza de que a gente ia ganhar. E foi isso mesmo: cinco votos a zero, varremos a concorrência no festival.

Enfim, íamos ser que nem os nossos ídolos. Íamos ser famosos. Ô, estrada da vida cheia de curvas! Porque pobre é igual lombriga: quando sai da bosta, ele morre. Tivemos que botar o rabinho entre as pernas.

A sorte é que o Leandro tinha a cabeça no lugar, muito mais do que eu. Mas ele veio de mansinho, para conversar e me convencer de que a gente tinha mesmo era que voltar pra estaca zero, pros botecos.

De um lado, o medo de dar um passo maior que as pernas, de ter que deixar o pai sozinho na roça, pelejando sozinho de sol a sol para sustentar a família. Do outro, a certeza de que nós dois tínhamos nascido para cantar, de que Deus ainda ia levar nós pro lugar que estava reservado. Mas o Leandro me deu a segurança de que eu precisava para ir em frente. Goiânia que se cuidasse, a gente estava chegando! Luís e Emival, Emival e Luís, nada disso funcionava bem no mundo do sertanejo.

E muito menos Mano e Maninho, o nome que a gente inventou para usar naquele festival da TV. O pessoal que entendia do riscado dizia que tinha que ser um nome sonoro. Quer dizer, um nome bom de se falar, que ficasse bonito na voz do locutor. Era assim que se chamavam aqueles dois passarinhos, muito bons de canto.

Pode dizer, com toda a sinceridade: que dupla iria à frente na carreira com o nome de José e Durval? Eu vivia o tempo todo pensando nisso, em como a gente podia ser rebatizado e virar sertanejo de sucesso.

Passou pouco tempo, ela morreu. Vai saber Quem sempre chegava para ouvir e conversar comigo era o motorista do seu Anselmo Pereira, o dono do estabelecimento. Nada mal, esse vai ser o nome da nossa dupla! O Leandro chegou e eu fui logo perguntando o que ele achava daqueles nomes. Aí, fazer o quê, né? Só me restou ser o Leonardo.

Confesso que eu fiquei assustado com aquilo durante um bom tempo. Sou Leonardo, nasci Leonardo em Só um povo da minha cidade que ainda me chama de Emival. Leandro e Leonardo. Com esse nome, começamos a fazer shows em um dos lugares mais conceituados de Goiânia, o Canta Viola Chopp, um bar que nem existe mais.

Tava bom demais! A gente ralava toda noite, mas era uma beleza de trabalho, ficamos uns dois anos na casa. Nesse meio-tempo, a gente continuava ajudando seu Avelino na roça, fazendo shows em umas cidades próximas, sempre com o tio Zé do lado, auxiliando a gente, vigiando nosso descanso depois dos shows, quando a gente ficava esperando o primeiro ônibus passar para poder voltar para casa.

Cada vez mais, a gente ia ficando conhecido e se sentia mais próximo de uma boa oportunidade. Aquele prometido disco tinha ficado entalado na garganta! Até que em apareceu nas nossas vidas, do nada, um tal de Ozar Mendonça. E começo na segunda-feira. Tem repertório? O Ozar parecia mais pobre do que nós! Mas embarcamos na história dele. A gente foi num daqueles cata-corno, aquele ônibus que para em tudo que é cidade pra catar gente.

E aí seguimos viagem. Em doze horas, o disco ficou pronto! Cheguei em casa morto, mas com a felicidade de quem tinha realizado o sonho de uma existência. Todo o povo na vilinha chegava para ouvir. Leonardo e Willian Passarinho, muitos anos de estrada.

Uma noite, depois do show, ele pediu para a gente dar uma passadinha na mesa dele. Que ia custar dinheiro. A gente deu tchau para o povo de casa, embarcou e, na maior velocidade, foi só vencendo as estradas. Viajando com conforto, cantando pelo caminho, uma maravilha. Era uma barulheira só aquele lugar, moço, mas eu achava bom, porque nunca tinha entrado num hotel antes.

Aquela vez tinha tudo para ser diferente das outras. Logo depois, o Romildo chegou dizendo que tinha um amigo dele que a gente precisava conhecer. Era o César Augusto, compositor do Gilliard, da Martinha. Ora, lógico que a gente ia encontrar ele, era só marcar! E aí chegou o César, todo cabeludo. Pô, a Martinha era uma cantora famosa, da época da Jovem Guarda!

O César sabia muito bem o que estava fazendo. Umas coisas lindas de morrer, com o tratamento de luxo que a gente nunca teve! É, daquela vez tinha que acontecer, estava tudo a favor da gente!

Felizes da vida, eu e Leandro voltamos para Goiânia com a fitinha do nosso disco e fomos logo mostrar para o nosso povo. Mas ainda faltava o principal: uma gravadora que lançasse o disco.

Por melhor que fosse o trabalho da gente. Numa dessas, nós conhecemos o Vinicius, que viria a se tornar o Bruno, da dupla Bruno e Marrone. No fim da noite, ele aproveitava e dava umas caronas para a gente. Quem diria! Eles apostavam cigarro, cerveja, tudo que você puder pensar.

Ele canta pra cacete! Eles começaram a cantar num bar, o Dom Ricardo Chopp. Bruno e Marrone, veja só! Eu preciso trabalhar! Tudo moleque Mas o tempo passava e eu comecei a ficar angustiado.

Um mês, dois meses e nada de aparecer um contrato. O doutor Ildemar ligava, perguntava como estava indo a coisa, e a gente sem resposta para dar. No fim das contas, ele resolveu virar nosso sócio. Quando o disco fosse lançado, ele receberia uma porcentagem. Paciência, era o que dava para fazer.

Passaram-se uns quatro meses e nada ainda. Meu pai tinha plantado uma roça de arroz e eu estava ajudando ele a carregar os sacos com a colheita num Fusca velho que eu tinha comprado trabalhando na noite. Eu tirava os bancos, botava seis sacos de sessenta quilos cada um e levava pro outro lado do rio.

A gente ficou de saco cheio daquela Eles têm muito dinheiro. Mas aí apareceu alguém da 3M que levou nós pro escritório da gravadora, uma sala no sexto andar de um prediozinho no Centro. Muito estranho, muito estranho. Ele se apresentou, cheio de mesuras, e pediu para a gente se sentar e mostrar a fita do disco. Fiquei bobo, rapaz!

No dia seguinte, nós voltamos ao escritório para assinar o contrato. E assim foi. Artistas contratados, faltava a gente se acostumar com aquele mundo novo. Precisou que o Romildo chegasse e dissesse pra gente que ela estava incluída naquele PTA da vinda.

Ou seja Mais uma vez, o povo ficou me sacaneando. Rapaz, mas depois disso eu tive a minha vingança. Morri de rir quando aquele caipira metido a engraçado desembarcou em Goiânia roendo pé de cadeira. A gravadora tinha dinheiro e contava com uma equipe grande de divulgadores. Vê se pode essa! A gente adorava aquilo.

Mas o melhor de tudo é que a agenda de shows ficou cheia e começou a pintar um dinheirinho bom para mandar para casa. Aí chegou a hora de gravar o segundo LP. Registros da carreira da dupla. Fiquei apaixonado. Depois dela, passamos a fazer mais de shows por ano.

A gente tinha chegado aonde queria, mas a incerteza sempre rondava. Só depois é que fomos reparar na capa, que era uma coisa muito feia. Parecia uma coisa de mau agouro, entende? No dia seguinte, ainda tinha um programa de TV para fazer. Quando esse povo viu a gente ali, moço, eles veio tudo pra cima de nós.

A dupla no programa do Bolinha, recebendo os discos de ouro. Moço do Céu! Entre tapas e beijos é ódio, é desejo é sonho, é ternura Um casal que se ama até mesmo na cama provoca loucuras Começou a chegar gente de fora pra ver quem a gente era. Ninguém sabia ainda como a gente era. E aí, eles viram aqueles dois meninos. Eu com 23 anos, o Leandro com Nossa senhora!

Dali, nós descemos pra Uberlândia. De ônibus. E que a gente estava entre esses dez! Ai, meu Deus, aí vem Jesus de novo, a luz abençoando nós! Só que de vez. Mas foi assim que aconteceu. Quem é um, quem é outro? Demorou nada, todo mundo virou amigo. Eita povo que gostava de uma farra e de uma cachaça! A gravadora Continental tinha uma grande estrutura pro sertanejo — eles levaram uma boa parte dos artistas da 3M. Na verdade, era a Continental que controlava esse mercado.

Eita nós! Éramos oito pessoas viajando: nós e a banda, com teclado, guitarra, bateria, tudo junto. Era uma hora da tarde e eu estava com muita fome. Cês é homem ou é um saco de batata?

Naquele momento, pra ser bem sincero, eu era um saco de batata. Quando sentei no banco, eu espetei a bunda num negócio e, quando vi, era o cano de uma escopeta. Ainda bem que eu fui! E repetia E aí veio aquela leitoa gorda. Ainda bem que naquela época eu podia comer aquilo, eu era magrinho, passando fome Coisas da fama, moço Pois é, aconteceu.

O negócio começou meio embaçado. Sabe o que a Continental falou? Acabamos escolhendo umas roupas bem caras. Sei, naquela época todo mundo achava aquelas roupas bonitas, transadas Foi o Leandro, que entendia mais de moda, quem deu força. Eu mesmo vesti porque tinha que vestir. Meu negócio sempre foi ser mais despojado. Mas por que eu lembrei disso? Aquilo me deu até um arrepio.

O Rio de Janeiro era uma praça muito importante para os sertanejos. Era onde o Roberto Carlos, onde todo mundo que era astro de verdade, se apresentava. Ah, moço, e a gente cuidou disso! E nele tinha duas pedradas das boas. E aquilo foi mais longe até do que a gente esperava: 2,8 milhões de cópias! Encheu o lugar com aquelas caravanas que eles chamavam para os programas de TV, sabe?