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ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS PDF BAIXAR


Eram os Deuses Astronautas – Erich von Däniken. Leitura Dinamica Ad · Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler Online. Descrição; Informação. Eram os Deuses Astronautas? Erich von Däniken. APRESENTAÇÃO. (JOÃO RIBAS DA COSTA). Jung e seus discípulos parecem acreditar que certas. 2 de set de Ebooks Grátis PDF: Eram os Deuses Astronautas – Erich Baixar Livro Como Domar Um Elefante- Jan Chozenbays em PDF, ePub e Mobi.

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O Deus do Antigo Testamento também abençoa Seus protegidos e sela com eles e com E Moisés fez como o Senhor mandara: Eles subiram à montanha Hor diante dos olhos de toda a comunidade. O exército invasor rendeu-se, em pânico. Os tibetanos acreditam que, antes de aparecer o Himalaia, a terra deles era plana e fértil, rodeada por mar e povoada por sobreviventes do continente submerso de Mu, império do Sol. Todas mensagens. No ano 22, do terceiro mês do inverno, sexta hora do dia, os escribas da Casa da Vida verificaram que vinha vindo um círculo de fogo no céu Charles Balty e o Dr. O ser divino disse: "Desde Haravashanadotta, rei dos vidyaharas, eu sou teu servo dedicado. Inicie em. Somente Deus o saberia. Eles deixaram uma coluna à sua grandeza, encontrada em , descrevendo-a como "uma mulher dos quatro quadrantes do mundo". No semblante e no porte ele se parecia com o imperador. Drona Parva, p. Qual Deus? O mito foi provavelmente escrito para ser entoado nos festivais em honra aos deuses e da Babilônia. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. Deve mesmo ser assim.

Eram os Deuses Astronautas? Erich von Däniken. APRESENTAÇÃO. (JOÃO RIBAS DA COSTA). Jung e seus discípulos parecem acreditar que certas. 2 de set de Ebooks Grátis PDF: Eram os Deuses Astronautas – Erich Baixar Livro Como Domar Um Elefante- Jan Chozenbays em PDF, ePub e Mobi. Eram Os Deuses Astronautas - Erich von Daniken (ou astronautas) que para as épocas relatadas teriam se deslocado erich-von-danikeneram-os-deuses papawemba.info File Size: kb. File Type: pdf. Download File. Em 'Eram os deuses astronautas?', o autor, que dedicou a vida a pesquisas pelo mundo todo, defende O PDF do primeiro capítulo ainda não está disponível. PDF - Eram os Deuses Astronautas? O autor procura provar a existência de outros seres inteligentes no universo, e através de achados arqueológicos.

Nesta obra o escritor Erich Von Daniken lança uma teoria intrigante, ele acredita que as antigas civilizações que habitavam nosso planeta terra foram concebidas por astronautas e alienígenas de outro planeta. Fontes: miscelaneaanonima. Quero ser notificado de novos artigos por email. This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these cookies, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website.

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O Nihongi, Livro Primeiro, p. Era um indivíduo extremamente forte e tinha asas no corpo, de modo que podia voar e subir no ar. Nem o divino Leonardo da Vinci conseguiu resolver o problema do vôo humano. Seria aquele homem um astronauta? Por volta de d.

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O rei de Silla Coréia foi vencido por esses invasores divinos e imediatamente se submeteu. Uma curiosa referência a um parente astronauta em d. Quarta primavera, segundo mês. De repente apareceu um homem alto, que se aproximou e ficou parado no vale vermelho. No semblante e no porte ele se parecia com o imperador. Dize-me tu primeiro teu nome principesco e depois eu por minha vez te informarei do meu". O imperador respondeu e disse: "Nós somos os Waka-taka-no-Mikoto".

O homem alto, a seguir, deu o seu nome dizendo: "Teu servo é o deus Hito- Koto-Mushi" literalmente, "senhor de uma palavra". A divindade que dissipa com uma palavra o mal e com uma palavra o bem. Galoparam, lado a lado, usando um com o outro, linguagem respeitosa como na companhia de gênios. Desta vez o povo dizia: "Um imperador de grande virtude!

Fez-se a prece ao deus, foi prestado o auxílio, e a paz foi assegurada. Era chamado Tan-kun Senhor do Sândalo e o país recebeu o nome de Choson que quer dizer frescor.

Foi no reinado do imperador chinês Tong-Yao a. A capital no princípio foi Phyong-yong, que depois se chamou Pek-ok a colina branca.

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No oitavo ano a. Acreditava-se que esses seres divinos tinham vivido mil anos na Coréia, e depois, segundo parece, trasladaram-se para o céu. Isso nos faz lembrar o misterioso Conde de St. É despojado dos títulos de kami divindade e mikoto augusto , acrescentados aos nomes de outros deuses. O Nihongi, Livro Segundo, p.

O príncipe da casa imperial Mumayodo-no-Toyo- Sumi foi nomeado príncipe imperial. Era o segundo filho do Imperador Tochi-bane-no-Toyo-hi.

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Em ambos esses ramos de estudo ele se tornou perfeitamente proficiente. Brothers, vol. Nos tempos antigos, durante o reinado de Changwong, da Dinastia Chou, um governante da Terra Ocidental China , e novamente no tempo de Ming-Ti, da Dinastia Han, foram vistos faisões brancos. No tempo do Imperador Oho-sazaki Ojinn Tenno, d. Três anos mais tarde, em d.

A gente desse tempo disse que era o som da estrela cadente. Uma semana depois houve um eclipse do Sol.

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Seu lustro voa através do céu e, flutuando assim, torna-se uma estrela de muitas varas de comprimento. Nos tempos bíblicos as naves espaciais pousavam entre as montanhas, aonde os "anjos" chamavam Moisés e os profetas para receberem revelações divinas; a maioria dos países tem pelo menos uma montanha sagrada associada às manifestações dos deuses.

Em novembro de d. De acordo com J. Tinha nariz proeminente e dedos ossudos, com imensa força, semelhantes a garras. Usava uma longa capa esvoaçante do tipo usado pelos freqüentadores de ópera, os militares e os atores ambulantes.

Na cabeça usava um capacete alto aparentemente de metal. Sob a capa tinha trajes justos de um material luzente como oleado ou malha de metal. Tinha uma lâmpada adaptada ao peito. Mais estranho que tudo: a criatura tinha as orelhas cortadas ou pontudas como as de um animal. O sacerdote Bin disse que era uma estrela-vassoura. Quando ela apareceu houve fome.

O astrólogo Bin provavelmente viu um cometa.

Todo o mundo soltou exclamações de espanto. Matthew of Paris, em sua Historia Anglorum, escreveu que um resplandecente cavaleiro, que agitava um escudo brilhante, apareceu subitamente no monte das Oliveiras e acenou para os desanimados cruzados para que atacassem novamente.

Os compiladores do Nihongi anteciparam-se ao nosso Charles Frost e citaram muitos fenômenos fascinantes. Houve um eclipse do Sol. Apareceu um cometa, no décimo sétimo dia o planeta Marte entrou na Lua. Os hóspedes da Coréia foram recebidos em Tsukushi. Apa- receu uma coisa com a forma como de uma bandeira batismal budista e de cor de chama. Neste dia um vapor branco subiu da montanha Oriental com quatro braças de tamanho. No décimo segundo dia houve um grande terre- moto.

Um dia depois o vice-rei de Tsukushi deu parte de um pardal com três pernas. No décimo sétimo dia houve outro terremoto. Neste dia houve um arco- íris bem no meio do céu e oposto ao Sol. Um cometa apareceu no noroeste com mais de dez pés de comprimento. Ao escurecer sete estrelas derivaram juntas para o nordeste e afundaram.

Décimo primeiro mês, vigésimo terceiro dia. Ao pôr do sol uma estrela do tamanho dum pote caiu no setor do leste. Décimo primeiro mês. Sétimo mês, vigésimo oitavo dia. As visões relatadas no Nihongi continuaram atravé. Os japoneses, como os celtas, acreditavam na santidade dos seres reais ancestrais, reminiscências da Idade de Ouro dos reis do espaço. Hoje mesmo a maioria dos japoneses ainda venera seu micado como descendente de Amaterasu, deusa do Sol. Terra de maravilha, mistério e magia.

Hoje o nosso mundo sofisticado perdeu o seu senso de deslumbramento, aquela divina expectativa da alma que transmuda as frias relíquias do passado em vida quente e apaixonada.

Suponhamos que os conceitos convencionais estejam errados. Em alguns sistemas estelares as pessoas podem estar milhares, até milhões de anos mais adiantadas do que nós.

Sete mil anos! Heródoto escreveu que os egípcios se consideravam os mais antigos da humanidade. Que aconteceu no Egito antes da história? Os adeptos adquiriram poderes mentais supranormais, conjurando a ajuda de elementais de outras dimensões.

Uma caixa de fósforos dessa matéria pesaria uma tonelada. Os tuaregues do deserto do Saara partilham de uma série de lendas mundiais concernentes a Orion e às Plêiades. Milhares de anos de atividade vulcânica desfizeram o continente em ilhas, que afundaram no mar.

Por volta de Poucos testemunhos desse continente perdido ficaram para a posteridade. A Atlântida foi mencionada no Livro de Dzyan, escrito originalmente em senzar, mais tarde traduzido para o chinês, o tibetano e o sânscrito. Ora, a ilha era chamada Atlântida e era o centro de um grande e maravilhoso império que tinha o domínio sobre outras partes do continente, e além disso, sujeitava partes da Líbia até o Egito, e da Europa até a Tirrênia.

O sacerdote contou como o vasto poderio dos atlantes tentou subjugar o Egito e a Grécia, mas os atenienses e seus aliados derrotaram os invasores e libertaram os povos conquistados. Mas depois ocorreram violentos terremotos e inundações e num só dia e noite de chuva todos os seus homens belicosos afundaram de uma vez na terra e a ilha da Atlântida da mesma maneira desapareceu sob o mar.

Essa luz tem importância em sua idade. Mas até os grandes peritos diferem. Petrie datou a Primeira Dinastia de Menés a partir de 4. Para escapar ao tirano da cidade, exilou-se e em a. Escrevendo sobre os egípcios, Livro Segundo, capítulo 35, ele diz: Os homens carregam suas cargas à cabeça, as mulheres aos ombros. E as mulheres mijam em pé, mas os homens mijam sentados.

O homem usa duas peças de roupa, mas a mulher usa apenas uma. No Livro Segundo, capítulo 2, Heródoto declara: Ora, até que Psamético reinou sobre eles, os egípcios acreditavam que eram os mais antigos de todos os homens. Adiante, no Livro Segundo, capítulo Mas Hércules é um deus muito antigo dos egíp- cios; pois dizem que decorreram dezessete mil anos até o tempo em que Amasis começou a reinar, desde que os doze deuses, dos quais afirmam que Hércules era um, nasceram dos oito.

Heródoto ficou evidentemente impressionado com a antiguidade dos egípcios, pois continuou a investigar rigorosamente, escrevendo no Livro Segundo, capítulo Até aqui falei com base na autoridade dos egípcios e seus sacerdotes.

Ora, três gerações perfazem cem anos. Assim, em onze mil e trezentos e quarenta anos eles disseram que nenhum deus sob a forma de homem foi rei; nem falaram de qualquer coisa semelhante antes ou depois entre os que foram reis do Egito mais tarde. Esses piromis eram O próprio Dionísio, o mais jovem deles, calculam que tinha quinze mil anos de idade no tempo do Rei Amasis. Essas coisas os egípcios dizem saber com certeza porque sempre contaram os anos e mantiveram registros escritos.

A extrema antiguidade dos deuses-reis do Egito é confirmada por Maneton, nascido em cerca de a. Subiu à dignidade de sumo sacerdote do templo de Heliópolis.

Todo o mundo antigo reconhecia Heliópolis como uma grande sede de saber e a universidade do Egito. Escreveu a história dele em grego para esclarecimento dos eruditos, durante o reinado do primeiro Ptolomeu, Filadelfo. Os fragmentos existentes da Aegyptica de Maneton declaram: O primeiro homem ou deus no Egito é Héfaistos, que é também famoso entre os egípcios como o descobridor do fogo. Eles foram os primeiros a governar o Egito. Depois dos deuses reinaram semideuses durante mil e duzentos e cinqüenta e cinco anos e novamente outra linhagem de reis governou por mil e oitocentos e dezessete anos, depois mais trinta reis de Mênfis, reinando por mil e setecentos e noventa anos, e a seguir novamente dez reis desta, reinando por trezentos e cinqüenta anos.

Pode ser que os "astronautas" fossem olhados como "espíritos dos mortos"? No século VI d. Simplício escreveu que tinha ou- vido dizer que os egípcios haviam feito observações astronômicas ininterruptamente durante seiscentos e trinta mil anos, mas, mesmo que quisesse dizer meses, ainda assim seriam cinqüenta e dois mil e quinhentos anos. Panodoro, monge egípcio, escreveu por volta de a.

Beroso, por volta de a. A mesma fonte declarou que na Vigésima Quarta Dinastia, durante o reinado de Bocchoris, a. Bocchoris foi poupado a esse desastre, pois Maneton acres- centa: "Sabacan, tendo levado Bocchoris cativo, queimou-o vivo". As "serpentes aladas" dos astecas, acredita-se hoje, eram astronaves.

As tradições dizem que nesse distante oitavo século a. Teria sido o "cordeiro falante" que advertiu o malfadado Bocchoris o "deus" que falava com Numa e Elias? Seria um astronauta? A primeira série de príncipes foi a dos auritae, a segunda foi a dos mestroens, a terceira a dos egípcios. Hélios, filho de Héfaistos, reinou três miríades de anos. Sanchoniathon, um escritor fenício da antiguidade, compôs uma história em língua fenícia centenas de anos antes de Cristo.

A obra foi traduzida para o grego por Philo Byblos em cerca de 80 d. A referência a Hipsisto "o Altíssimo" equivale a Eloim e sugere astronautas. A milhares de quilômetros de distância as areias do Nilo expelem suas pedras, papiros e pergaminhos, falando de dinastias de reis-deuses que governaram o velho Egito.

Os historiadores do Egito, como os cronistas de outros países, concordam em que seus primeiros reis foram seres maravilhosos das estrelas. Entronizai-o nos vossos corações! Ele torna o Egito verde mais do que um grande Nilo. Ele é vida. Ele é aquele que cria tudo o que é, o genitor, Que faz a humanidade existir.

O povo cria que o faraó era um ser divino, nascido num plano mais elevado e descido à Terra para governar suas humildes pessoas. Quem eram aqueles reis-deuses do antigo Egito? O próprio faraó era reconhecido como um deus. Por milhares de anos o país floresceu como uma teocracia, com sua política, artes, ciência e medicina completamente domina- das pelos sacerdotes.

Depois que os extraterrestres partiram da Terra, as gerações posteriores, guardando memórias raciais confusas do passado, fundiram o Sol e os reis espaciais em Horo, imortalizado em lendas cuja fantasia sintetiza uma história meio esquecida. O simbolismo das lendas gregas e da Teogonia de Hesíodo sugere que Urano e Cronos representam dinastias sucessivas de reis espaciais. Osíris, "neto" de Urano e "filho" de Cronos, foi provavelmente um astronauta. O cofre desceu flutuando pelo rio e foi dar em Biblos, na Síria.

Ísis, pranteando seu marido, encontrou o cofre e devolveu-o ao Egito, partindo depois à procura do filho Horo. Profundamente aflita, Ísis reuniu esses fragmentos e em cada lugar construiu um templo. Osíris venceu a morte e tornou-se rei do mundo dos espíritos. O simbolismo do rei mortal ficou associado à magia do crescimento da semente e da vida da planta e veio relacionar-se também com o culto de Tamuz, Adônis e Jesus Cristo.

Horo, com a forma de um disco alado, voou no céu e derrotou as forças malignas de Set. O conflito entre Horo e Set parece reminiscência da guerra celeste da mitologia hindu, em que Rama derrota o maligno Ravana com bombas devastadoras.

Em Saís Horo aparecia como um grande disco brilhante, com asas ou radiante plumagem, acompanhado das deusas Nekhbet e Uazet sob a forma de serpentes coroadas, simbolismo sugestivo de naves espaciais. O Messu ou menino egípcio, que vem sempre, tornou-se o Menino messiânico hebreu.

Osíris suplicou que o enterrassem rapidamente, Jesus suplica que sua morte sçja efetuada rapidamente. Esculturas de Carnac e Tebas representam discos solares cercados de serpentes ou "espíritos"; discos alados de madeira cobertos de ouro brilhante eram colocados acima das portas dos templos como símbolos poderosos. Do outro lado do mundo o emblema do inca era um grande disco de ouro, símbolo do culto solar mundial.

Um curioso símbolo das lendas egípcias era o Olho Divino. Os estudiosos dos ufos imediatamente reconhecem no Olho um disco voador, uma nave espacial, que para os egípcios simples devia parecer o olho de um deus no céu. As mitologias hindu, japonesa, grega e céltica, todas falam de batalhas celestes de seres divinos em discos ou "olhos", que associam às lendas egípcias que descrevem a guerra no céu.

Dizia-se que modelou e manobrava o Olho de Horo; era senhor da Lua. Seria um extraterrestre que pousou ali? E esse símbolo queria dizer que Cronos enquanto dormia estava vigilante e repousava enquanto estava acordado. E da mesma maneira com respeito às asas, que enquanto repousava estava voando, mas descansava enquanto voava!

Mas os outros deuses tinham apenas duas asas nos ombros, para indicar que voavam sob o controle de Cronos, que tinha também duas asas na cabeça; uma para a parte mais dirigente da mente e outra para o senso.

Hoje, em nossa era científica, nós dissipamos a aura de maravilha e vemos Tot com olhos amigos como um supercientista. Em décadas recentes G. Seria Tot, descendo dos céus para trazer sabedoria à humanidade, um nome coletivo para astronautas?

Nós amamos esse super-homem do antigo Egito; em nossos sonhos secretos também aspiramos a nos tornar Tot, deus da sabedoria. Amon, muitas vezes identificado com Zeus, era uma divindade tribal local de Tebas, muito depois da Idade de Ouro dos reis espaciais, pouco importante até cerca de 2. O nome Amon significa "oculto", e foi identificado com o ar, depois com o deus universal.

Quando essa heresia foi esmagada, o poder de Amon subiu e baixou com o destino do Egito imperial. Os egiptologistas sempre supuseram que o disco do Sol se referia ao próprio sol, mas o disco do Sol muitas vezes aparece acima do navio, que navega embaixo como uma espaço- nave.

Tradições antigas afirmam que os construtores da grande pirâmide enterraram um barco solar, uma nave espacial, perto do edifício. Para os egípcios simples esses gloriosos visitantes deviam provavelmente parecer imortais vindos de reinos de maravilha, talvez as almas reencarnadas dos mortos.

Os mais antigos textos religiosos do mundo compreendem o antigo Teu-Nu-Pert-Em-Hru egípcio, conhecido como Livro dos mortos. Os papiros mais antigos consistiam em um ou mais dos diferentes papiros de Ani, Hunefer, Kerasher, Netchamet e Nu, da Décima Oitava Dinastia, de cerca de 1.

O Livro dos mortos egípcio apresenta semelhança com o Bardo Thödol, o Livro dos mortos tibetano, de imensa antiguidade. Dizem que por volta de d. Em Jean François Champollion decifrou os hieróglifos e pelo antigo copta os egiptólogos finalmente deduziram a antiga língua dos egípcios, uma façanha filológica verdadeiramente maravilhosa.

Cícero dificilmente teria lido o latim da Idade Média e sua mente lógica e sóbria ficaria confusa diante da loquaci- dade latina usada hoje em nossos grandiloqüentes concílios vaticanos. As inscrições egípcias abarcaram cinco milênios. Teria Cleópatra compreendido a linguagem do polígamo Ramsés, ou de Quéops, suposto construtor da grande pi- râmide? O papiro de Turim, da Vigésima Sexta Dinastia, declara que o capítulo mais antigo foi encontrado por Herutatef, filho de Quéops Khufu , por volta de 5.

Tendo pedido para ser dispensado de praticar esse ato num homem, foi trazido um ganso ao qual cortaram a cabeça, que foi colocada de um lado da sala, tendo sido o corpo posto no outro lado. Se a história é verdadeira, e os egípcios acreditavam que era, esses maravilhosos poderes seriam dignos de qualquer astronauta. O papiro de Ani, redigido por um escriba real em Tebas por volta de 1.

Brugsch em Astronomische und Astrologische Inchriften, p. Esses termos coincidem com a maioria das descrições de pessoas, antigas e modernas, que disseram ter visto astronaves atravessando o céu. Os reis da luz partiram em cólera. Os assentos azuis permanecem vazios. Quem dos marrons, quem dos vermelhos, ou mesmo dentre os negros raças pode ocupar os assentos dos bem- aventurados, os assentos do conhecimento e da misericórdia?

Blavatsky, na Doutrina secreta, declara que "os reis da luz" é o nome dado em todos os escritos antigos às dinastias divinas.

Hoje nós podemos considerar "os reis da luz" seres avançados de outros planetas e os "tronos celestiais" espaçonaves. E o "grande rei do rosto deslumbrante", o chefe de todos os rostos amarelos, ficou triste vendo os pecados dos de rosto negro.

O mesmo capítulo 17 continua: Ele anda em redor do céu vestido com as chamas de sua boca, comandando Hapi terras do Nilo mas conservando-se invisível Eu grasno como um ganso. Eu mato sempre, como a própria dessa serpente Nehebka Tu vives de acordo com a tua vontade, tu és Uatchit, a senhora da chama , o mal as- salta aqueles que se voltam contra ti As antigas estâncias de Dzyan honram os "senhores da chama", os Vedas sânscritos mencionam "senhores de luz", o Livro dos mortos egípcio louva a "senhora da chama".

Vede, ó seres brilhantes, ó homens de Deus Falo com os adeptos dos deuses. Falo com o Disco. Falo com os seres brilhantes. Capítulos , Eu sou um daqueles seres brilhantes que vivem em raios de luz. Capítulo 78, Os santos soberanos dos pilones têm a forma de seres brilhantes.

Capítulo 5. Salve, belo poder, belo guia do céu setentrional! Salve, ó tu que vais pelo céu, tu, o piloto do mundo, tu, belo guia do céu ocidental! Salve, tu, que moras no templo dos seres de rosto brilhante, belo guia do céu meridional. Entretanto, quem somos nós para comentar?

Estirada no flanco da montanha dorme a grande serpente, com cento e oitenta pés de comprimento e cinqüenta pés de largura; sua barriga é adornada com sílexes e pedras cintilantes. Agora eu sei o nome da serpente da montanha. Vede, é "a que mora nas chamas". Ele ataca Set, lançando-lhe seu dardo de aço. Em palavras ingênuas como essas algum cule ignorante pode descrever os bombardeiros americanos atacando os tanques comunistas no Vietnam atualmente. Os deuses do antigo Egito apresentam questões mais fascinantes para nós do que para aqueles sacerdotes de vestes brancas das margens do Nilo.

Como os egípcios de outrora olhamos os céus e indagamos. Fazendo um mapa global, projetado o plano, traçaram, em seguida, um meridiano através do meio exato da superfície terrestre do nosso planeta e verificaram que dividia exatamente o delta do Nilo. A pirâmide foi provavelmente construída por as- tronautas ou por iniciados, conhecedores da ciência extraterrestre.

Os raios do Sol deviam incidir nas pedras brilhantes, transformando-as num farol a acenar para os astronautas. Bunsen acreditava que a pirâmide tinha sido construída por volta de Por que haviam os egípcios de se preocupar conosco? Até agora os arquitetos têm deduzido errado. O papiro Rhind, da Décima Segunda Dinastia, 2. Dada a sua ciência elementar, teria sido possível para os egípcios do tempo de Quéops construí-la?

Ela pedia a soma estipulada pelo pai e resolveu deixar também um monumento seu. Rogava a cada homem que a procurava que lhe desse de presente uma pedra. E com essas pedras, disseram-me, foi feita a pirâmide que se ergue no meio das três em frente da grande pirâmide, e cada face dela mede pletro e meio. E, se bem me lembro do que o intérprete me disse lendo a escritura, foram gastos mil e seiscentos talentos de prata. Os "espíritos" vieram do espaço!

Mesmo um povo dócil que vivia em cabanas de barro se revoltaria contra semelhante extravagância. Alguns astrônomos estabeleceram a data da pirâmide pelo longo e escuro corredor da entrada, que apontava para Alfa Draconis, a Estrela Polar, em 2. Um dos livros de Hermes descreve certas pirâmides que se erguiam no litoral, banhadas pelas ondas.

Na Doutrina secreta, p. Pena que tivessem de fazer toda essa viagem a pé! Tutmés IV, quando jovem príncipe, um dia, por volta de 1.

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Em d. A velha Índia relacionava a esfinge com Garuda, meio homem, meio ave, o carro celeste dos deuses; os antigos persas identificavam a esfinge com Simorgh, uma ave monstruosa que umas vezes pousava na Terra, outras vezes andava no oceano, enquanto com a cabeça sustentava o céu.

A própria esfinge conjura um mistério mais desnorteante, e, contudo, talvez mais prenhe de humanidade do que nós compreendemos. Disandro disse que a esfinge veio para a Grécia da Etiópia provavelmente querendo dizer o Egito. Jocasta enforcou-se, Édipo cegou-se e vagueou cego pela Grécia, acompanhado de sua filha Antígona, até que as eumênides, as deusas da vingança, o levaram da Terra.

O Egito da Décima Oitava Dinastia, por volta de 1. Foi deposto em 12 de setembro de por um golpe militar. O Egito precisava de uma reforma. Amenotep Amon repousa IV era deformado, tinha o crânio alongado, feições ascéticas e delicadas, os olhos de um profeta; tinha o abdômen grande e os membros inferiores inchados; devia sofrer de epilepsia, devido às forças psíquicas que carrega- vam sua alma inquieta.

Nós hoje somos herdeiros da história. O exército, frustrado, foi encorajado pelos sacerdotes de Amon descontentes a depor o rei e instalar novamente a capital em Tebas. Deixado em isolamento, Aque- naton foi abandonado por Nefertiti, sua esposa, sua cidade inacabada caiu em ruínas, e ele passava os seus dias entregue ao misticismo religioso, comungando com Aton.

Morreu, possivel- mente envenenado, em 1. O corpo de Aquenaton nunca foi encontrado. Aquenaton desapareceu, Édipo foi finalmente removido da Terra pelas eumênides, deusas da vingança. Como Shakespeare, que raramente inventava seus enredos mas transmutava velhas histórias com a magia do gênio, Ésquilo, por volta de a.

Durante séculos a história do rei egípcio, cego e incestuoso, deve ter sido cantada por bardos através de muitas terras; Sófocles deu cor local ao drama, transferindo a cena com personagens gregos para Tebas, na Beócia, cidade que por alguma estranha coincidência tinha o mesmo nome que os gregos davam à grande capital de No-Amon, no Nilo.

Suponhamos que a história oculte um mistério maior do que se imagina? Os gregos consideravam a esfinge alada filha de Tifon e da Quimera. Poderia Édipo ter sido trasladado para outro mundo numa espaçonave? No princípio do século IX a. Um século depois Rômulo foi também, segundo se dizia, arrebatado para o céu num remoinho quando julgava no monte Palatino; o Livro de Enoc declara que séculos antes Enoc foi levado para o céu por um remoinho. Se "anjos" ou "astronautas" visitaram Israel, certa- mente devem ter aparecido também no Egito.

Depois duma tempestade como nunca se vira, a Terra agitava-se num sono inquieto, esperando o amanhecer. Viria nova praga afligir a Terra?

Que coisa pior poderia acon- tecer? O rei franziu a testa, olhando para o acampamento ao norte. A ameaça do chefe deles ainda soava nos ouvidos do rei: "Deixa meu povo partir! Poderia ele expulsar os escravos de que precisava para aumentar os exércitos de seus inimigos? Insultar seus próprios sacerdotes e render-se a um deus estrangeiro qualquer? A terra era povoada por milhares de deuses; ele mesmo, o rei, era prisioneiro dos sacerdotes. Os deuses ainda visitariam a Terra? Um deus tinha salvo sua vida?

A campanha do Oriente! Sorriu sinistramente. No assalto àquela cidade o exército havia sido derrotado e ele, apenas com a sua guarda pessoal, fora emboscado pelo inimigo. Quando tudo parecia perdido, um deus apareceu, sua gloriosa presença transformou a derrota em vitória. Os deuses manifestavam-se aos homens. E aquelas pragas? Antes tinha havido pragas. Deviam sofrer os inocentes? Ele podia deixar os escravos estrangeiros voltarem para a sua terra.

Mas eles tinham terra própria? Franziu a testa. Ele era o rei. Devia render-se a? Uma estrela caiu do céu e pairou em cima; seu brilho fantasmagórico iluminou a terra. Um raio ofuscante cegou o rei, varrendo todos os edifícios embaixo. Quando ele abriu os olhos doídos, o raio brilhante desapareceu da vista.

Alguma coisa tinha acontecido. O universo respirava tragédia. Que novo horror teria? Gemidos de servos. Gritos de soldados. Soluços desesperados. Voltou-se e viu sua jovem rainha com o semblante descomposto, apertando ao peito o príncipe herdeiro. Seu filho jazia imóvel. Todas as famílias choravam. Os primogênitos estavam mortos. Uma praga cresceu até se transformar num grito, num tumulto que chegava ao céu. O deus desconhecido! Que os estrangeiros partissem antes que todo o povo perecesse.

Diante do corpo mudo do filho, o rei curvou-se à vontade de seu povo, à voz de Deus. Em meio à dor deu o seu consentimento real. O acampamento dos escravos estava em alvoroço; os estrangeiros regozijavam-se. Encontrando pela frente o mar interior, os escravos viram-se impotentes. Com gritos de alegria, a turba atravessou precipitadamente. De repente o chefe baixou o braço. Os muros gigantescos dissolveram-se em ondas e torrentes remoinhantes arrastaram homens e cavalos para as profundezas.

O rei olhava em mudo horror. No nosso bem conhecido livro do Êxodo, a história é mais bem contada. Os sacerdotes infamados, o exército desonrado, os escravos libertados, as férteis terras do Nilo poluídas por pragas Como se o Êxodo nunca tivesse acontecido! Gordon, em Bejore the Bible Antes da Bíblia , vê na epopéia do Êxodo afinidades com a literatura homérica da Grécia e com a literatura heróica de Ugarit, todas as três compostas pela mesma época.

Uma escola de pensamento coloca o Êxodo no século XV a. A descoberta de El Amarna lançou luz sobre os tempos de Aquenaton. Quem sabe? Quem foram os personagens cuja contenda nos emociona ainda hoje? Quando Hitler se arrependeu de ter acedido e lançou a sua Luftwaffe contra nós, Deus derrubou-a do céu.

Fantasia, blasfêmia? Hordas de semitas, prisioneiros de guerra e refugiados desembocavam no Egito, estabelecendo-se nas férteis terras do Delta, no lugar chamado Gessém. Quem era o Deus que governava Moisés? À pedido de Isac o "Senhor" tinha remediado a infertilidade de sua mulher Genesis, 25 e jurado que sua semente se multiplicaria "como as estrelas no céu", o que eles fizeram em Gessém, para terror dos egípcios, que viam seu Estado ameaçado. O hebreu El Shaddai Deus Todo-Poderoso lembra o deus sírio Addu Hadad , mencionado freqüentemente nas tabuinhas de El Amarna, mas provavelmente tem mais afinidade com o assírio Shaddu, que significa "montanha", especialmente quando o "Senhor" geralmente aparecia em montanhas, aonde chamava seus profetas.

Os textos ugaríticos refe- rem-se a Yawe como um deus mais jovem, filho de El; os sumerianos identificavam-no com Enlil, os babilônios com Marduc. A palavra "deus" evidentemente deve ter pelo menos dois significados distintos.

Hoje nós compreendemos que o Deus de Moisés era um ser extraterrestre que descia na Terra em uma astronave. Cícero, em Da natureza dos deuses, Livro Primeiro, capítulo 2, conta que em a. Os Annales Laurissenses descrevem "escudos de fogo alados" do céu derrotando os saxões que sitiavam Sigiburb em d. Teria Ramsés sido salvo por um astronauta? Depois da guerra, Ramsés assentou para criar família. Mesmo na nossa época, em que o índice de nascimentos é espantoso, maravilhamo-nos com a sua espantosa virilidade.

As vitórias de Ramsés na cama excederam as obtidas no campo de batalha. Os egiptólogos verificam com espanto e inveja que Ramsés gerou cerca de cem filhos e cinqüenta e nove filhas, muitas das quais ele mesmo desposou, gerando assim os seus próprios netos. Homero canta o auxílio que cada lado recebe dos deuses, que podem ter sido seres extraterrestres.

Histórias semelhantes foram contadas a respeito de muitos heróis da antiguidade, notadamente Ciro Heródoto, e Rômulo Tito Lívio, Infelizmente, o Dr.

Seria fascinante, embora infrutífero, especular sobre as personalidades mundiais que encarnam Moisés e Ramsés atualmente. O Talmude declara que, quando tinha apenas três anos de idade, Moisés tirou a coroa real da cabeça do faraó e a colocou na sua própria cabeça.

Se tivesse pegado o ouro, teria sido morto. Moisés cresceu e tornou-se um belo príncipe, adestrado nas maneiras da corte e na guerra. Trajava vestes reais e era amado pelo povo. Moisés abdicou voluntariamente, mas, com medo de voltar ao Egito, viajou para Madian. Dois anos mais tarde Moisés levou seu rebanho para o Roreb, a montanha de Deus. Êxodo, 3, 2. Moisés, com sua mulher e filhos, voltou ao Egito. Uma curiosa lenda diz que o faraó se viu transportado a Nínive, evocando visões duma astronave; provavelmente voltou a pé para casa.

E o Senhor ia adiante deles de dia numa coluna de nuvem, para lhes mostrar o caminho, e de noite numa coluna de fogo para lhes servir de guia num e noutro tempo. Êxodo, 13, Seu quartel-general seria provavelmente o "navio- base", um grande "porta-aviões" do qual desceria à Terra em um "disco" ou "nave de esclarecimento". Em tempos antigos, os iniciados parece que eram versados em ciência psicoelétrica, provavelmente herdada dos astronautas.

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Esses dois estranhos dispositivos aparentemente permitiam aos sacerdotes falarem com o "Senhor" onde quer que ele pudesse estar no céu. A mitologia e o folclore abundam em estranhas referências a jóias com influência fatal sobre seus infelizes possuidores. Essa ciência transcendente foi provavelmente transmitida aos iniciados na Terra pelo "Senhor" ou outros mestres do espaço. Ao terceiro dia, depois de raiar o dia, houve trovões e relâmpagos.

Uma nuvem espessa cobriu o monte, e ouviu-se um sonido de buzina muito forte; estremeceu todo o povo que estava no arraial. Moisés levou o povo para fora do arraial ao en- contro de Deus; e pararam ao pé do monte.

Êxodo, 19, Deus tinha advertido Moisés previamente, proibindo o povo de chegar até o monte, pois certamente morreriam. O fenômeno descrito aparentemente representa o pouso da nave-base no cume do monte Sinai, observado pelos ate- morizados israelitas, que nada compreendiam. O Midrash afirma que Moisés era "meio Deus, meio homem", verdadeiro rei de Israel. Aqueles encontros de Moisés com Deus evocam os encontros de Adamski com Orthon, de Vénus; o "poder e a glória" que ofuscavam os israelitas lembram as astronaves brilhantes que assombram muitos homens atualmente.

O antigo Egito foi realmente visitado por astronautas? Um papiro muito deteriorado encontrado entre os papéis do defunto Professor Alberto Tulli, diretor do Museu Egípcio do Vaticano, traduzido pelo Príncipe Bóris de Rachenwiltz, foi identificado como parte dos anais de Tutmés m, de aproximadamente a.

No ano 22, do terceiro mês do inverno, sexta hora do dia, os escribas da Casa da Vida verificaram que vinha vindo um círculo de fogo no céu Media uma vara de comprimento e uma vara de largura, e era silencioso. Comunicaram-no ao faraó. Sua Majestade ordenou Foi examinado Ora, depois que alguns dias se tinham passado, eis que aquelas coisas se tornaram mais numerosas do que nunca no céu.

Brilhavam mais do que o brilho do Sol e estendiam-se até os limites dos quatro suportes do céu. O exército do faraó observava com ele no seu centro. Era depois da ceia. Peixes e animais alados ou aves caíram do céu. E o faraó mandou trazer incenso e fazer paz na terra E o que aconteceu o faraó ordenou que fosse escrito, nos anais da Casa da Vida Tutmés IV, avô de Aquenaton, dormindo sob as es- trelas, entre as patas da esfinge, "sonhou" que um "deus" lhe ordenava que afastasse a areia e revelasse a esfinge em sua verdadeira grandeza.

Pelo ano de a. Ezequias uniu-se ao Faraó Tiharkah Heródoto diz "Sethos" para se opor ao inimigo comum. E adormeceu. O deus apareceu e disse-lhe que se tranqüilizasse, pois ia mandar-lhe quem o ajudaria. Heródoto, Livro Segundo, capítulo O ataque foi levado a efeito por fogo de morteiros.

Ao receber pedidos de assistência do angustiado rei egípcio, Tirhakah, Ezequias orou ao Senhor pedindo auxílio. O qual lhe deu sua resposta através de Isaías. Eu protegerei esta cidade, para a salvar por causa de mim e por causa de Davi, meu servo. Saiu, pois, o anjo do Senhor, e feriu no arraial dos assírios cento e oitenta e cinco mil homens. Isaías, 37, Um interessante suplemento aos acontecimentos alegados no Êxodo!

Antes do nascimento de Apolônio, em 4 a. Essa maravilhosa e benigna figura passou muito tempo entre os gimnosofistas, os filósofos nus do alto Nilo; seus ensinamentos foram provavelmente recebidos de seres espaciais, pois quando Apolônio desapareceu, com a idade de cem anos, os cretenses juraram que ele tinha subido ao céu. Durante séculos depois de sua "morte" Apolônio foi adorado como um deus. O físico armênio M. Outros cien- tistas soviéticos sugerem uma nave interestelar sondando a superfície da Terra embaixo com "sondas" especiais e seriam essas sondas que produziram as tektites.

Lembramo-nos das estruturas gigantescas da América do Sul e pensamos novamente nas pirâmides. Quem talhou esses blocos?

Por quê? Esses estranhos desenhos evocam Oannes, a criatura pisciforme que, segundo Beroso, ensinou os primitivos babilônios. Das sólidas muralhas da Babilônia partiram reis poderosos para conquistar o Oriente Médio; nos famosos jardins suspensos rainhas sedutoras exibiam sua beleza; naquelas torres altíssimas sacerdotes austeros estudavam as estrelas. Esses seres celestiais foram provavelmente astronautas de outros planetas que primeiro desembarcaram na Lua e depois desceram à Terra, de acordo com o que sugerem lendas de todo o mundo.

Os babilônios diziam-se imensamente antigos. Beroso, sacerdote de Bel na Babilônia, por volta de a. Disse ele que esses anais escritos, preservados com o maior cuidado, abrangiam quinze miríades de anos, contendo uma história do céu e da terra e do mar, do nascimento da humanidade e dos maiores soberanos do passado. Os sacerdotes babilônios eram famosos por sua sabedoria e parece plausível que guardassem preciosamente todos os documentos do seu antigo passado.

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Este erudito sacerdote de Abideno acreditava que dez reis dinastias divinas tinham reinado quatrocentos e trinta e dois mil anos, e depois o deus Cronôs astronauta? Cronos também aconselhou Sisitro a escrever uma história desde o Começo e a enterrar a narrativa em segurança na Cidade do Sol em Sippara. Dizem que Nabonasir a. Os sumerianos, como os antigos indianos, japoneses, egípcios e gregos, acreditavam numa idade de ouro em que a Terra foi governada pelos deuses, e depois por heróis e reis sobre-humanos.

Quando a realeza foi descida do céu, a realeza estava em Eridu. Em Eridu, Abulim tornou-se rei e reinou vinte e oito mil e oitocentos anos. Alalgar reinou trinta e seis mil anos. Dois reis reinaram sessenta e quatro mil e oitocentos anos Eram cinco cidades.

Oito reis reinaram duzentos e quarenta e um mil anos. Em Quis Ur , Etana, um pastor, o que subiu ao céu e consolidou todos os países, tornou- se rei e governou mil e quinhentos e sessenta anos. Balik, filho de Etana, reinou quatrocentos anos. O assunto é, pois, evidentemente, muito antigo. Além disso, sua popularidade é atestada pelo fato de que a lenda chegou até nós em fragmentos de três versões: babilônio antigo A , assírio médio B e neo-assírio, da biblioteca de Assurbanípal C.

O texto interrompe-se no momento crítico. Talvez a lenda oculte um incidente histórico em que um rei foi numa astronave a outro planeta. Schoekel, traduzido como segue: Em escavações efetuadas em Nínive foram des- cobertos na biblioteca do Rei Assurbanípal uns cilindros de barro nos quais se descreve uma viagem ao céu. O fogo apagou-se e o Rei Etan desceu com alguns dos homens louros, que ficaram como hóspedes dele por alguns dias. Os seres extraterrestres podem funcionar numa consciência de tempo muito diferente da nossa.

Alguns planetas adiantados gozam de civilizações que duram milhões de anos, onde sua gente atinge poderes físicos, mentais e espirituais que excedem tudo o que podemos imaginar. Quem eram os babilônios e que pensavam eles de seu próprio país, que certamente conheciam melhor do que nós? Por volta de 4. Partindo de pictogramas, os sumérios desenvolveram um sistema de escrita cuneiforme inscrita em tabuinhas de barro cozido ao sol.

Por volta de 2. Os sumérios e os acades devem ter-se desenvolvido através de muitos e muitos milênios para poderem cunhar as palavras que simbolizavam os sublimes conceitos e a fantasia poética da literatura babilônia; linguagens assim expressivas indicam a imensa antiguidade e os conhecimentos culturais desse povo fascinante, muito melhor do que objetos encontrados na lama.

Depois dos acades, estabeleceram-se na Babilônia os amorreus, seguidos de mais semitas, que ocuparam o Tigre Superior, tornando-se os assírios. A confusa história apresentada pela arqueologia torna-se mais complicada com as novas descobertas. Muitas raças turbulen- tas devem ter ocupado esta terra fértil. Muitos tijolos desenterrados na Babilônia representam dragões voadores, o símbolo das astronaves usado pelos chineses; os babilônios acreditavam que Deus existia no "mar" do espaço; os judeus oravam a seu "pai no céu"; toda a antiguidade adorava os super-homens no céu.

Ensinou-os a construir casas, a fundar templos, a compilar leis, e explicou-lhes os princípios do co- nhecimento geométrico. E fê-los distingir as sementes da terra e mostrou-lhes como colher os frutos; em suma, instruiu-os em tudo o que podia tender a abrandar os costumes e humanizar a humanidade. Quando o Sol se punha, era costume este ser mergulhar novamente no mar e ficar toda a noite nas profundezas, pois era anfíbio.

Depois disso apareceram outros animais como Oannes. Fragmentos de Abydenus diziam: Um semi-demônio chamado Anedoto muito seme- lhante a Oannes saiu uma segunda vez do mar Em linguagem esotérica o "mar", ou as "profunde- zas", muitas vezes significava "regiões do espaço"; uma criatura com cabeça de peixe e outra embaixo dela e pés humanos parece ter sido um homem com um traje espacial. Quem somos nós para discordar?

Harold Wilson atualmente. Por mais de vinte séculos os costumes e a moral da Babilônia impressionaram os povos da Palestina e seus vizinhos. Em seus dois mil anos essa grande metrópole, a Babilônia, excedeu em tamanho e cultura a maioria das nossas capitais atuais. Heródoto, que tinha visto a maioria das cidades fa- mosas da antiguidade, maravilhou-se com a grandeza da Babilônia.

Descreve vividamente a cidade como um quadrado fortificado por muralhas maciças em um perímetro de oitenta quilômetros, muralhas com vinte e quatro metros de altura e seis metros de espessura, bastante largas no alto para permitirem a passagem de uma carruagem de quatro cavalos de frente em toda a volta.

Encravadas nessas muralhas, havia "uma centena de portas, todas de bronze" Essas construções fariam honra aos nossos melhores arquitetos e construtores atualmente; elas provam que os babilônios haviam alcançado técnicas soberbas e em alguns aspectos pelo menos eram altamente civilizados. Mas é quando descreve os costumes da Babilônia que Heródoto nos delicia mais Os babilônios eram alérgicos aos médicos.

Matusa- lém e seus amigos viveram tempo suficiente sem eles.

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A Babilônia tinha muitos cirurgiões manetas. Dois mil anos de experiência humana ensinaram os babilônios a lidar sadiamente com o sexo. Aquele arguto estudioso da natureza humana que foi Heródoto, conhecedor das virtudes e dos vícios dos homens e das mulheres, comenta desapaixonadamente: Todas as mulheres do país têm de uma vez na vida ir sentar-se no templo de Afrodite e deitar-se com um estranho.

Mas a maior parte faz o seguinte: ficam sentadas no templo de Afrodite com uma coroa de corda em volta da cabeça.

Cordas estendidas abrem caminho em todas as direções entre as mulheres, e os estranhos seguem ao longo delas para fazerem a sua escolha. Ora, todas as que têm alguma beleza ou presença partem rapidamente, mas as mal favorecidas esperam muito, incapazes de cumprir a lei.

Acontecimentos contemporâneos da Bíblia sugerem que os astronautas por volta de a. Em cerca de a. Atariatis, com um traje espacial como seu marido, poderia parecer um peixe também. Dizia-se que Semíramis, quando bebê, foi milagrosamente alimentada por pombas, símbolos talvez de astronaves, até que Simas, o pastor real, a encontrou. Se- míramis foi criada na corte da Babilônia, no meio daquela sociedade altamente sofisticada, e possivelmente foi instruída na ciência secreta pelos magos.

Menon, dizem, suicidou-se num momento suspeitosamente conveniente para sua ambiciosa esposa. A notória beleza e a fascinante personalidade de Semíramis cativaram Nino, que imediatamente casou com ela.

Semíramis deu ao marido um funeral fabuloso e enterrou-o sob um monte enorme que se dizia medir dois quilômetros de altura e o mesmo dos lados, um monumento típico das vastas construções que ela fez erigir na Babilônia. Depois de reorganizar seu próprio país, Semíramis sentiu necessidade de reorganizar seus vizinhos.

Mesmo naquela época distante os elefantes nunca esqueciam. Eles podem ser míopes, mas logo descobrem quando tentam se acasalar com um elefante, ou elefanta, mecânico. Strabrobates contra-atacou, Semíramis foi obrigada a se retirar num país hostil e perdeu a maior parte de seu exército. De volta à Babilônia, Semíramis fez guerra aos medos e aos persas e de repente, após um governo de quarenta e um anos, abdicou em favor de seu filho Ninias e desapareceu.

O povo acreditou que ela se havia transformado numa pomba e voado para o céu, sugerindo talvez que, como Elias, mais ou menos no mesmo século, fora trasladada para o céu numa nave espacial. Durante séculos esse homem maravilhoso foi adorado como um deus. O nome "Semíramis" ou "Sama-ramos" dizia-se significar o "testemunho divino", o "estandarte do altíssimo", os eloins, senhores celestiais, que eram provavelmente seres espaciais.

Nas línguas semíticas a palavra "Sama" significa "sol". A rainha era acompanhada pelo disco solar alado da Assíria, que mais tarde simbolizou o grande deus persa Ormuzde. Semíramis era olhada com profundo respeito pelos assírios.

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Eles deixaram uma coluna à sua grandeza, encontrada em , descrevendo-a como "uma mulher dos quatro quadrantes do mundo". Ctésias, médico de Artaxerxes II, declarou em a. Heródoto e Deodoro Sículo rendem tributo à sua grandeza; os armênios chamavam ao seu país, em volta do lago, Van Samiramgerd, em honra da rainha guerreira.

Nós honramos as grandes e nobres mulheres do nosso próprio século XX, mas podemos pensar em alguma mulher — ou homem — cuja fama abarque os próximos trinta séculos?

A vez seguinte em que os celestiais inspiraram uma mulher a levar exércitos à vitória foi em 1. Os assírios lutavam com terrível ferocidade, aterrorizando seus vizinhos, mas suas barbaridades empalidecem diante dos campos de morte nazistas e os horrores da nossa bomba h, que envergonham o nosso século.

Seria muito fantasista supor que as cinco pernas talvez representassem as rodas do trem de aterrissagem das astronaves? O novo Império Babilônio iniciado com Nabucodonosor estendeu seu domínio até Israel; o cativeiro dos judeus, por mais amargo que fosse para os profetas da Bíblia, foi apenas um incidente de somenos importância na Babilônia imperial, que em a.

Alexandre tinha planos grandiosos para fazer da Babilônia a capital de um império mundial, mas aqueles que os deuses amam morrem cedo; foi atacado de uma febre, provavelmente agravada pelo excesso de vinho em um banquete, e morreu com a idade de trinta e dois anos, deixando o mundo e a ele mesmo inconquistados.

A ciência dos babilônios impressionou os povos da antiguidade como impressiona a nós mesmos ainda hoje. Os caldeus eram olhados universalmente como grandes astrólogos; durante dois mil anos estudaram os planetas e as estrelas de seus altos ziggurats, profetizando a influência das estrelas sobre o destino humano.

Durante vinte séculos os babilônios mantiveram vigília incessante dos céus, igual à nossa vigilância atual a radares. Alega- se que os caldeus acreditavam que os planetas eram divindades; talvez interpretemos mal os escassos textos que temos deles; pode ser que eles quisessem dizer que os planetas eram habitados por deuses, os astronautas.

Tabuinhas cuneiformes registram os nasceres e pores helíacos de Vénus, efemérides ou posições do Sol, da Lua e dos planetas e os eclipses de a.

Kidinu, por volta de a. Em 45 d. Nos tetos dos templos babilônios viu imagens dos corpos celestes, os deuses movendo-se através do éter. Do telhado pendiam quatro gyges de ouro, rodas aladas como os veículos celestiais descritos por Ezequiel. O ar frio e claro da noite de Babilônia era ideal para observações astronômicas. Até o princípio do século passado a Mesopotâmia foi uma terra de mistério, um vago símbolo da mutabilidade do homem; aquele deserto de barro fora outrora o berço da humanidade, ali florescera o jardim do éden, agora apenas beduínos vagueavam por aquelas planícies poeirentas como os patriarcas de outrora, indiferentes aos tesouros e ao petróleo negro embaixo de seus pés.

Naqueles montes de tijolo às vezes eram encontradas tabuinhas de barro rabiscadas com curiosas marcas em forma de cunha.