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E-books em Português Voltar Voltar. Jogos de Corriga e Simuladores. O Figura 5. Isaías escreveu que, quando o Senhor aparece, a arrogância do homem é abatida, sua altivez, humilhada, e só o Onipotente é exaltado Is 2. Referencias: Livro Gref. Quando ocorre excesso de energia, esta pode ser dissipada na forma de fluorescência. Sentam-se orgulhosamente nos bancos das congregações, julgando todos à sua volta para ver se eles se encaixam em seus padrões. Revista Fitos, v.

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Torneime mais culto e bem-sucedido que eles. Fui invejado por uns e odiado por outros. Muitos me admiravam. Fiquei desesperado. Acabei com meu crédito, perdi minha segurança Minha esposa descobriu meu caso e me abandonou também. Hoje mora em outro estado e se recusa a falar comigo. Alguns por culpa dos outros, outros por culpa minha - disse com sinceridade, começando a aprender a retirar seus disfarces. Assim que terminou, um filme passou rapidamente pela sua mente.

Recordou também que o chamara dia e noite por longas semanas após sua perda. Agora estava repetindo a mesma trajetória. Era um homem engessado, impulsivo, tenso. Nunca se desarmou diante de seus psiquiatras e psicólogos. Convencê-lo era uma tarefa dantesca.

Após rasgar a sua história e expô-la cruamente, o intelectual fechou-se novamente, pois temia que o homem ao seu lado lhe 34 desse uma enxurrada de conselhos, de pensamentos de autoajuda, de informações sem raízes e de orientações sem efeitos.

Brincou num momento em que era quase impossível brincar. O psiquiatra, o chefe dos bombeiros e o da polícia se esforçavam para ouvir a conversa, mas nem sempre era audível.

O Vendedor De Sonhos: O Chamado - PDF Free Download

Ou os dois? Teu silêncio me inquieta! De onde saiu? Qual a sua origem? Suas reações transitavam dentro do trivial.

Sua curiosidade para saber a identidade do forasteiro expandiu-se tanto que ele novamente perguntou, mas dessa vez foi diferente.

Primeiro se interiorizou e reconheceu que sabia muito pouco sobre si mesmo. Mas, por favor, insisto, quem é você? Em pé, observando o horizonte onde o sol se punha, abriu um pouco as pernas, levantou os braços e comentou com segurança: — Sou um vendedor de sonhos! A mente do intelectual ficou mais obscura ainda. Parecia que o estranho deixava seu estado de lucidez e mergulhava num estado de insanidade. Era difícil saber. Compadeceu-se dela. Como assim? O que é isso? Sem margem de insegurança, assegurou para o chefe dos bombeiros e da polícia: — Eu sabia.

Estava com silenciador. Todos estavam sem entender os fatos. Ambos se levantaram. O vendedor de sonhos olhou para o horizonte e viu que o atirador havia saído de cena. Em seguida, ambos apareceram de pé, livres, no parapeito do edifício. Ou um vendedor de ações da bolsa. Mas, com aquelas idéias, parecia impossível. Curioso, questionou-o: — Como assim? Que produtos você vende? Estou tendo um pesadelo. Num momento eu queria tirar minha vida porque estava preso no novelo dos meus conflitos.

E, para sua surpresa, o estranho completou: — E para os que pensam em pôr um ponto final na vida, procuro vender uma vírgula, apenas uma vírgula. Uma pequena vírgula, para que eles continuem a escrever sua história. O irreverente homem acabara de vender para ele uma vírgula, e ele a baixara sem perceber.

Ele a baixara para retornar às raízes da essência humana. O intelectual tornara-se aluno do maltrapilho. Fora irrigado por uma suave solidariedade. O ilustre professor de sociologia começou a ter insights. Eram livres para ir e vir, mas se sentiam pesadas, controladas, sem suavidade. Faltava-lhes liberdade para arejar a própria personalidade.

O professor parecia penetrar nas entranhas de um filme cujas cenas eram surreais e ao mesmo tempo concretas. Nunca ninguém o encantara como o incompreensível peregrino. O chamamento provocou um burburinho em milhões de neurônios do intelectual. Sua voz se embargou. Estava fisicamente paralisado, mas pensativo.

Sentia que faltava, no templo do conhecimento, na universidade, tolerância, estímulo à rebeldia do pensamento e uma dose de loucura para libertar a criatividade. Tinham de seguir a cartilha dos departamentos. Para quem? Com que objetivo? Ao mesmo tempo que se perturbava com o chamamento, vinha à sua mente que todo pensador deve andar por ares nunca antes percorridos. A primeira vez foi no edifício San Pablo.

Sabia que dessa vez dera o maior de todos os escândalos. Como tinha medo de usar armas ou tomar remédios, fora ao topo do edifício. O convite continuava ecoando em sua mente como uma granada que se estilhaça em mil pedaços, rompendo seus paradigmas.

Um longo minuto se passara. Tentei estimular meus alunos a pensar, mas 42 formei muitos repetidores de informações. Tentei contribuir para a sociedade, mas era uma ilha de soberba.

Ele se tornou meu mestre. Fui o primeiro que arriscou seguir uma jornada sem destino, sem agenda, completamente imprevisível. Senti o gosto amargo do preconceito. Afinal de contas, eu era muito mais culto do que esse portador de armas. Tinha um torpedo ao meu lado, o homem que me resgatara. O real interesse do policial era interrogar o homem que me resgatara. Queria saber quem era o amotinador. O forasteiro parecia fora do contexto social.

Inquieto, começou a fazer seu interrogatório. Pressenti que, tal como eu, o policial entraria no vespeiro. Perdeu o rebolado. Constrangido, disse formalmente: — Sim, claro que estou feliz por ele. Todas as pessoas que respondiam estupidamente para o mestre engoliam sua insensatez. Eram estimuladas a enxergar seu superficialismo e a cheirar o odor das próprias tolices.

E achei ótimo, saí do estado de vergonha para os patamares nobres da auto-estima. O homem que ele impactou era arguto, um especialista em instigar a inteligência. Enquanto ele constrangia o chefe da polícia, comecei a ter insights. O carisma é mais intenso que as pressões.

Eu era um depósito de informações. Primeiro vem o carisma do mestre, depois o conhecimento que ele detém. Eu tinha a doença da maioria dos intelectuais: chatice. Era um sujeito sem sabor, crítico, cobrador. Nem eu me suportava. Embaraçado com os surpreendentes pensamentos que ouvira, o chefe da policia olhou rapidamente para mim e disse, mais constrangido ainda, como se fosse uma criança recebendo orientações: — Parabéns, senhor. Todo mundo tem documentos na sociedade!

Quem é o senhor? Nesse momento, franzi a testa. Pressenti que o policial entraria mais uma vez numa fria. O personagem que agitara meu cérebro lhe retrucou: — Respondo-lhe se me responder primeiro. Com que autoridade o senhor quer penetrar nos espaços mais íntimos do meu ser? O policial aceitou o desafio. Elevou o tom de voz.

Quero saber qual é sua essência. Diminuindo o tom de voz, novamente o mestre perguntou: — Qual é seu grande sonho? Bom, eu, eu Pude olhar nos olhos daquele que me resgatara e sentir um pouco o que ele pensava. Enquanto eu o julgava, de repente comecei a me ver nele. E o que vi me incomodou. Viva esse sonho! O chefe da polícia ficou pasmado.

Fora treinado para lidar com marginais, para prendê-los, e nunca ouvira falar dos ladrões que invadem a psique. Ganhava medalhas de honra ao mérito, mas estava morrendo como ser humano. Quando o ouvi derrotar a arrogância do policial, deu-me uma vontade imensa de perguntar se ele realmente tinha um filho ou se o mestre havia chutado. Vendo o chefe da polícia completamente perdido, procurou constranger o forasteiro.

Certamente pensava que suas idéias puxariam o tapete dele, revelariam sua insegurança. Vendo-o hesitar, continuou a indagar-lhe: — Qual a linha terapêutica que você segue? O homem que me cativara me surpreendeu com essa pergunta. Mas o psiquiatra, que também era psicoterapeuta, disse, assoberbado: — Sou freudiano. Cada doença pertence a um doente. Cada doente tem uma mente. Cada mente é um universo infinito. Entendi o recado que passara para o psiquiatra, pois senti na própria pele o que queria dizer.

Quando o psiquiatra me abordou, usou técnicas e interpretações. Eu as rechacei imediatamente. Eu estava resistente, precisava primeiro do ser humano psiquiatra e depois do profissional psiquiatra. Como ele me abordara diretamente, eu o senti como invasor, me recolhi dentro de mim, entrei num cofre. O vendedor de sonhos fez o caminho inverso. Começou pelo sanduíche: invadiu minha psique com penetrantes questionamentos, 49 como num nutriente que invade a corrente sangüínea e estimula as células.

No segundo momento, tratou do ato suicida. Quebrou a espinha-dorsal da minha autosuficiência. Fiquei mordido de raiva ao enxergar isso, mas me lembrei que no templo da universidade havia cometido esse crime por diversas vezes. Você é um vendedor de sonhos. O psiquiatra olhou para o chefe da polícia e deixou ganhar sonoridade um pensamento, sem que, obviamente, o vendedor de sonhos e eu ouvíssemos.

Mas, para a minha surpresa, o homem que eu acompanhava voltou-se para eles e repetiu o pensamento simultaneamente com o psiquiatra. Comentou com o psiquiatra: 50 — Uns têm uma loucura visível e outros, oculta.

Que tipo de loucura você tem? Eu sou normal! Enquanto isso, o vendedor de sonhos admitiu: — Pois a minha é visível. Eu, pensativo; o vendedor de sonhos, tranqüilo. Assoviava com um olhar fixo, concentrado em si mesmo. Só agora me dava conta de que eram belos, mas para mim eram horríveis. Por instantes, tive raiva de mim mesmo. A imprensa estava presente e queria informações.

Ninguém sabia o que realmente acontecera no alto do edifício, o rico embate que tive com esse misterioso homem ficou alojado somente na minha mente. Fomos tratados como celebridades. Tornei-me famoso pelos motivos que menos queria. Ao longo da caminhada, ele nos questionava. Quem é mais complexo em sua psique?

Mas o forasteiro era mais excêntrico do que eu imaginava. Sem dar explicações, pediu que todos fizessem uma grande roda, o que foi difícil, pois as pessoas se apinhavam. E para a surpresa de todos, entrou no centro dela e começou a dançar uma dança irlandesa.

Ele se agachava, jogando os pés para o alto, e se levantava, 53 pouco a pouco, fazendo o mesmo movimento. Ao mesmo tempo emitia sons eufóricos.

Maldito preconceito. Pouco tempo antes eu quase me matara, mas os preconceitos ainda estavam vivíssimos. Ninguém entendeu muito bem as reações do vendedor de sonhos, muito menos eu, mas algumas pessoas começaram a participar. A alegria é contagiante. Haviam sido contagiados pela sua euforia despretensiosa. A roda se abriu mais. Os que margeavam a roda também mergulharam no clima, e começaram a bater palmas no ritmo da dança.

Mas muitos ficaram mais distantes, dentre os quais se destacavam alguns executivos muito bem-trajados. Preferiram ocultar sua loucura, como eu. Dentro do círculo dos que dançavam sempre entrava e saía uma pessoa, revelando seu desempenho. E saía sob aplausos. Enquanto eu estava de fora, tudo bem, me protegia, mas de repente o vendedor de sonhos pegou nos meus braços e, exultante, colocou-me no centro do círculo. Fiquei de pé. As pessoas 54 continuavam dançando ao meu redor e me incentivando, mas eu estava paralisado.

Torcia para que nenhum professor ou aluno da minha universidade estivesse presente. Que loucura! Descobri que sou mais doente do que imaginava. Tudo certo, tudo fétido.

Subitamente, mais uma surpresa me envolveu. Enfiou seu braço esquerdo no meu direito e me empurrou para dançar. Vendo-me engessado no meio da bagunça, ele parou de dançar, olhou para mim, me deu um beijo na face esquerda e balbuciou: — Se solta, cara!

O chefe dos E. Esta festa é pra você! Fui alvejado no centro do meu orgulho. Nesse momento tive um grande insight. Só depois que o cambaleante alcoólatra me beijou, percebi que estava festejando por mim. O bêbado estava mais sóbrio que eu. Estava embasbacado, nunca pensei que fosse possível que um estranho desse tanta importância para um desconhecido.

O que mais poderia querer? Mandei às favas meu formalismo, joguei para o alto meu status de intelectual. Na universidade, havia esquecido que os grandes filósofos discorreram sobre o sentido da vida, a política do prazer e a arte do belo. Considerava tais pensamentos filosóficos desprezíveis frases de auto-ajuda. Era preconceituoso. Percebi, agora, que precisava bebe-los.

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Foi a primeira vez em que dancei sem ter uísque na cabeça. Precisava de uma vírgula para continuar respirando. Homens de gravata dançavam, bem como mulheres de longo e de minissaia.

Crianças e adolescentes também caíram na gandaia. Nesse momento, apareceu uma velhinha dançando feliz da vida com sua bengala. Era a senhora em cima da qual Bartolomeu caíra. Seu nome era Jurema. Tinha oitenta anos bem vividos. Quem imaginasse que ela estava capengando pelos ditosos anos se enganara. Estava em melhor forma que eu. Sabia 56 dançar como raras pessoas.

O vendedor de sonhos se encantou com ela. Dançaram juntos. Eu esfregava os olhos para ver se tudo era real. De repente, ela se desfez dos braços do mestre e topou com Bartolomeu no centro da roda.

Deu-lhe uma bengalada na cabeça, mas com suavidade, e novamente lhe disse: — Seu tarado. Morri de ri. Ela fez o que eu gostaria de ter feito quando ele me deu um ósculo malcheiroso no rosto.

O mestre voltou-se para a velhinha e, em vez de repreendêla, gritou: — Você é linda! A velhinha recebeu uma carga de adrenalina que a fez se sentir com vinte anos.

Por instantes achei que o vendedor de sonhos estava sendo falso. O que é ser bonita? Enquanto ponderava, o alcoólatra, esperto que era, vendo que o elogio funcionava, chegou perto da sua agressora e bradou exageros: — Linda!

Pensando estar abafando, recebeu outra bengalada da velhota. Conquistador barato! Cachorro compulsivo! Bartolomeu enfiou o rabo entre as pernas. Mas em seguida percebeu que ela estava brincando. Animadíssima, tomou o bêbado pelos braços e saiu dançando com ele, feliz da vida. Fiquei impressionado; conhecia o poder da crítica, mas desconhecia o poder do elogio.

Estava confuso. Nunca vira tanta maluquice num só dia. Em suas aulas ao ar livre, constatei que suas reações e seu silêncio penetravam mais do que as técnicas multimídia. Intuitivamente sabíamos que ele guardava grandes segredos. Transformou-se num especialista em fazer da vida uma festa, até quando havia motivos para se contorcer de raiva ou se autopunir. Eu detestava pessoas tolas, que davam respostas superficiais, mas no fundo era uma pessoa saturada de tolices. Tinha muito que aprender para dar risada de mim mesmo.

Tinha muito que aprender sobre a arte de desanuviar a cabeça, uma arte desconhecida no templo acadêmico. Entulhava meus alunos de crítica e mais crítica social, mas jamais ensinara algum deles a curtir a vida.

A minha vida era uma droga. Tinha orgulho da minha ética e honestidade, mas começava a descobrir que era antiético e desonesto comigo mesmo.

Eufóricas, as pessoas pouco a pouco se aquietaram. As pessoas ficaram com os olhos regalados. Elas haviam acabado de dançar numa pista improvisada, mas agora o promotor da festa introduzia uma outra pista e as questionava se eram humanas ou divinas.

Viviam vazios, entediados, ansiosos, inundados de tranqüilizantes. Eram deuses que morriam um pouco a cada momento, eram deuses que negavam seus conflitos. Momentos depois, para minha cumprimentando pessoa por pessoa, indagando: surpresa, ele saiu — Quem é você?

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Qual é o seu grande sonho? Muitos ficavam constrangidos no primeiro momento. Como posso sonhar? Tenho dores em todo o corpo. Fiquei impressionado com as respostas. A platéia e os atores viviam o mesmo drama.

Uma jovem obesa, de cento e trinta quilos e um metro e oitenta de altura, ficou comovida com essas palavras. Sentia-se programada para ser rejeitada e infeliz. O fantasma do conformismo a dominava.

Era pessimista e excessivamente crítica consigo mesma. Sempre se diminuía perante outras mulheres. Sua auto-estima fora assassinada na sua infância, como a minha. Bartolomeu ouviu suas palavras. Se você procura um príncipe, o encontrou.

Quer namorar comigo? O mestre olhou nos olhos dela. Condoído, respondeu-lhe: — É possível encontrar um grande amor. Elas esperavam um milagre, mas o vendedor de sonhos era um vendedor de idéias, um mercador de conhecimento. O conhecimento era melhor do que o ouro e a prata, encantava mais que diamantes e pérolas.

Sonhos sem projetos produzem pessoas frustradas, servas do sistema. Fiquei reflexivo. Ninguém planeja ter amigos, ninguém planeja ser tolerante, superar fobias, ter um grande amor. Servos ou líderes? Autômatos ou pensadores? Eu era servo do meu pessimismo e da minha pseudo-independência. A herança se tornava um laço para uma vida dissoluta e superficial. Sonhei em viver uma vida melhor que a que meu pai viveu, mas reproduzi o que mais detestava nele.

Esqueci que os grandes pensadores eram malucos que assumiam os riscos. Creio que eu era uma dessas aves predadoras. Alguns dos meus colegas lutavam contra esse formalismo, mas eu os freava. Os formais recebem diplomas e aplausos, os desvairados produzem as idéias que eles utilizam. Parecia que estava realmente prestes a cometer um assassinato.

Ele continuou: — O que merece uma mulher que trai o marido? Em vez de abrandar a ira do agressor, parece que colocou mais combustível: — Você também é um traidor? Você nunca traiu ou se traiu? O agressor ficou mudo, apenas meneou a cabeça, confirmando que também era traidor.

Diariamente se traía com milhares de pensamentos mórbidos. Sua agressividade era a ponta do iceberg de um traidor. Quando abaixou a guarda, o mestre o bombardeou mais intensamente: — Por acaso sua esposa é sua propriedade?

O homem saiu de cena completamente atordoado. Vodca russa!

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Vivia duro, e estava em estado de êxtase ao pensar nesse incomum banho. Mas fiquei surpreso com meu sarcasmo. Nunca imaginei que na minha mente houvesse uni prazer sublimado pela desgraça alheia. Antes que ele desse alguma resposta, dona Jurema apareceu e ameaçou dar outra bengalada em Bartolomeu. Ela também ouviu qual era seu grande sonho e ficou indignada. Alcoólatra inveterado! Estrume social! Emendou: — Obrigado pelos elogios. Mas serve também um barril de cachaça brasileira ou de tequila mexicana.

O cara era incorrigível. Mas para meu espanto, ele elogiou a sinceridade do moribundo: — Muito bem! Parabéns pela sua honestidade. Tentei mexer nos ouvidos para ver se estava ouvindo direito. E teve a ousadia de dizer: — Preservo a natureza. Esse é o cara. Posso dar um passeio na sua aeronave, chefinho? O mestre olhou para mim.

Mas, para meu assombro, disse algo que quase me fez desmaiar. Tocou o ombro esquerdo do moribundo e disselhe com uma voz firme: — Venha e siga-me! Fiquei atônito. Tentava mexer com a cabeça para ver se tinha entendido direito o que havia ouvido.

É vodca das bravas? Fiquei constrangido com a santa irreverência do alcoólatra. Mas o vendedor de sonhos achou graça, sorriu. Conseguia relaxar em situações tensas. Meus neurônios entraram em estado de choque. Pensei em debandar. Seguir uma pessoa excêntrica, um estranho no ninho social ainda vai, mas seguir lado a lado de um bêbado gozador era demais.

Algumas pessoas tiravam fotos. Alguns jornalistas estavam presentes e tomavam nota dos eventos. Três quadras à frente, os conflitos começaram. Para onde vamos? Estava feliz em fazer parte do pequeno bando; eu, apreensivo. Olhava para cima e tentava me relaxar. Imaginava que iríamos para os seus humildes aposentos.

Pelas roupas, parecia ser muito pobre, mas devia ter uma casa ou apartamento alugado. Até porque dormir no mesmo quarto com esse bêbado seria uma afronta ao bom senso. Talvez, talvez, talvez, pensava, mas nenhuma certeza havia. Bartolomeu embarcou nas saudações. A grande maioria das pessoas respondia com um sorriso. Eu ficava imaginando: de onde o vendedor de sonhos conhece tantas pessoas?

Ele era assim. Saudava-os pelo prazer de saudar.

Eu respirei. Chegamos, pensei comigo. Para meu alívio, confirmou que havíamos chegado. Olhei para o lado esquerdo. Vi um conjunto de casas populares iguais, pintadas de cor branca, com uma pequeníssima varanda. Mas o homem que me fez o chamado felizmente olhou para o lado direito da rua. Parece que havia oito apartamentos por andar. Parecia um pombal. Aparentemente os apartamentos tinham menos espaço do que as casas populares.

Estava apinhado de gente. Tentando disfarçar minha ansiedade, perguntei gentilmente: — Em que andar é seu apartamento? Meu apartamento é o mundo — disse com tranqüilidade. Assustado, indaguei: — Como assim, mestre? Fiquei paralisado. Ele citou a famosa frase de Cristo. Ou poderia vir a ter? Mas ele parece intelectualmente superdotado, inteligente. Quem é esse homem? Onde estou enfiando minha vida? Só procuro entendê-lo.

Sou o menor dos que tentam entendê-lo — reagiu calmamente. Aliviei-me por alguns instantes. Gritei: — Cale-se, Boca de Lixo! Boquinha de Mel. O mestre dirigiu-se a mim e corrigiu-me com delicadeza. Expunha nossa nudez sem punir. Se Bartolomeu acha que sou o chefe dos E.

Seja generoso consigo mesmo! Quem cobra muito de si mesmo é um carrasco dos outros. A desgraça dos outros me excitava mais do que seus sucessos. Mas onde estava o apartamento e a casa em que iríamos nos acomodar? Tive vertigens. Comecei a ter saudade do Edifício San Pablo. Havia uns colchonetes velhos e rasgados. Tínhamos que tomar no bico. Comecei a gostar do sujeito.

Bartolomeu começara a cair na realidade. Dormia em lugares melhores. Dormia em edículas de amigos, no fundo de bares e até em albergues municipais, mas debaixo de um viaduto era a primeira vez. E teremos uma longa noite pela frente. Após dar umas poucas mordidas nas bolachas, resolvi deitar. Agora você faz parte de um deles. Vai ser bom para sua carreira acadêmica. Só sabia que saíra do microcosmo da sala de aula para um cosmo do submundo social, um ambiente completamente desconhecido.

Era um sociólogo teórico. Momentos depois, procurei outra técnica. Comecei a recordar as lições que aprendera, a rememorar cada experiência. Tentava pensar em tudo o que acontecera horas antes. Pensei que todas as pessoas deveriam sair por aí sem rumo, 74 pelo menos por um dia, para poder achar o elo perdido em seu interior.

Pensar desse modo me relaxou. Relaxei; o sono começou a vir. Entendi que quem determina a maciez da cama é o nível de ansiedade da nossa mente. Só dorme bem quem aprende primeiramente a repousar dentro de si. Estava começando a filosofar como o mestre. O colchonete se tornou o melhor de todos os colchões. Estava frio e ventava muito. De repente, acordei com gritos desesperados.

Vai cair! Estava ofegante e assustadíssimo. Jamais senti tanto medo. Levantei num sobressalto, querendo afastar-me do grande viaduto. O mestre segurou-me pelo braço e me pediu calma. Podemos morrer! O instinto de vida pulsava em mim, embora poucas horas antes eu quisesse findar a vida. Olhei para Bartolomeu, e ele continuava num clima de terror. Estava tendo delirium tremens. Depois do desespero pela queda da ponte, ele começou a ter outras alucinações.

Viu aranhas e ratos gigantes, do tamanho de automóveis, caminhando pelo teto e ameaçando comê-lo. Seu corpo estava quente, parecia febril. Em plena era digital, os sentimentos primitivos continuavam vivos.

Gritava, agoniado: — Chefinho, me ajude! Mas em seguida ele se levantava e tinha novas crises. Teve um momento em que se levantou e saiu correndo pelas ruas. Havia cinco milhões de alcoólatras no país. Pareciam bêbados felizes. Estava preocupado com sua integridade. E assim o fizemos. Era um mundo estranho à academia. Imaginei o esforço tremendo que o vendedor de sonhos fizera para me resgatar. Ajudar Bartolomeu era a minha primeira experiência de contribuir despretensiosamente para o benefício de alguém.

Uma tarefa difícil para um intelectual egocêntrico. Os hospitais gerais estavam despreparados para lidar com acidentes da mente humana. Sabiam lidar com o corpo, mas desconheciam ou negavam o mundo intangível da psique. Eram uma casta de engessados. Bartolomeu estava bem melhor.

Teve alta. Sua memória estava turva. Tentei explicar o incompreensível. Quando iniciei minha fala, ele saiu de cena. Falei sobre o vendedor de sonhos, como o encontrara, como me ajudou, como me chamou, como o encontramos no sopé do edifício, a dança, a pergunta sobre o grande sonho, como o chamou, o viaduto, o terror noturno, enfim, tudo.

A experiência sociológica ganhava corpo. Melhor que os professores e meus alunos pensassem que eu morrera ou mudara de país.

Bartolomeu assoviava despreocupadamente. Nesse caso era um antônimo do seu comportamento. O sujeito era um velhaco. Tinha vinte e oito anos, cabelos loiros com franja, nariz comprido e achatado, traços orientais.

Mas agora uma câmera o filmara com a boca na botija. Foi preso. Na delegacia, pediu para chamar um advogado. Só me segue O advogado ficou sem entender o que ele 80 aprontaria. O delegado perguntou o nome do réu.

O delegado bronqueou com ele e indagou-lhe novamente o nome. Ele repetiu o gesto. Coloco-o em cana por desacato à autoridade. Foram dez perguntas insistentes sem respostas. O delegado xingou, bateu na mesa, ameaçou, mas nada. O sujeito era um artista, no pior sentido da palavra. Esse sujeito é maluco! Dimas repetiu o mesmo gesto. O advogado se irritou.

Nada dissuadia o malandro. O advogado o ameaçou de todas as formas. Mas como podia fazê-lo? Ele afirmara ao delegado que seu cliente era um doente mental; se desmentisse isso poderia se complicar.

Mas pensei que talvez quisesse vender o sonho da honestidade para ele. Ele atravessou a calçada e se aproximou do sujeito. Nós, apreensivos, o seguimos. Temíamos que o malandro estivesse armado. Dimas o notou e ficou intrigado com sua presença e com o olhar furtivo. Fogem da miséria, mas ela sempre os alcança. O vigarista levou um susto. Vivia na dureza. Detestava a miséria, suplicava que ela partisse, mas, como companheira fiel, ela insistia em ficar.

Quem é esse sujeito que furta minha paz? As suas idéias eram incisivas, determinantes, sedutoras. O sujeito olhou de cima a baixo o homem que o perturbara, analisou suas vestes, viu seus bolsos vazios, deu uma fungada no nariz.

Truncando as palavras, indagou: — O que E saiu sem dar maiores explicações. O malandro nos seguiu. Seguiu-o inicialmente mais por curiosidade. Ele deixou malucos alguns dos seus terapeutas, pois tiveram que se tratar depois que começaram a atendê-lo.

Descobriu que o orgulho era minha especialidade. O ignorante usou errado o termo da teoria de Freud. Vendo o chamamento do trapaceiro, me chamou de lado e cochichou aos meus ouvidos: — Superego, agüentar você é difícil, mas esse vigarista é impossível. O novo membro da família poderia ser um perigo. Jamais imaginei estar associado a um criminoso, um embusteiro. Estou fora!

Pensei em debandar pela segunda vez da experiência sociológica. Mas subitamente um filme passou novamente pela minha mente. Recordei que estava perdido e fui achado. Olhei para o calmo semblante do mestre e resolvi resistir um pouco mais.

A curiosidade para ver no que ia dar essa experiência me animava. Certamente poderia ser tema de muitas teses. O novo discípulo tinha voz mansa, mas era um perito em dar tombo nos outros e levar vantagem em tudo. Sabia ludibriar 84 as pessoas, vender bilhetes de loteria falsamente premiados. O problema é que todo esperto tem excesso de autoconfiança. Achava que nunca cairia numa armadilha, até que encontrou alguém mais esperto do que ele. Sentamos numa praça para descansar. Tarefa difícil. O sujeito parecia que tinha baixa escolaridade.

Mas era um bom momento para excluí-lo do grupo. Bartolomeu dava um tom superlativo a tudo que acontecera. Acho que ele é de outro mundo. Ele hipnotiza as pessoas. Ele nos chamou para incendiar a humanidade com sonhos. Bartolomeu, bêbado, tinha alucinações com monstros; sóbrio, tinha delírios de grandeza. Mas infelizmente Dimas gostava de ouvi-lo, falavam a mesma linguagem.

Os desajustados sabem se comunicar. Assim, o bando de malucos se construía. Comprei o jornal com as poucas moedas que tinha no bolso. Fiquei abalado, perplexo. Agora estava na boca do povo. A reportagem descrevia minha tentativa de suicídio e meu estranho resgate por um estranho do qual ninguém sabia o nome. Dimas e Bartolomeu viram um intelectual descontrolado e desconsolado ao ler o jornal.

Minha imagem social era meticulosamente preservada. Tornei-me uma celebridade às avessas. Ferido, queria sair pegando todos os jornais e queimando. Queria processar o jornalista por essa reportagem caluniosa. A matéria me diminuía, dizia que eu era um depressivo que procurava sensacionalismo.

Também dizia que o psiquiatra que estava no topo do edifício classificara o homem que me resgatou como um psicótico perigoso, que poderia colocar em risco a sociedade. O mestre se sentou num banco ao lado, junto com seus outros seguidores. Respeitando minha dor, apenas me observava. Minha mente fugia ao meu controle. Imaginei todos os meus colegas professores e alunos lendo a matéria. Eu era o chefe de um departamento de sociologia, e nunca abaixara a cabeça para nenhum professor ou aluno.

Estrelas dissipada TouchPal

Sempre fora ótimo em cultivar inimigos e péssimo em fazer amigos. Sem perceber, acabei por vender o sonho que eles mais desejavam, o sonho de pisotear minha imagem. Abatido, concluí que estava acabado para o mundo acadêmico, estava terminado para a universidade.

Nunca mais teria o mesmo silêncio quando tecesse crítica social nem o respeito quando debatesse idéias ou corrigisse alguém.

Para o jornalista, era mais uma matéria, para mim era minha história, era tudo o que tenho e sou, ainda que fosse uma história doente, complicada, saturada de sobressaltos. Poucos minutos mudam uma história. Fonte: www. O tecido fotos- sintético mais ativo das plantas chama-se mesófilo. Portanto, a fotossíntese transforma energia solar em energia química. Na figura 2. Fonte: milagreverde. O cloroplasto tem uma membrana interna e uma externa e um espaço inter- membranas. Tilacoides: discos membranosos que formam o granum e encontram-se em formas de pilhas.

Estroma: matriz fluida, que contém estruturas membranosas, chamadas grana. Lamelas: conjunto de canais membranosos que interligam os corpos cha- mados de grana. Envelope: membrana dupla de revestimento do cloroplasto. Portanto, um dos reagentes de Hill é o corante 2,6 diclorofenolin- dofenol. Ele é azul quando oxidado A e incolor quando reduzido AH2. A estrutra química do corante oxidado e a do reduzido podem ser observadas na figura 2.

Fonte: Lehninger, Quando realizada a ex- periência com plantas que contêm cloroplastos utilizando um extrato de folhas suplementado com corante, foi observado que, quando iluminado o corante azul, ele se tornou incolor, e assim foi produzido O2. Robert Hill evidenciou pela primeira vez que a energia luminosa ab- sorvida provoca um fluxo de elétrons da H2O para um receptor de elétrons.

Quando as plantas realizam a fotossíntese, elas absorvem as radiações de diferentes comprimen- tos de onda existentes na luz branca. A fotossíntese, realizada pelas plantas ver- des, apresenta velocidade maior na faixa do azul e vermelho e menor na faixa amarela. Ao observar a figura 2.

Apresentam tam- bém moléculas de quinona. Quando ocorre excesso de energia, esta pode ser dissipada na forma de fluorescência. Este experimento comprovou o que Hill havia postulado em Quanto às reações do escuro, elas também foram esclarecidas na década de Portanto, a fotossíntese é o resultado de uma série de reações bioquímicas e fotoquímicas. Com uma volta completa do ciclo de Calvin, a molécula de RuBP é regenera- da. Ciclo de Calvin — Fase escura da fotossíntese.

No entanto, este grupo vegetal é altamente produtivo e continua contribuindo para o equilí- brio da biodiversidade terrestre figura 2.

O Vendedor De Sonhos: O Chamado

Fotossíntese da planta C3. Fonte: mastersofscience. Fonte: slideplayer. Glicose Piruvato Figura 2. No organismo humano, é armazenado em forma de gli- cogênio, atuando como forma de armazenamento de energia. A figura 2. É um polissacarídeo de reserva energética dos animais. No organismo humano, a síntese de glicogênio ocorre no fígado, a partir de moléculas de glicose. Portanto, inicialmente é feita a hidrólise da molécula de sacarose figura 2. A grande maioria apresenta sabor doce.

A tabela 2. Fonte: Lehninger. O monossacarídeo mais abundante na natureza é a glicose, que apresenta uma cadeia de seis carbonos, também chamada de D-glicose ou dextrose. Os monossacarídeos que apresentam mais de quatro carbonos na molécula têm na maioria das vezes estrutura cíclica. É um tipo de glicídio formado por um monômero de glicose e um de fruto- se, que é produzida pela planta quando ela realiza o processo de fotossíntese.

É formada por dois monômeros de glicose. Também utilizada em adoçantes. Os polímeros formados por apenas um tipo de monossacarídeo é um homopolissacarídeo, e um polímero formado por mais de um tipo de monossacarídeo é um heteropo- lissacarídeo. A glicose é o monômero mais encontrado nos polissacarídeos. Compõe a parede celular das Celulose células vegetais e algas.

Compõe a parede celular de Quitina fungos e o exoesqueleto de artrópodes. Tabela 2. Fonte: Lenhinger, As espécies relacionadas à Sterculia, como a S.

Pode-se obter a goma exsudada sob a forma de faixas de fragmentos achatados lamelados, com 0,5 mm a 2,5 mm de espessura e até 10 cm de comprimento ou pequenos pedaços em forma de escamas. O amido pode estar presente também em menor quantidade em frutas, como a banana. Apresenta uma estrutura cristalina amilopectina originando uma cruz ne- gra quando é observado em luz polarizada. A atividade laxativa das mucilagens é atribuída a essa propriedade. É o principal constituinte de membrana das células vegetais.

É o composto orgânico mais abundante do planeta. Fonte: Campbell, A celulose é importante enquanto alimento para muitas espécies animais, entre elas os ruminantes boi, carneiro, cavalo, cabras. Decumbens Em pós-emergência. Revista Científica Eletrônica de Agronomia, Garça, v. Química Nova. Porto Alegre, Farmacognosia volume III.

Cunha, P. Fortaleza, Bioquímica Clínica. Bioquímica Ilustrada. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, Lehninger Princípios da Bioquímica. Farmacognosia e Fitoquímica. Acta Botanica Brasilica, v. VOET, D. Fundamentos de Bioquímica a vida em nível molecular. Os lipídeos presentes no sistema biológico constituem um grupo de com- postos quimicamente diferentes entre si, porém a sua insolubilidade é carac- terística comum e definidora de todos os lipídeos.

Outros lipídeos: 1. Isolantes térmicos panículo adiposo 2. Suas estruturas químicas podem ser observa- das na figura 3. Fonte: biomodel. Em sua grande maioria, é produzido a partir de lipoproteínas VLDL.

Fonte: bio- biocolesterol. Fonte: abobrinhasdamidia. O óleo de rícino tem atividade purgativa, usado em medicina popular entre 15 ml a 16 ml.

Esse tipo de gordura vegetal é utilizado em preparações de supositórios e óvulos. Apresenta propriedades emolientes, podendo ser usadas em queima- duras e como protetor solar.

Óleo de girassol — extraído das sementes da planta do Helianthus annus C. O óleo de girassol é também rico em vitaminas A, C, D e E. Apresenta nível baixo de cor e é inodoro. Óleo de oliva — azeite natural, chamado de extra virgem. É obtido por prensagem a frio e filtrado mecanicamen- te. É um óleo de amarelo a esverdeado claro que pode ser utilizado como óleo comestível e para tratamento da pele. Para fins medicinais, é observado o uso da cera de abelha. A literatura constata também que, quando mascada com mel, pode ser eficaz nos casos de sinusite e outros tipos de reações alérgicas.

Esta técnica foi primeiramente desen- volvida por analistas de lipídeos. Acessado em: 08 de dezembro de Porto Alegre: Ed.

Guanabara Koogan,. Fonte: Falken- berg, ; Cunha, Fonte: Sarker, Esta metodologia é denominada direta. As antraquinoas livres devem corar-se de rosa. E finalmente separar as fases aquosa e orgânica. Entretando, a espécie Rheum rhaponticum L. Após repouso de 5 minutos, umede- cer um pedaço de papel de filtro com o extrato, secar e observar em luz ultravio- leta. No quadro 1 podem ser visualizadas as estruturas de algumas quinonas e suas atividades.

Entretanto, a atividade mais conhecida das quinonas é a propriedade laxativa que os derivados hidróxi-antracênicos possuem. Um dos empregos mais antigos das quinonas é como corante natural. Fonte: Cunha, Dessa forma, os gli- cosídeos antraquinônicos necessitam de uma dose maior para produzir o efeito laxativo do que os glicosídeos de antronas.

O paciente que emprega as antraquinonas pode desenvolver fissuras anais, hemorroidas, cólicas e lesões na mucosa intestinal. Figura 4.

Fonte: Falkenberg, Tal manuscrito consiste em um livro de formulações empregadas pelos boticas da época. Este produto é diferente do gel de babosa, amplamente empregado pela medicina popular, pois o gel é preparado a partir da mucilagem presente nas folhas da babosa.

Dentre os derivados hidroxiantracênicos do aloe, podem ser citadas a aloína A, aloína B, alonosídeo A e alonosídeo B figura 4. Farmacognosia: experimental. Compostos quinónicos: antraquinonas e naftoquinonas. Acta bot. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Alguns tri- terpenos fazem parte dos grupos das saponinas item 5. O Figura 5.

Frequentemente é utilizado em licores. Na medicina popular, é empregada como febrífuga, hipogli- cemiante, hipotensora e diurética. O volume final de essência deve ser de 0,3 a 0,5 ml.

A tabela 5. Burman f. O alecrim é muito empregado na medicina popular para o tratamento de gases e perturbações digestivas. O óleo essencial da mes- ma planta tem atividade rubefaciente. Na terapêutica é utilizado no tratamento de infecções respiratórias e como antiespasmódico. Pode ser utilizado em inalações para diminuir os sintomas da sinusite e gripes.

Externamente é empregado como cicatrizante e rubefaciente. Filtrar e transferir para um tubo de ensaio, agitar por 15 segundos.

A prevalência de espuma por mais de 15 minutos é um indicativo da presença de saponinas na planta. Distribuir o extrato obtido em 10 tubos de ensaio, conforme a tabela 5. Para tal atividade recomenda-se o uso de a mg de extrato de Panax ginseng C.