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A demanda mudou. O rap tem o seu papel e o mantém ao falar do cotidiano da periferia. A Secult hoje tem um vínculo, tem grupos saindo em turnê com incentivo. A cena cresce e fica mais exigente. Muito se fala sobre o rap nacional ter se tornado mais brando, menos agressivo do que na época do surgimento dos Racionais e do Sabotage. A perspectiva é diferente. Hoje o hip hop assume postos cada vez mais altos.