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Parecia uma coisa de mau agouro, entende? E aí chegou a hora de realizar um sonho: participar do especial do Roberto Carlos. E caí na gargalhada. Agora mesmo, tem uma equipe de TV acompanhando a gente aqui na fazenda. Era uma barulheira só aquele lugar, moço, mas eu achava bom, porque nunca tinha entrado num hotel antes. Ser reconhecido, recebido pela porta da frente, era outra, muito diferente.

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Bolsas, Capas e Películas. Após 25 anos, Maria Cândida troca TV por xizer. Acess Point e Roteador. Disney Infinity Voltar Voltar. Era dureza, mas a gente foi levando. O Leandro era sempre meio arredio com esse negócio de escola. Eu dormia com os dois cantando. O pai até ficava preocupado porque eles dois acabavam entrando pela noite com a cantoria e o Leandro tinha que ir cedo, no dia seguinte, para a roça. Esse povo todo. Era neles que o Leandro se mirava, imaginando o dia em que ia ser famoso.

E com dinheiro suficiente para nunca mais passar necessidade nessa vida. Aos poucos, eu estava virando esse sacana de marca maior que vocês conhecem. Todo mundo era fumante e precisava ficar dando umas bicadinhas naquilo, o dia inteiro, para conseguir trabalhar bem. Só deixava a rolha, que era feita de palha. Eu vivia com diarreia de tanto beber o café do povo! Moço, quando ele viu aquilo, ele veio pra cima de nós. Ele sempre tinha outras coisas pra fazer: mexia com gincana de colégio, fazia serenata na madrugada Se dependesse só de mim, eu jamais teria cantado nessa vida.

Seria meeiro até hoje. Porque a verdade é esta: só plantando lavoura, como a gente fazia, você nunca vai ser fazendeiro. Vai ser sempre empregado, vai morrer na pobreza. A verdade é cruel, mas é essa! O Leandro, ah, esse sim sempre soube o que queria. Menino ainda, ele resolveu que ia ganhar dinheiro. Quando voltou, ele estava com uma caixa de engraxate bonita, de luxo, que comprou de outro menino com o dinheiro que arrecadou lustrando sapatos.

Ô, moleque tinhoso! O sonho do Leandro, desde menino, era ser artista. Tomava conta do filho dela, o Leonardo, e ela, em troca, cuidava das unhas dele, que viviam sujas de terra. E como fazia sucesso o safado! Podia ser só um garoto, mas era um astro! Pra quê! Dois anos depois de ter deixado ele ir embora, os dois trouxeram o menino de volta pra casa, mesmo contra a vontade dele. Mas experiência, isso sim ele teve de sobra. E de perseverança. Seu Avelino e D.

Carmen, o começo de tudo. A família Buscapé reunida. Ah, essa é uma boa história, rapaz.

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Arrumou uns parceiros e foi se virando por aí. E eu ficava só olhando, na minha. O pai chegava de mansinho e sempre me pegava na cantoria. Flagra total.

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Nem tinha como. O Leandro é que sempre foi o mais atiradinho. Enquanto ele se exibia, eu ficava me escondendo pelos cantos, sempre muito envergonhado, retraído. E eu fazia? Chegou um dia em que eles me inscreveram, praticamente me obrigando a cantar.

No dia do concurso, eu ia para a roça, quietinho, e só voltava de noite. Eu acho que o fato de até hoje eu ficar fazendo graça, tudo isso é só pra esconder aquela desgraçada timidez que me persegue desde criança. Ele era desembaraçado, soltava a voz mesmo, e as meninas só ficavam do lado dele. Mas quer saber por que acontecia isso? Sertanejo, naquela época, ele nem arriscava.

Mas aí teve o seguinte: um dia, a gente foi à casa do Valdomiro, um amigo nosso que era metido a cantar, mas que era muito, muito ruim, apesar de ser um poço de boa vontade.

Lembrei do que o pai falava e tomei coragem. E o povo gostou. Leonardo e dona Carmen. Olha, meu amigo, o que eu sei é que eu fui. Pode pegar a estrada que vai ser sucesso! Porque pode ser deboche, né? Disso, eu nunca mais me esqueci. Chamou e ofereceu um trocado para a gasolina, nós ia. Com o Leandro tudo dava certo, ele estava sempre pintoso. Ele sabia desfilar naquelas roupas, parecia um modelo. Se arrumar, se pentear, ficar elegante Meu trem era cantar, fazer aquela primeira voz bonita, cheia de vibrato, para o Leandro cair matando.

Vestido de cantor, eu era igual a um boneco de ventríloquo, nenhuma roupa assentava direito. Eu ainda tinha que aprender muito. Porque, na vida, tem gente que nasce artista e tem gente que vira artista. E aí eu virei artista, na base do chicote no lombo.

Sofri muito, mas tô aqui, né? Rapaz, ninguém gosta mais das violinhas do que eu, mas naqueles tempos aquilo tudo tinha ficado — como é que eu vou dizer? A gente adorava aquelas duplas sertanejas cantando em terça, era a coisa mais bonita do mundo. Até cantar em inglês o safado aprendeu!

Coisa que só Roberto Carlos, o Rei, conseguia vender! Mas aquela roupagem musical diferente me deu firmeza para cantar. Enfim, eu tinha achado o meu lugar, era justamente aquilo que eu queria fazer! Pois é, moço. Escutei aqueles discos até furar, tentando aprender como é que eles faziam. Uns riam da gente, outros criticavam, mas tinha sempre os apaixonados, os que davam apoio e diziam para a gente continuar.

Vida que segue, um dia eu cheguei da roça e tinha um circo na porta da minha casa. Ele estava num lote grande, o nosso campinho de futebol, que a prefeitura liberava para os circos armarem suas tendas. O Zezé, vocês devem estar imaginando, é esse mesmo: o Zezé Di Camargo. Nossa, era uma dupla de que eu gostava demais! Era Camargo e Camarguinho o nome da dupla. O Zezé era muito bonitinho, todo arrumadinho, as mulherada gostava muito dele. Só que naquela noite estava tudo lotado no circo, tudo vendido.

Ô diacho! Mas eu tinha que dar um jeito de entrar com o Leandro! Bom, aí a sorte acabou ajudando a gente. Cês entra pelo fundo. O acerto era ele aparecer, fazer um teatro e, depois, o show. Esse aqui até lavou o circo pra nós. Ele me deu até o telefone direto do cara com quem eu tinha que falar.

Um grande sujeito! Quem ganhasse o concurso gravaria um disco, um LP! Era festival com jurado, coisa muito séria.

Nove horas, quando nós tinha que estar na TV para o festival, a voz tava sempre cansada. Apesar disso, até que nós fomos bem. As duplas mais fracas foram saindo, uma a uma, e a gente chegou nas cabeças. Muito errada. Dos cinco jurados, três votaram contra nós! Mas, mesmo assim, a gente achou bom demais. Leonardo e sua fiel escudeira Ede Cury. Leonardo com o tio Zé. E a vida é cheia de reviravoltas.

Ficamos pensando. Mais uma vez, eu ia ter que disputar a final sem voz. Na hora do vamos ver, sua voz no médio vai estar boa. Quando o auditório inteiro aplaudiu, eu tive a certeza de que a gente ia ganhar. E foi isso mesmo: cinco votos a zero, varremos a concorrência no festival. Enfim, íamos ser que nem os nossos ídolos. Íamos ser famosos. Ô, estrada da vida cheia de curvas! Porque pobre é igual lombriga: quando sai da bosta, ele morre.

Tivemos que botar o rabinho entre as pernas. A sorte é que o Leandro tinha a cabeça no lugar, muito mais do que eu. Mas ele veio de mansinho, para conversar e me convencer de que a gente tinha mesmo era que voltar pra estaca zero, pros botecos.

De um lado, o medo de dar um passo maior que as pernas, de ter que deixar o pai sozinho na roça, pelejando sozinho de sol a sol para sustentar a família. Do outro, a certeza de que nós dois tínhamos nascido para cantar, de que Deus ainda ia levar nós pro lugar que estava reservado. Mas o Leandro me deu a segurança de que eu precisava para ir em frente. Goiânia que se cuidasse, a gente estava chegando! Luís e Emival, Emival e Luís, nada disso funcionava bem no mundo do sertanejo.

E muito menos Mano e Maninho, o nome que a gente inventou para usar naquele festival da TV. O pessoal que entendia do riscado dizia que tinha que ser um nome sonoro. Quer dizer, um nome bom de se falar, que ficasse bonito na voz do locutor. Era assim que se chamavam aqueles dois passarinhos, muito bons de canto.

Pode dizer, com toda a sinceridade: que dupla iria à frente na carreira com o nome de José e Durval? Eu vivia o tempo todo pensando nisso, em como a gente podia ser rebatizado e virar sertanejo de sucesso. Passou pouco tempo, ela morreu.

Vai saber Quem sempre chegava para ouvir e conversar comigo era o motorista do seu Anselmo Pereira, o dono do estabelecimento. Nada mal, esse vai ser o nome da nossa dupla! O Leandro chegou e eu fui logo perguntando o que ele achava daqueles nomes. Aí, fazer o quê, né? Só me restou ser o Leonardo. Confesso que eu fiquei assustado com aquilo durante um bom tempo. Sou Leonardo, nasci Leonardo em Só um povo da minha cidade que ainda me chama de Emival.

Leandro e Leonardo. Com esse nome, começamos a fazer shows em um dos lugares mais conceituados de Goiânia, o Canta Viola Chopp, um bar que nem existe mais. Tava bom demais! A gente ralava toda noite, mas era uma beleza de trabalho, ficamos uns dois anos na casa.

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Nesse meio-tempo, a gente continuava ajudando seu Avelino na roça, fazendo shows em umas cidades próximas, sempre com o tio Zé do lado, auxiliando a gente, vigiando nosso descanso depois dos shows, quando a gente ficava esperando o primeiro ônibus passar para poder voltar para casa.

Cada vez mais, a gente ia ficando conhecido e se sentia mais próximo de uma boa oportunidade. Aquele prometido disco tinha ficado entalado na garganta!

Até que em apareceu nas nossas vidas, do nada, um tal de Ozar Mendonça. E começo na segunda-feira. Tem repertório? O Ozar parecia mais pobre do que nós! Mas embarcamos na história dele. A gente foi num daqueles cata-corno, aquele ônibus que para em tudo que é cidade pra catar gente.

E aí seguimos viagem. Em doze horas, o disco ficou pronto! Cheguei em casa morto, mas com a felicidade de quem tinha realizado o sonho de uma existência.

Todo o povo na vilinha chegava para ouvir. Leonardo e Willian Passarinho, muitos anos de estrada. Uma noite, depois do show, ele pediu para a gente dar uma passadinha na mesa dele.

Que ia custar dinheiro. A gente deu tchau para o povo de casa, embarcou e, na maior velocidade, foi só vencendo as estradas. Viajando com conforto, cantando pelo caminho, uma maravilha.

Era uma barulheira só aquele lugar, moço, mas eu achava bom, porque nunca tinha entrado num hotel antes. Aquela vez tinha tudo para ser diferente das outras. Logo depois, o Romildo chegou dizendo que tinha um amigo dele que a gente precisava conhecer. Era o César Augusto, compositor do Gilliard, da Martinha. Ora, lógico que a gente ia encontrar ele, era só marcar!

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E aí chegou o César, todo cabeludo. Pô, a Martinha era uma cantora famosa, da época da Jovem Guarda! O César sabia muito bem o que estava fazendo.

Umas coisas lindas de morrer, com o tratamento de luxo que a gente nunca teve! É, daquela vez tinha que acontecer, estava tudo a favor da gente! Felizes da vida, eu e Leandro voltamos para Goiânia com a fitinha do nosso disco e fomos logo mostrar para o nosso povo. Mas ainda faltava o principal: uma gravadora que lançasse o disco. Por melhor que fosse o trabalho da gente. Numa dessas, nós conhecemos o Vinicius, que viria a se tornar o Bruno, da dupla Bruno e Marrone. No fim da noite, ele aproveitava e dava umas caronas para a gente.

Quem diria! Eles apostavam cigarro, cerveja, tudo que você puder pensar.

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Ele canta pra cacete! Eles começaram a cantar num bar, o Dom Ricardo Chopp. Bruno e Marrone, veja só! Eu preciso trabalhar! Tudo moleque Mas o tempo passava e eu comecei a ficar angustiado.

Um mês, dois meses e nada de aparecer um contrato. O doutor Ildemar ligava, perguntava como estava indo a coisa, e a gente sem resposta para dar. No fim das contas, ele resolveu virar nosso sócio. Quando o disco fosse lançado, ele receberia uma porcentagem. Paciência, era o que dava para fazer. Passaram-se uns quatro meses e nada ainda. Meu pai tinha plantado uma roça de arroz e eu estava ajudando ele a carregar os sacos com a colheita num Fusca velho que eu tinha comprado trabalhando na noite.

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Eu tirava os bancos, botava seis sacos de sessenta quilos cada um e levava pro outro lado do rio. A gente ficou de saco cheio daquela Eles têm muito dinheiro.

Mas aí apareceu alguém da 3M que levou nós pro escritório da gravadora, uma sala no sexto andar de um prediozinho no Centro. Muito estranho, muito estranho.

Ele se apresentou, cheio de mesuras, e pediu para a gente se sentar e mostrar a fita do disco. Fiquei bobo, rapaz! No dia seguinte, nós voltamos ao escritório para assinar o contrato. E assim foi. Artistas contratados, faltava a gente se acostumar com aquele mundo novo. Precisou que o Romildo chegasse e dissesse pra gente que ela estava incluída naquele PTA da vinda. Ou seja Mais uma vez, o povo ficou me sacaneando.

Rapaz, mas depois disso eu tive a minha vingança. Morri de rir quando aquele caipira metido a engraçado desembarcou em Goiânia roendo pé de cadeira. A gravadora tinha dinheiro e contava com uma equipe grande de divulgadores. Vê se pode essa! A gente adorava aquilo. Mas o melhor de tudo é que a agenda de shows ficou cheia e começou a pintar um dinheirinho bom para mandar para casa.

Aí chegou a hora de gravar o segundo LP. Registros da carreira da dupla. Fiquei apaixonado. Depois dela, passamos a fazer mais de shows por ano. A gente tinha chegado aonde queria, mas a incerteza sempre rondava. Só depois é que fomos reparar na capa, que era uma coisa muito feia. Parecia uma coisa de mau agouro, entende? No dia seguinte, ainda tinha um programa de TV para fazer. Quando esse povo viu a gente ali, moço, eles veio tudo pra cima de nós.

A dupla no programa do Bolinha, recebendo os discos de ouro. Moço do Céu! Entre tapas e beijos é ódio, é desejo é sonho, é ternura Um casal que se ama até mesmo na cama provoca loucuras Começou a chegar gente de fora pra ver quem a gente era. Ninguém sabia ainda como a gente era. E aí, eles viram aqueles dois meninos. Eu com 23 anos, o Leandro com Nossa senhora! Dali, nós descemos pra Uberlândia. De ônibus. E que a gente estava entre esses dez! Ai, meu Deus, aí vem Jesus de novo, a luz abençoando nós!

Só que de vez. Mas foi assim que aconteceu. Quem é um, quem é outro? Demorou nada, todo mundo virou amigo. Eita povo que gostava de uma farra e de uma cachaça! A gravadora Continental tinha uma grande estrutura pro sertanejo — eles levaram uma boa parte dos artistas da 3M.

Na verdade, era a Continental que controlava esse mercado. Eita nós! Éramos oito pessoas viajando: nós e a banda, com teclado, guitarra, bateria, tudo junto. Era uma hora da tarde e eu estava com muita fome. Cês é homem ou é um saco de batata? Naquele momento, pra ser bem sincero, eu era um saco de batata. Quando sentei no banco, eu espetei a bunda num negócio e, quando vi, era o cano de uma escopeta. Ainda bem que eu fui! E repetia E aí veio aquela leitoa gorda. Ainda bem que naquela época eu podia comer aquilo, eu era magrinho, passando fome Coisas da fama, moço Pois é, aconteceu.

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O negócio começou meio embaçado. Sabe o que a Continental falou? Acabamos escolhendo umas roupas bem caras. Sei, naquela época todo mundo achava aquelas roupas bonitas, transadas Foi o Leandro, que entendia mais de moda, quem deu força.