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PATRICK DOENTIO BAIXAR


Patrick Horla - Patrick Doentio (Letras y canción para escuchar) - (Tudo o que eu quero da vida é a morte / Da vida, viva a morte, boa sorte / / Patrick doentio. Patrick doentio. Sou Patrick doentio. Patrick doentio. Só dando socos no seu olho eu colho conclusões. Que minhas doenças mentais resultam em reações. Doentio Lyrics. [Intro] Tudo o que eu quero da vida é a morte (ha!) Da vida, viva a morte. Boa sorte [Refrão 1] Patrick doente, Patrick doentio.

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DOENTIO BAIXAR PATRICK

Agora tragam esta imagem para mais perto de vocês. Quando eu regulei o ajuste consegui entender me- lhor. No poderia continuar fazendo as mesmas coisas para me anestesiar, como tentara com tanto desespero. Quinta-feira 11 de Abril de Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. Alternem mais algumas vezes, até que estas duas experiências tenham sido cuidado- samente integradas É impressionante que as pessoas consigam lembrar-se de ficarem ater- rorizadas cada vez que vêem uma aranha. Só conseguimos com- preender o filme se as imagens passarem na velocidade adequada. Lou: Olha em frente e desfocaliza o olhar. Como costuma acontecer na cincia, o que esperamos encontrar difere muito do que achamos na realidade.

Patrick doentio. Sou Patrick doentio. Patrick doentio. Só dando socos no seu olho eu colho conclusões. Que minhas doenças mentais resultam em reações. Doentio Lyrics. [Intro] Tudo o que eu quero da vida é a morte (ha!) Da vida, viva a morte. Boa sorte [Refrão 1] Patrick doente, Patrick doentio. Stream Patrick Horla - Patrick Doentio by PatrickHorla OficialVMG from desktop or your mobile device. Download do CD: Patrick Horla papawemba.info Patrick Horla Landemberguer (nascido em Goiânia, Goiás), é um rapper e compositor "Mania de Maníaco"; "Azul da Prússia"; "Piada sem Risada"; " Patrick Doentio" «U-Inversu lança mixtape para download». papawemba.infoional. papawemba.info Todas as letras de músicas de Patrick Horla, ouça músicas e clipes, organize playlists no melhor site de música do Brasil! P. Patrick Doentio · Postulado Horla.

E mesmo que as tenham, podem errar! A PNL oferece a oportunidade de se estudar algo na escola que sempre me disseram que era horrível — a subjetividade. Aprendi que a verdadeira ciência estuda os fatos de maneira objetiva. Notei, con- tudo, que eu parecia ser mais influenciado pelas minhas experiên- cias subjetivas e queria conhecer um pouco mais a respeito desse me- canismo e como as pessoas eram afetadas por elas.

E quantos lembram-se nitidamente, e sem cessar, de velhos fatos pas- sados? Com certeza, isto acrescenta uma pitada de sal à vida. Por que esperar? Esta capacidade pode também funcionar no sentido inverso. É preciso planejar bem para se ficar desapontado. O planejamento deve ser muito cui- dadoso. Quanto mais planejamento, mais desapontamento. Muita gente passa mais tempo aprendendo a usar um apa- relho eletrodoméstico do que a usar o seu cérebro.

Supõe-se que a pes- soa deva "ser ela mesma" — como se a pessoa tivesse escolha. Até que se invente um aparelho que apague o cérebro, acho que vo- cê tem de lidar com o que tem. E é disto que trata a PNL. Muita gente se im- porta em mudar propositalmente, usando antibióticos e produtos de beleza, mas mudar o comportamento parece ser diferente. Nunca en- tendi por que o fato de mudar alguém, tornando-o mais feliz, iria fazê-lo ficar menos humano. Mas tenho observado como algumas pessoas conseguem fazer os seus cônjuges e filhos — e até mesmo pessoas desconhecidas — sentirem-se mal, pelo simples fato de "se- rem elas mesmas".

Às vezes pergunto: "Por que ser você mesmo, se pode ser alguém que valha mais a pena? Houve uma época em que fizeram filmes sobre como os com- putadores iriam controlar o mundo. O objetivo do com- putador é outro. Mas a maneira banal como as pessoas usam o com- putador equipara-se à maneira banal como elas usam o próprio cérebro. Pare e re- flita sobre isto. Os seres humanos têm uma incrível capacidade de aprender. Qual dos presentes é atormentado por seus próprios pensamen- tos? Você diz a si mesmo: "Gostaria de tirar tal coisa da minha ca- beça".

Mas o ifiais incrível é que, para começo de conversa, você tenha colocado tal coisa em sua cabeça! O que ele leva a pessoa fazer é absolutamente in- crível. Pense no caso da fobia, por exemplo. É impressionante que as pessoas consigam lembrar-se de ficarem ater- rorizadas cada vez que vêem uma aranha. Numa encontramos uma pessoa fóbica que olha para uma aranha e diz: "Droga, esqueci de ter medo". Quando se olha por este prisma, uma fobia é um tremendo sucesso em termos de aprendizagem.

O que precisamos é saber mais a respeito da experiência subjetiva do processo de apren- dizagem, para que possamos administrar o que aprendemos, e ter maior controle sobre a nossa experiência e sobre o que aprendemos.

O seu cliente tinha uma fobia de altura caracterizada. O terapeuta disse-lhe para fechar os olhos e se imaginar num local alto.

Urrp — o paciente fica vermelho e começa a tremer. Agora pense em um lugar bem alto. O que o terapeuta fez foi brilhante, de certa forma. Ele transformou a experiência de seu cliente, ligando experiências dife- rentes. Se o tera- peuta de que falamos tivesse entendido o processo que estava usan- do ele poderia tê-lo revertido. A mulher come- ça a reclamar sobre alguma coisa que o marido fez e o terapeuta diz: "Olhe para o seu marido enquanto diz isto.

Virgínia Satir utiliza este mesmo processo na terapia familiar, porém revertido. Antes, eles brigavam o tempo todo em casa, mas na época em que me procuraram, só brigavam no consultório do terapeuta. Provavelmente o que o terapeuta lhes disse foi: "Que- ro que reservem todas as suas discussões para quando vierem no con- sultório, a fim de que eu possa observar como brigam".

Eu queria descobrir se as discussões estavam ligadas à figura do terapeuta ou ao consultório e pedi que fizessem uma experiência. É como se ele tivesse uma fobia da zanga. A modelagem coloca o computador para fazer o mesmo que um ser humano. Os seres humanos fazem isto. Alguns sempre bem, outros de vez em quando e outros ainda nunca conseguem fazê-lo bem.

Somos os autores do livro de receitas. O que desejamos saber é como, a partir dos ingredientes, fazer o bolo de chocolate, de uma maneira deta- lhada. Se alguém sabe fazer algo que nos interessa aprender, queremos poder modelar este comportamento, e os nossos modelos vêm da experiência subjetiva: "O que esta pes- soa faz dentro da cabeça dela que posso aprender?

A esquizofrenia é um dos mais prestigiados desequilíbrios men- tais; a catatonia é uma maneira tranqüila de desequilíbrio. De vez em quando, ainda a encontra- mos em alguns imigrantes pouco cultos, que perderam contacto com o progresso. Sabe, nós que trabalhamos com computa- dores, somos tsto loucos, que ganhamos de qualquer um que ande por aí.

O que percebi foi que as pessoas funcionam per- feitamente bem. Os psicólo- gos nunca se interessaram muito em descobrir como a pessoa che- gou a sentir-se mal, ou como a pessoa continua a manter aquele es- tado negativo. Isto equi- vale a ir a um ferro-velho para descobrir como fazer os carros fun- cionarem melhor. Isto a fazia ficar confusa e a assustava tanto quanto um filme de terror. Eu lhe disse que quando ela imaginasse algo, colocasse uma moldura preta ao redor, para que, mais tarde, ela pudesse ver que estas imagens eram diferentes das lembradas.

Eles estavam procurando o "profundo sig- nificado interno". Estes psicólogos tomaram aulas de poesia e lite- ratura em excesso, na faculdade. A maioria dos psicólogos acha difícil comunicar-se com os lou- cos. Observam-no durante 72 horas e dizem: "Meu Deus, ele tem reações estranhas". Todos foram diagnosticados como tendo sérios problemas mentais.

Ficam simplesmente sentados sem se mexerem até que al- guém os tire do lugar. É um primeiro passo. Os psicóticos parecem ser imprevisíveis, entrando e saindo da sua loucura de maneira inesperada. Se aprendermos como funcio- na a estrutura, é possível conseguir que ele entre e saia.

Se aprender- mos bastante bem poderemos fabricar as nossas próprias crises, à vontade. Se um dia vocês precisarem conseguir um quarto num ho- tel cheio, nada melhor do que ter um ataque psicótico. Tive um paciente que ouvia uma voz vinda das tomadas elétricas e ela o forçava a fazer certas coisas. Eu achei que se tornasse estas alucinações verdadeiras ele deixaria de ser esquizo- frênico.

Escondi um alto-falante perto de uma tomada na minha sa- la de espera. Quando ele chegou a tomada disse: "Oi! A maioria das pessoas tem uma maneira própria de lidar com a realidade. Elas apenas aprenderam a fazer o que fa- zem. Mas se uma pessoa sozinha é apanhada falando com um anjo, ela é taxada de louca. Físicos também têm uma realidade partilhada com outras pes- soas. E, muito menos, uma partí- cula subatômica. Quando uma de suas alucinações é desa- fiada por novas informações, eles desistem das suas antigas teorias com mais facilidade.

O que é mais incrível é que todas as descober- tas feitas com base neste modelo "errado" ainda existem. Um dos meus heróis de infância era Einstein. Ele reduziu a físi- ca ao que os psicólogos chamam de "fantasia orientada" e o que ele chamava de "experiência de pensamento". Ele visualizava como seria viajar na cauda de um feixe de luz. E ainda dizem que ele era acadêmico e objetivo!

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Um dos resultados desta experiência de pen- samento foi a sua famosa Teoria da Relatividade. A diferença da PNL é que construímos de propósito mentiras para entender a experiência subjetiva do ser humano. Primeiro, tornem-na mais e mais clara De novo, façam- na ficar mais clara. Em geral, ao aumentar- mos a luminosidade da imagem as sensações aumentam também, e ao diminuirmos a claridade as sensações também tornam-se mais fracas.

Escureçam a imagem, cada vez mais Perguntei-lho como conseguia e ela disse: "Quando penso em algo negativo, simplesmente diminuo a luminosidade". A luminosidade é uma das "submodalidades" da modalidade visual.

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As modalidades auditiva e cinestésica também têm as suas sub- modalidades, mas, por ora, trataremos apenas das visuais. A luminosidade é apenas uma das coisas que podemos modifi- car.

Antes de passarmos às outras submodalidades quero que exa- minemos as exceções ao impacto, que tem em geral a luminosidade. Primeiro, aumente-o, cada vez mais É claro que existem exceções à regra, sobretudo no extremo superior da escala. Quando uma ima- gem torna-se grande demais, pode subitamente parecer ridícula ou irreal.

Descubra o que funciona melhor para você Se pararmos para pensar um pouco, veremos que nada disto é surpreendente. As pessoas falam sobre um "futuro som- brio" ou "perspectivas brilhantes". Se alguém "faz com que algo pareça maior do que é na realida- d e " , pode-se dizer a ela que diminua o tamanho da imagem. Se ela enxerga um "futuro sombrio", faça com que ela o ilumine. Parece simples Existe tanta coisa dentro de sua cabeça com a qual você nunca pensou em se divertir.

Deixe que os outros o façam. A pergunta é: "Quem vai comandar o seu cérebro? Varie a intensidade do colorido intenso, até o preto e branco. Varie de bem perto a bem longe. Varie a imagem passando de uma claridade cristalina até uma imagem sombria e indistinta. Ajuste a diferença entre claro e escuro, entre al- go bem contrastado a variações contínuas de cinza. Passe de uma foto emoldurada a uma imagem pa- norâmica que continua ao seu redor, de forma que ao virar a cabeça possa continuar a vê-la.

Faça com que a foto ou diapositivo transforme- se em um filme. Mude o equilíbrio das cores. Aumente a intensidade do vermelho e diminua a do azul e do verde, por exemplo. Torne a imagem transparente, para poder ver através dela. Faça a imagem ficar comprida e estreita Leve a imagem para longe de você Por exemplo, uma lembrança aterrorizante — mesmo que seja um filme. Faça-a ficar enorme, de repente Esta é impres- sionante. Eu pedi a vocês para experimentarem uma das submodalidades de cada vez para ver como funcionam.

Por exemplo, procurem lembrar-se de uma experiência sensualmente prazerosa. Agora tragam esta imagem para mais perto de vocês. E quanto mais perto ela for che- gando, aumentem a sua luminosidade, fortaleçam o colorido e di- minuam a velocidade pela metade. Isto pode ser feito a qualquer mo- mento Quem sabe o que poderia acontecer de interessante, julgando-se pelo olhar de vocês agora Coisas muito singulares, com certeza!

Certa vez, durante uma festa, fiquei observando uma mulher. Durante três horas ela divertiu-se a valer conversou, dançou e apa- receu de maneira esplendorosa.

Na hora pie ela eslava indo embo- ra, alguém derramou café na parte posterior do seu vestido. Fiquei curioso e perguntei-lhe sobre o momento em que estava feliz, dançando. Ela respondeu, dizendo que se via dançando com uma mancha de café no vestido! Ela literal- mente manchou todas as suas antigas lembranças. Muita gente faz a mesma coisa. Uma vez, um homem me con- tou: "Pensei que tivesse sido feliz por uma semana inteira.

As pessoais com freqüência examinam o passado quando se di- vorciam ou ao descobrirem que o parceiro teve um caso extraconju- gal. De repente, todos os bons momentos que passaram juntos pare- cem desvanecer-se. Perdi dois quilos por semana, durante três meses seguidos. Um homem decidiu fazer terapia porque tinha medo " d e se ca- sar com a mulher errada".

Talvez tenha entrado na igreja errada, ou algo do estilo". O que quer dizer casar com a "mulher errada"? Quando lhe perguntei o que ele queria dizer com isto, descobri que se divorciou após cinco anos de casamento.

Depois foi fi- cando ruim, de forma que os cinco anos foram um erro terrível. Assim, passarei os próximos cinco anos tentando desco- brir se esta é a mulher certa para m i m.

Era importan- te. Como é que você faz para que se torne deprimente de verdade? Fui certa vez consultado por uma mulher que dizia estar depri- mida. Em vez de usarem lentes cor-de-rosa, usam lentes cinza. Ela classificava-as bem. Ao se lembrar de algo, e mudar a sua cor, a lembrança era completamente transformada. A primeira vez que um dos meus clientes disse: "Estou depri- m i d o " , respondi: " O i , sou Richard".

Nunca dormiu durante todo este tempo? Ele tem de almoçar, se cha- tear e outras coisas mais. Tentem manter o mesmo estado de cons- ciência por 20 minutos. Gasta-se muito dinheiro e tempo para aprender a meditar para manter o mesmo estado durante uma ou duas horas.

Assim, eu sempre me pergunto: " C o m o esta pessoa pode acreditar que tem estado deprimido todo este t e m p o? Pode-se curar algo que na verdade a pessoa nunca te- ve. Podemos ensinar-lhe a rccodificar todos os momentos da sua vida como felizes. Na realida- de, nada mudou para ele no presente — apenas quando ele pensa no passado.

Muitas têm vidas vazias, sem nenhum sentido e sentem-se infelizes.

ISTO NÃO É AMOR, Patrick Carnes P.h.D.

Um exemplo extremo disto é a catatonia. Algumas pessoas ouvem uma voz interna, que parece lenta, dar- lhes a lista do que fizeram de errado. É como se tivessem alguns dos meus professores de faculdade dentro da cabeça. Se uma das suas clientes tem uma voz interna que a faz ficar deprimida, tente aumentar o seu volume para que perca o seu im- pacto hipnótico.

Muitas pessoas deprimem-se com mi. A pessoa pode criar colngonn dl lodâl Kl vozes em que falhou no passado, ou criar milhares elc Imttgi ni de como as coisas poderiam ser ruins no futuro. Podo sc olhttl p. Toda vez que algo de bom acontecei. Uma das tendências mais loucas na nossa cultura c agir como se tudo fosse normal sob quaisquer circunstâncias.

Isto pode ser de- monstrado nitidamente como o exemplo de Nova York, no que me diz respeito. O que as pessoas fazem em plena rua é completa- mente louco. E, no entanto, homens detemos andam pelas ruas, con- versando, como se nada estivesse acontecendo. Também vim de um ambiente " n o r m a l ". Pensei que uma das maneiras de ser bem-sucedido na vida era conviver com pessoas ricas. Pensei que ficando perto delas conse- guiria tornar-me igual a elas.

Naquela época a Fa- culdade de Los Altos tinha prataria no refeitório e poltronas de cou- ro no centro acadêmico. É claro que eu tinha que agir como se tudo isto fosse normal. Estudar psicologia. Tratava-se da mi- nha primeira experiência com terapia de grupo. Todo mundo que conheci quando pequeno era louco, e todo mundo com quem eu tra- balhava também, de forma que pressupunha que quem fosse a um terapeuta fosse louco de verdade.

A primeira coisa que vi foi uma pessoa sentada, conversando com uma cadeira vazia. Pensei comigo: " A h , eu estava certo. E depois vi um outro doido dizendo o que a pessoa deveria falar com a cadeira vazia!

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Fiquei preocupado porque me dei conta de que todo mundo na sala ficava olhando para a ca- deira como se ela estivesse respondendo! Sendo assim, também comecei a olhar para a cadeira. Exagere o movimento. Depois, o terapeuta disse: "Expresse isto com palavras".

O terapeuta disse: "Agora, olhe para aquela cadeira e diga-me quem você v ê ". Ele quebrou a cadeira em pedaços, pe- diu desculpas, conversou com ela e sentiu-se melhor. Depois, todo o grupo abraçou-o e disse-lhe coisas gentis. Alguns responderam: "Claro que estava". Pensem nisto. Podemos dizer: "Este é um grupo de psico- terapia", colocar algumas cadeiras em círculo e dizer: "Esta é a ca- deira quente".

E, depois, se dissermos: "Quem quer ser o primei- r o? Venha e sente-se nesta cadeira es- pecial". Uma cadeira vazia é indicada. É assim que pretende relacionar-se com sua mulher e filhos? Mas por que fazer isto com alguém de quem se gosta? Se ficar furioso, descarregue com uma pessoa estranha. Agora, passem novamente o filme original Se vocês têm uma lembrança que os faz sentirem-se chateados e zangados, colo- que um fundo musical de circo.

Escolham outra lembrança ruim. Agora passe-o mais uma vez Em absoluto. Vejam o'filme da manei- ra como se lembram do que aconteceu Vejam o filme do início ao fim deste novo ponto de vista Notaram alguma diferença? Para outros, porém, pode existir uma grande diferença. Vou pedir desculpas àquela pessoa. Homem: Pela primeira vez escutei o que a outra pessoa estava me dizendo e fez sentido para mim. Três, num total de O que vocês acabaram de fazer é apenas uma das infinitas possibilida- des.

Qualquer coisa pode ser literalmente vista de qualquer ponto no espaço. Você pode ver-se a si mesmo e ao outro, do mesmo pon- to de vista de um observador neutro. Pode adotar o ponto de vista de uma criança ou de um idoso. Sendo assim, perguntei a estas pes- soas o que faziam internamente quando diziam essa frase. Uma é imóvel e a outra é um filme? A minha filosofia é a seguinte: por que esperar para sentir-se melhor? Ele diz: " A h , nada disso. Depois talvez você consiga rir disto".

Homem: Eu me vejo na lembrança engraçada. Sou um obser- vador. Acontece com o restante de vocês também? Mulher: O que eu faço é diferente, mas funciona muito bem. E também é algo que pode ser facilmente experimentado quando se estiver vivendo a experiência pela primeira vez.

Mulher: Eu faço isto. Revejam a experiência da forma como a viven- ciaram da primeira vez Em seguida, quero que verifiquem se estavam associados ou dis- sociados em cada uma das lembranças. Agora reveja cada uma das suas lembranças, separadamente, e descubra se estava associado ou dissociado em cada uma delas Se estava associado numa delas, veja-se dissociado.

Se estava dissociado reviva a expe- riência estando associado. Pode apostar que sim. Experimente o seguinte. Veja o seu cabelo ao vento na primeira descida. Agora, compare com a experiência de estar realmente sentado na primeira fila, segurando a barra, olhando para a primeira descida Verifique o seu pulso para sentir a diferença de estar na cadeira da montanha-russa olhando para os trilhos.

É mais barato que uma xícara de café para conseguir ficar alerta. Mulher: Em uma das minhas lembranças parece que estou tan- to dentro quarfto fora da experiência. Uma é que esteja indo e vindo ra- pidamente.

Talvez deva desacelerar o processo para fazê-lo bem. A segunda possibilidade é que talvez você estivesse dissociada na experiência original. Por exemplo, estar sendo autocrítica pres- supõe um ponto de vista diferente do seu. É como se estivesse fora de si mesma, observando-se e criticando-se. Uma dessas duas explicações aplica-se ao seu caso? Mulher: Ambas. Na época eu estava sendo autocrítica demais e acho que ficava me observando e me criticando, alternadamente.

Assim, ele podia ver-se a si mesmo ao entrar numa sala. Ex- perimente. Por que se sentir mal novamente? Algumas outras pessoas dis- sociam sempre. Um exemplo seria o do tipo cientista ou engenheiro, descritos como pessoas "distantes", "objetivas" e "desligadas".

Outras pessoas ficam o tempo todo associadas: sentem nova- mente todas as sensações, sejam elas positivas ou negativas. Uma das maneiras mais profundas e abrangentes de mudança da qualidade da experiência de alguém e o comportamento que dela resulta é através do aprendizado de como e quando associar e disso- ciar. Vejam só. Você tem uma fobia verdadeira e extravagante? Joan: Bem, ela é bastante ruim. Joan: Quer saber do que se trata?

Trabalho somente com processos. Você sabe que tipo de fobia tem. É alguma coisa que vê, ouve ou sente? Joan: É algo que eu vejo. Muito bem. Vamos fazer uma pausa. Joan: Ótimo.

O Bandido Da Lupa Vermelha Letra - Patrick Horla: SongColeta

Sabe, eu nunca tinha reparado de verdade no in- terior de um elevador. Isto é típico. Uma vez, porém, comecei a ficar preocupado. Curei uma senho- ra e disse-lhe para sair e fazer uma experiência.

Quinze minutos mais tarde, ela chegou to- da faceira e perguntei onde estivera. Uma verdadeira delícia. Uma das primeiras coisas que me disse foi ter gastado Perguntei-lhe como sabia o quanto tinha gastado e ele mostrou-me o canhoto dos che- ques. Como a sua hora custava tanto quanto a do psiquiatra, na realidade ele havia investido cerca de O medo é muito interes- sante.

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As pessoas fogem dele. É a mesma diferença entre sentar na primei- ra fila da montanha-russa e sentar em um banco olhando para si mes- mo sentado na cadeira da montanha-russa. Consegui reduzir este tempo para apenas alguns minutos. O cérebro aprende fazendo os padrões moverem-se rapidamente. Imaginem se vissem apenas cada uma das imagens de um filme por dia, durante cinco anos. Só conseguimos com- preender o filme se as imagens passarem na velocidade adequada. Tentar fazer mudanças lentamente é como conversar dizendo ape- nas uma palavra por dia.

Homem: E o treino? Ao operar uma mudança como a de Joan, é preciso que ela treine? Muita gente encara a fobia como um problema em vez de uma façanha. Eles nunca pa- ram para pensar que "se alguém pode aprender isto, pode aprender a fazer qualquer coisa". Se partirmos do princípio de que as fobias só podem ser ruins, nunca nos ocorreria tal possibilidade. Existem ocasiões em que sempre nos alegramos — ao estarmos em contacto com um recém-nascido ou com crianças bem pequenas.

Descubram a pessoa mais mal-encarada que conhe- çam, coloquem um bebê nos seus braços e façam-no andar dentro de um supermercado. Se este procedimento for usado indevidamente, podemos transformarmo-nos em robôs!

Ao se divorciarem, os casais fazem isto naturalmente. Se fizermos isto ainda casados, teremos grandes problemas. Mas se nos disso- ciarmos de todos os bons momentos que tivemos juntos, estaremos jogando fora um conjunto de experiências bastante valiosas.

O resultado é ótimo. Em geral é isto que acontece e depois as pessoas casam-se. Ela sorri. Aumente um pouco a luminosidade.

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Ela sorri ainda mais. Agora, mantenha esta imagem e faça com que um cachorro chegue e integre-se à imagem.

Ao fazer isto, intensifi- que a luminosidade Mulher: Sinto-me à vontade ao pensar nisto. Se quiserem entender de verdade como funciona o cére- bro de uma pessoa, da próxima vez que tiverem um cliente fóbico, faça-o mais devagar.

Faça uma série de perguntas para descobrir co- mo funciona esta fobia em particular. Sabem da maior? Ele estava certo! Para que esperar?

Por que esperar até que o seu marido tenha um caso extracon- jugal? Imagine-o tendo um caso agora; imagine-o divertindo-se com outra pessoa. Assim, quando ele chegar em ca- sa, faça com que ele queira fazer tudo aquilo de bom com você. Com freqüência as pessoas falam sobre lembranças " b o a s " e " r u i n s ".

Muita gente gostaria de ter apenas boas recordações e acham que seriam muito mais felizes se eliminassem todas as ruins. Esta pessoa seria totalmente incapaz de en- carar e resolver problemas. Tive um cliente de 24 anos que tomava Valium desde os Bem, agora os seus pais queriam que ele se tornas- se independente.

Com certeza a empresa só sobreviveria dois dias. Alguns talvez se lembrem de como is- to funcionava nos seus tempo de adolescência.

Ele teve uma base experimental para viver a vida sem ajuda da sua casa, medicamentos ou psiquia- tras. Trabalhei com uma mulher que queria abrir uma clínica de ti- midez e flerte. Ela encaminhou-me umas pessoas que eram tímidas. Se um terapeuta for incompetente, ele ainda recebe mais do que aquele que consegue atingir rapidamente o resultado deseja- do.

Muitos terapeutas têm uma regra contra a eficiência. Quando eu ainda recebia clientes, sempre cobrava pela mudança, em vez de pela hora; só era pago quando obtinha re- sultados. Isto me parecia um desafio maior. É uma desculpa " f u r a d a " , se é que podemos chamar isto de desculpa.

Mas os terapeutas se saem com essa diariamente. Traga-o de volta na semana que vem e veremos o que pode ser feito. O mesmo aplica-se às mudanças terapêuticas ou educacionais.

Infelizmente, os seres humanos têm, em geral, uma tendência perversa. Os leigos também têm desculpas bastante interessantes.

Prova- velmente, um espírito fez o trabalho. Se alguém disser: " E u senti von- tade de jogar uma bomba na sala", ninguém aceita. É assim que eu me sinto", as pessoas aceitam sem pestanejar.

A desculpa favorita atualmente é: " E u estava fora de m i m ". É possível se safar de qualquer coisa com esta desculpa. J o : Sempre fico ansiosa quando tenho de enfrentar alguém.

Quando sou ofendida e quero ser tratada de outra maneira, eu en- frento a pessoa. Você acha que é uma experiência negativa? Em geral, no fim ela se transforma numa expe- riência positiva. J o : Eu aprendo mais quando enfrento essas situações. Cada vez que eu consigo, torno-me mais confiante para enfrentar outras pes- soas em outras ocasiões. Bom, agora pense no que vou dizer. J o : Um pouco. Eu lhe peço para pensar nisto agora. J o : Hum, um pouco. Pare por um instante e reflita.

Pense em alguém com quem se- ria muito difícil discutir sobre algo. J o : Você seria uma pessoa com quem seria muito difícil discutir.

Eu seria simplesmente mortal. O que a levaria a discutir com alguém? J o : Se eu sentisse que a minha integridade tivesse sido lesada. Por que é que você tem de discutir com alguém? O que aconteceria se o fizesse? Que bem isto lhe faz? Isto salva- ria a sua integridade? Jo: Eu estaria me protegendo, sendo adulta e me preservando. De quê? Eu aprendi isto onde cresci.

Qual é o significado de se enfrentar alguém? Você tem de enfrentar as pessoas sempre". Você faz isto com todo 1 mundo? Como sabe quem deve enfrentar, para sentir-se melhor? É uma boa escolha. Mas você só as enfrenta quando elas a ofen- dem ou às suas idéias. Espere um pouco, vou reformular a pergunta. Mas se a pessoa me dis- ser que " É uma droga" ou algo parecido, aí sim.

O que eu quero saber é: " C o m o você sabe que é o momento de iniciar o confronto? Talvez elas devessem aprender o que você faz. Mas eu ainda nem sei o que significa para você "en- trar em confronto" com alguém. Estou partindo do princí- pio de que você confronta alguém verbalmente. J o : É verdade. Jo: Existe uma espécie de urgência ao se confrontar com alguém. Quero que elas saibam como eu percebi a maneira como as minhas idéias foram recebidas ou rejeitadas. Bem, e o que torna isto urgente?

Quero fazer ainda outra pergunta. Acho que acabou de me mostrar uma perspectiva diferente. Dê-me uma dica. Jo: Eu acho que sim. Ainda nem descobri com o que estamos lidando agora. Como é que alguma coi- sa poderia ser modificada com tanta rapidez, apenas com palavras, quando ainda nem descobri do que se trata? Faz alguma diferença? Mudou mesmo. Alguma coisa que você disse fez diferença. Mas que coisa surpreendente.

Ótimo, você pode escolher ao acaso! Jo: Bem, se me sentisse roubada numa conta, ou coisa assim, eu discutiria. Queria perguntar mais uma coisa a você. É que você é um bom exemplo para que eu possa atingir o inconsciente das outras pessoas. Parece um pouco confuso. Algumas entram e fazem os gar- çons sentirem-se bem e eles querem passar mais tempo em sua com- panhia — independente de quanto deixam de gorjeta. De repente, alguém trata você como ser humano e isto o faz sentir- se bem.

Quem você serviria melhor? Uma maneira de ser bem servi- do em um restaurante é tratar bem o garçom primeiro para que ele venha a querer tratar você bem. Nem todo mundo raciocina assim. Por que ser gentil com um gar- çom? Servir bem deveria ser obrigatório. O casamento muitas vezes é encarado dessa forma. Ele tem que adivinhar o que eu q u e r o.

E caso saia vencedora, o que ganhou? Um pouco mais de auto-estima? Decidi ficar zan- gado antes mesmo que houvesse motivo para tal! Quanta gente fica " z a n g a d a " quando se faz alguma delicadeza com elas?

Pergunto como se chama e dirijo- me a ele pelo nome. Como tudo na vi- da, nem sempre funciona. Por que é que um garçom iria querer servir mal de propósito, quando ganham a vida com gorjetas? E você tratou-os bem? J o : Era assim que eu me sentia antes. Agora parece que as coi- sas mudaram. Vamos voltar ao início. Se vocês tivessem real- mente escutado o que ela estava dizendo, se dariam conta que era: "Quero ser capaz de me defender e ser mais agressiva". Mas nin- guém ouviu isso.

Agora, imaginem o que faria com ela um instrutor de cursos para tornar as pessoas mais "asserti- v a s "! Minhas perguntas fazem-na retroceder no tempo. A partir do problema, eu refiz os passos do processo. Jo vai a um restaurante, senta-se, é mal servida, sente-se mal, discute com o garçom, é bem servida, mas ainda sente-se mal.

Vou dar exemplo. Você começa a sentir-se zangado e frustrado. Você faz a sua parte e ele a dele Isto é loucura. O que a mtioria dos terapeutas deixa de notar é que quando ele entra em casa e vê toda a bagunça, ele primeiro fica zangado e frus- trado, para depois tentar se impedir de se sentir assim. Talvez seja. Com freqüência, eles lutavam com unhas e dentes.

Ten- tam responder uma pergunta e eu insisto que respondam a outra pa- ra que retrocedam mais um passo. Assim que alguém encontra um desses pontos diz: " A h , eu mu- dei. Vamos continuar". Eu tenho testa- do sem cessar. As mesmas forças que a impeliam a discutir, fazendo-a sentir-se mal depois, agora a impelem a adotar outro comportamento. E você fica chateada. Você quer fazer isto por m i m?

O maior erro que as pessoas cometem é depender do comporta- mento de outras pessoas para sentirem-se bem. Aí você vai sentir-se mal. Quero que você esteja presente o tempo todo. Mas é assim que funciona.

De certa maneira, é verdade. Você fica sozinha e sente-se mal. Mais raro ainda é alguém perguntar-se: " O que eu poderia fazer para que ela quisesse fazer isto para m i m?

Eles baseiam-se em um erro enorme: a idéia de que o casamento é uma dívida pessoal. Imagine o que aconteceria se cada vez que o visse você se achasse uma pessoa de sorte. Ele apontou para a sua mulher e disse:"Ela acha que uma menina de 14 anos pode ficar na rua até às 9h30 da noi- t e! Olhei bem para ele e disse:"E você acha que uma menina de 14 anos pode assistir um homem brigar e gritar com a sua mulher, fazendo-a ficar triste! É horrível sentir-se perdido. Às vezes os pais querem que a filha adolescente deixe de gostar de sexo.

É uma tarefa imensa, abusiva e idealista querer que alguém volte a ser virgem! Alguns terapeutas chegam a tentar e Certa vez um homem entrou no meu escritório torcendo o bra- ço da sua filha, jogou-a numa cadeira e gritou: "Sente-se!

Por que é que você trouxe uma? Esta é uma das minhas obser- vações favoritas. É possível fazer uma pessoa enlouquecer numa dessas. Isto é horrível! Você entendeu tudo e r r a d o. Enquanto isto, a filha dele estava se divertindo a va- ler, achando tudo magnífico.

Que quer que eu faça? Quando termi- nou, eu disse: "Quando você entrou com a sua filha, estava torcen- do o braço dela e jogou-a na cadeira. Esta é a atitude de cafetões. As lembranças flutuam, passando para quando ela era pequenina, sentada no colo do papai. Olhe para a sua filha. Se ela o procurasse, com certeza você diria: "Bem que eu disse". Isto é o que os cafetões fazem". Tentem revidar este tipo de argumento. Tenho que lhe dar outras opções, do tipo ensinar-lhe a maneira cer- ta como um homem deve tratar uma mulher.

Ele foi apanhado. Sabem o que isto quer dizer? Ele vai ter de construir um relacionamento positivo com a mulher e ser delica- do com outras pessoas da família e fazer com que a sua filha sinta-se melhor com a família do que com o namorado.

As pessoas se esquecem facilmente do que desejam. Elas ficam presas, tentando conseguir o que querem. Vou destruir você". Contudo, muitos con- tinuam a usar este método. Ainda encontramos pessoas procurando ids e egos, com a mesma probabilidade que temos de encontrar um " p a i " , ou "filho" ou um " a d u l t o ". Talvez estes psicólogos tenham assistido a filmes de terror em excesso quando eram crianças.

Agora dizem: " A s minhas partes me obrigaram a fazer isto". Quantos aqui aceitaram sem pestanejar? Alguém explicou a teoria e vocês pensa- ram: " É isso a í ". Nem todo mundo tem um pai, um adulto e uma criança que brigam entre si. No Taiti, por exemplo. É preciso que um terapeuta ensine a vocês a terem este tipo de problema. Você vai criar uma. Uma atitude interessante seria concordar com ela o tempo todo, até enlouquecê-la.

Talvez deva escutar o que ela tem a dizer, em vez de simplesmente se sentir mal. Gostaria de demonstrar o que po- de ser feito com uma voz desaprovadora que o faz sentir-se mal. Quem tem uma bem atuante? Fred: Eu tenho uma bem atuante. Você pode ouvi-la agora? Fred: Ela quer que eu tenha sucesso. E ela me critica quando fico saliente. Fred: Claro. Agora quero que pense em maneiras de mudar a forma como a voz se expressa, para que você consiga entendê-la me- lhor.

Fred: Ela diz que sim. Diga-lhe para tentar Fred: É interessante. É mais um conselheiro amigo. É um prazer ouvi-la. É claro. Quem quer escutar uma voz que grita e critica?

Se quiserem saber mais, leiam o livro Resignifiçando. O que quero que notem é que a voz interior de Fred tinha esquecido o seu objeti- vo até que eu o lembrei a ela. Antigamen- te, as pessoas faziam observações machistas e ninguém notava, e agora é obrigatório gritar ao se ouvir este tipo de coisa. Agora existem novas razões para se sentir mal.

Quando eu ia a uma boíte escolhia propositalmente uma mulher que reagiria dessa maneira. Posso fazê-la sentir-se péssima. Depois se integra de vez ao grupo.

Mas Jonnhy se depara de verdade com conflitos, pressões de seus chefes e ainda encontra tempo para trocar boas piadas, numa afinada parceria com Gary Busey. Em tempos de remakes, continuações, filmes em série, tudo que o espectador deseja é ser surpreendido e desafiado.

No mínimo com roteiros trabalhados e criativos. Diretores que saibam aonde querem ir. Um filme, no mínimo, precisa valer a pena os preços bem salgados que pagamos nas bilheterias. O filme de sabe bem tudo isso. Só que para por aí. Kathryn Bigelow. Crítica 6. Leitores 1 voto Alexandre Derlam. No cinema é um realizador atuante. Atualmente é sócio-diretor na Prosa Filmes. Crítico Nota Alexandre Derlam 6. Download WordPress Themes Free. Free Download WordPress Themes.

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